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Ana, respondendo, disse: Não é assim, meu senhor; eu sou uma mulher muito infeliz, não bebi vinho, nem outra coisa que possa embriagar, mas dilatei a minha alma na presença do Senhor. (I Samuel 1, 15)
Não tomes a tua escrava por uma das filhas de Belial, porque pela grandeza da minha dor e da minha aflição é que falei até agora. (I Samuel 1, 16)
Ela respondeu: Praza a Deus que a tua escrava ache graça aos teus olhos. E a mulher foi pelo seu caminho, e comeu, e o seu rosto já não era o mesmo. (I Samuel 1, 18)
Assim sucedeu que, havendo Ana concebido, passado o seu tempo, deu à luz um filho, a que pôs o nome de Samuel, porque o tinha pedido ao Senhor. (ver nota) (I Samuel 1, 20)
Ana não foi, porque disse ao seu marido: Eu não irei, antes que o menino esteja desleitado; então o levarei, para que apareça na presença do Senhor, e lá fique para sempre. (I Samuel 1, 22)
Elcana, seu marido, disse-lhe: Faze o que te parecer bem; fica até o desleitares, e eu rogo ao Senhor que cumpra a sua palavra. Ficou pois Ana em casa, e deu leite a seu filho, até que o desleitou. (I Samuel 1, 23)
Depois de o ter desleitado, levou-o consigo, e três novilhos, três alqueires de farinha, um cântaro de vinho, e levou-o à casa do Senhor em Silo. O menino era ainda pequenino. (I Samuel 1, 24)
Ana disse: Ouve-me, senhor meu, por tua vida. Eu sou aquela mulher que esteve aqui em tua presença orando ao Senhor. (I Samuel 1, 26)
Eu orei por este menino, e o Senhor concedeu-me a petição que lhe fiz. (I Samuel 1, 27)
Portanto eu também o dou ao Senhor; durante todos os dias da sua vida, ele será dado ao Senhor. E adoraram ali o Senhor. Ana orou, dizendo: (I Samuel 1, 28)
O meu coração exulta no Senhor, e a minha força foi exaltada pelo meu Deus; a minha boca abriu-se para responder aos meus inimigos, porque me alegrei na salvação que recebi de ti. (ver nota) (I Samuel 2, 1)
Não há quem seja santo como o Senhor, porque não há outro (Deus) fora de ti, não há quem seja forte como o nosso Deus. (I Samuel 2, 2)