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Juntou todos os sacerdotes das cidades de Judá e profanou os altos, onde os sacerdotes sacrificavam, desde Gabaa até Bersabé, e destruiu os altares das portas à entrada da casa de Josué, governador da cidade, que ficava à esquerda da porta da cidade. (II Reis 23, 8)
Destruiu também Josias todos os santuários dos lugares altos, que havia nas cidade da Samaria, os quais os reis de Israel tinham edificado, com irritação do Senhor, e fez-lhes tudo o que tinha feito em Betel. (II Reis 23, 19)
Matou todos os sacerdotes dos lugares altos, que neles estavam encarregados dos altares, e queimou sobre estes altares ossos humanos. Depois voltou a Jerusalém. (II Reis 23, 20)
O rei deu esta ordem a todo o povo; Celebrai a Páscoa em honra do Senhor vosso Deus, do modo que está escrito no livro desta aliança. (II Reis 23, 21)
Jamais se celebrou Páscoa igual, desde o tempo dos juízes que julgaram Israel, e durante todo o tempo dos reis de Israel e dos reis de Judá, (II Reis 23, 22)
Não houve rei antes de Josias que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo o coração, de toda a sua alma e com toda a sua força, seguindo em tudo a lei de Moisés; nem depois dele houve outro semelhante. (II Reis 23, 25)
Isto aconteceu em cumprimento da palavra do Senhor contra Judá, de o tirar da sua presença por causa de todos os crimes, que Manassés tinha cometido, (II Reis 24, 3)
Levou dali todos os tesouros da casa do Senhor e todos os tesouros da casa real, e despedaçou todos os vasos de ouro que Salomão, rei de Israel, tinha feito para o templo do Senhor, conforme a palavra do Senhor. (II Reis 24, 13)
Levou para o cativeiro toda a Jerusalém, todos os chefes, todos os valentes do exército, ao todo dez mil, e todos os artistas e ferreiros; não ficou nada, à excepção dos pobres, dentre o povo do país. (II Reis 24, 14)
Deportou também para Babilônia Joaquim, a mãe do rei, as mulheres do rei e os seus eunucos, e levou cativos de Jerusalém para Babilônia todos os grandes do país. (II Reis 24, 15)
Todos os homens robustos, em número de sete mil, os artistas e ferreiros, em número de mil, todos os homens fortes e guerreiros, o rei de Babilônia levou-os cativos para a Babilônia. (II Reis 24, 16)
No ano nono do seu reinado, no décimo dia do décimo mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, com todo o seu exército contra Jerusalém, pôs-lhe cerco e construiu muros de aproximação (para o ataque) ao redor dela. (II Reis 25, 1)