Talált 17687 Eredmények: Pó
Não resistirão a um rei nem a inimigos. Como se pode, pois, admitir ou pensar que são deuses? (Baruc 6, 55)
Não se poderão defender dos ladrões, nem dos salteadores, estes deuses de madeira, dourados e prateados, porque aqueles, sendo mais fortes, (Baruc 6, 56)
os despojarão do ouro, da prata e das vestes de que estão cobertos, e se irão com isso embora, sem que tais deuses se possam valer a si mesmos. (Baruc 6, 57)
Vale, pois, mais ser um rei, que ostenta as suas forças, ou uma vasilha útil na casa, da qual se serve o que a possui, ou uma porta em qualquer casa que guarda o que há dentro dela, ou ainda uma coluna de madeira num palácio, do que ser um destes falsos deuses. (Baruc 6, 58)
Da mesma sorte o relâmpago que, quando fuzila, é belo à vista, e o vento que sopra por toda a região, (Baruc 6, 60)
O fogo, também enviado de cima para que consuma os montes e os bosques, faz o que lhe foi ordenado. Mas estes (deuses) não se assemelham a nenhuma coisa destas, nem em beleza nem em poder. (Baruc 6, 62)
Por onde não se deve pensar nem dizer que são deuses visto que não podem fazer justiça nem conceder benefícios aos homens. (Baruc 6, 63)
Por isso, sabendo que não são deuses, não os temais, (Baruc 6, 64)
Não podem amaldiçoar nem abençoar os reis. (Baruc 6, 65)
Não podem mostrar no céu sinais aos povos, não brilham como o sol nem alumiam como a lua. (Baruc 6, 66)
Mais do que eles valem os animais, que podem refugiar-se debaixo dum coberto e ser úteis a si próprios. (Baruc 6, 67)
Não nos é, pois manifesto, de maneira alguma, que são deuses; portanto não os temais, (Baruc 6, 68)