Mosaico decorativo

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  • Mardoqueu, tendo sabido isto, rasgou as suas vestes, vestiu-se de saco, cobrindo a cabeça de cinza; depois percorreu a cidade, soltando grandes grilos de dor. (Ester 4, 1)

  • Saindo Atac, foi ter com Mardoqueu, que estava na praça da cidade, diante da porta do palácio. (Ester 4, 6)

  • o primeiro dos príncipes do rei leve pelas rédeas o seu cavalo e, indo pela praça da cidade, diga em alta voz: Assim é que será honrado todo aquele a quem o rei quiser honrar. (Ester 6, 9)

  • Tomou, pois. Aman o manto real e o cavalo, e, tendo revestido Mardoqueu na praça da cidade, depois de o montar a cavalo, ia adiante e clamava: É digno desta honra aquele a quem o rei quiser honrar. (Ester 6, 11)

  • O rei mandou-lhes também que em cada cidade buscassem os Judeus, e lhes ordenassem que se unissem todos, para defenderem as suas vidas e para matarem os seus inimigos, com as mulheres e filhos, destruírem todas as casas e pilharem os seus bens. (Ester 8, 11)

  • Mardoqueu, saindo do palácio e da presença do rei, resplandecia com vestes reais, azuis e brancas, levando uma coroa de ouro na cabeça, e cobrindo-se com um manto de seda e de púrpura. Toda a cidade se encheu de festa e de alegria. (Ester 8, 15)

  • Ele disse à rainha: Na cidade de Susa mataram os Judeus quinhentos homens, afora os dez filhos de Aman ; quão grande cuidas tu que seja a mortandade que eles terão feito em todas as províncias? Que mais pedes, que queres tu que eu mande que se faça? (Ester 9, 12)

  • Os que tinham executado a mortandade na cidade de Susa, empregaram nela os dias treze e catorze do mesmo mês; cessaram de matar no dia quinze. Por esta razão estabeleceram que se solenizasse o mesmo dia com banquetes e regozijos. (Ester 9, 18)

  • Estes são dias que nunca serão esquecidos, e os quais todas as províncias de geração em geração celebrarão por toda a terra; não há cidade alguma onde os dias de Purim, isto é, das sortes, não sejam solenizados pelos Judeus e pela sua descendência, que está obrigada a estas cerimônias. (Ester 9, 28)

  • Ele era um homem judeu, que morava na cidade de Susa, varão grande, dos primeiros da corte do rei. (Ester 11, 3)

  • Em castigo da sua maldade, ele, que a maquinou, e toda a sua casa foram postos em patíbulos às portas desta cidade de Susa, dando-lhe Deus, e não nós, o castigo que merecia. (Ester 16, 18)

  • Toda a província ou cidade que não quiser ter parte nesta solenidade, pereça à espada e a fogo, e seja de tal maneira devastada que fique para sempre despovoada não só de homens, mas também de feras, para exemplo dos desprezadores e desobedientes (às ordens do rei). (Ester 16, 24)


"Todas as graças que pedimos no nome de Jesus são concedidas pelo Pai eterno." São Padre Pio de Pietrelcina