Mosaico decorativo

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  • Não resistirão a um rei nem a inimigos. Como se pode, pois, admitir ou pensar que são deuses? (Baruc 6, 55)

  • Não se poderão defender dos ladrões, nem dos salteadores, estes deuses de madeira, dourados e prateados, porque aqueles, sendo mais fortes, (Baruc 6, 56)

  • os despojarão do ouro, da prata e das vestes de que estão cobertos, e se irão com isso embora, sem que tais deuses se possam valer a si mesmos. (Baruc 6, 57)

  • Vale, pois, mais ser um rei, que ostenta as suas forças, ou uma vasilha útil na casa, da qual se serve o que a possui, ou uma porta em qualquer casa que guarda o que há dentro dela, ou ainda uma coluna de madeira num palácio, do que ser um destes falsos deuses. (Baruc 6, 58)

  • Da mesma sorte o relâmpago que, quando fuzila, é belo à vista, e o vento que sopra por toda a região, (Baruc 6, 60)

  • O fogo, também enviado de cima para que consuma os montes e os bosques, faz o que lhe foi ordenado. Mas estes (deuses) não se assemelham a nenhuma coisa destas, nem em beleza nem em poder. (Baruc 6, 62)

  • Por onde não se deve pensar nem dizer que são deuses visto que não podem fazer justiça nem conceder benefícios aos homens. (Baruc 6, 63)

  • Por isso, sabendo que não são deuses, não os temais, (Baruc 6, 64)

  • Não podem amaldiçoar nem abençoar os reis. (Baruc 6, 65)

  • Não podem mostrar no céu sinais aos povos, não brilham como o sol nem alumiam como a lua. (Baruc 6, 66)

  • Mais do que eles valem os animais, que podem refugiar-se debaixo dum coberto e ser úteis a si próprios. (Baruc 6, 67)

  • Não nos é, pois manifesto, de maneira alguma, que são deuses; portanto não os temais, (Baruc 6, 68)


"Quando a videira se separa da estaca que a sustenta, cai e apodrece." São Padre Pio de Pietrelcina