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Tudo isso desapareceu como sombra, como notícia que passa;* (Sabedoria 5, 9)
Mas eu vou dizer o que é a sabedoria e como ela nasceu. Não vos esconderei os seus mistérios; mas a investigarei até sua mais remota origem; porei à luz o que dela pode ser conhecido, e não me afastarei da verdade. (Sabedoria 6, 22)
Fazei-a, pois, descer de vosso santo céu, e enviai-a do trono de vossa glória, para que, junto de mim, tome parte em meus trabalhos, e para que eu saiba o que vos agrada. (Sabedoria 9, 10)
Mal podemos compreender o que está sobre a terra, dificilmente encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem, portanto, pode descobrir o que se passa no céu? (Sabedoria 9, 16)
E quem conhece vossas intenções, se vós não lhe dais a sabedoria, e se do mais alto dos céus vós não lhe enviais vosso Espírito Santo? (Sabedoria 9, 17)
E porque o perverso, na sua ira, dela se afastou, pereceu depois de seu furor fratricida.* (Sabedoria 10, 3)
Desceu com ele à prisão, e não o abandonou nas suas cadeias, até que lhe trouxe o cetro do reino e o poder sobre os que o tinham oprimido; revelou-lhe a mentira de seus acusadores, e conferiu-lhe uma glória eterna. (Sabedoria 10, 14)
Tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar agitável, ou a esfera estrelada, ou a água impetuosa, ou os astros dos céus, por deuses, regentes do mundo. (Sabedoria 13, 2)
Do mesmo barro, forma também, como obreiro perverso, uma vã divindade, ele que, ainda há pouco, nasceu da terra, e em breve voltará a ela, de onde foi tirado, quando lhe serão pedidas as contas de sua vida. (Sabedoria 15, 8)
porque não reconheceu aquele que o formou, aquele que lhe inspirou uma alma ativa e lhe insuflou o espírito vital.* (Sabedoria 15, 11)
Mas, pelo contrário, foi com o alimento dos anjos que alimentastes vosso povo, e foi do céu que, sem fadiga, vós lhe enviastes um pão já preparado, contendo em si todas as delícias e adaptando-se a todos os gostos.* (Sabedoria 16, 20)
vossa palavra todo-poderosa desceu dos céus e do trono real, e, qual um implacável guerreiro, arremessou-se sobre a terra condenada à ruína.* (Sabedoria 18, 15)