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Tira, ó Jerusalém, os vestidos do teu luto e da tua aflição, e reveste-te para sempre da beleza da glória que te vem de Deus, (Baruc 5, 1)
O nome, que Deus te imporá para sempre, será: Paz da justiça e glória da piedade, (Baruc 5, 4)
Levanta-te, ó Jerusalém, põe-te no alto e olha para o oriente! Vê teus filhos congregados, desde o poente ao levante, em virtude da palavra do Santo cheios de alegria por Deus se ter lembrado deles. (Baruc 5, 5)
Deus determinou abaixar todos os montes altos e as colinas eternas, e encher os vales para se tornar plana a terra, a fim de que Israel ande com segurança para glória de Deus. (Baruc 5, 7)
Como se fazem adornos para uma donzela que gosta deles, assim se toma ouro e se fabricam coroas para colocar na cabeça de tais deuses. (Baruc 6, 8)
portanto não os temais. Como uma vasilha, se se quebra, fica inútil para o homem, assim são também os seus deuses. (Baruc 6, 15)
Assim como se fecham as portas da prisão àquele que ofendeu o rei e que vai ser morto, do mesmo modo seguram os sacerdotes as portas dos templos com fechaduras e ferrolhos, para que (os seus deuses) não sejam despojados pelos ladrões. (Baruc 6, 17)
Acendem-lhes lâmpadas, e em maior número que para si próprios, mas os deuses não podem ver nenhuma. (Baruc 6, 18)
O ouro que os cobre, serve para os embelezar, mas se alguém lhes não limpar o empanamento, reluzirão. Mesmo quando os fundiam, nada sentiram. (Baruc 6, 23)
Os seus sacerdotes vendem tais oferendas, para seu proveito; as suas mulheres tomam também uma parte que salgam (para conservar), não dando coisa alguma, nem aos pobres nem aos enfermos. (Baruc 6, 27)
Porque são de madeira, dourados e prateados, vir-se-á a saber, um dia, que são falsos; claro se tornará, para todos os povos e reis, que não são deuses, mas obra da mão dos homens, e que não há neles operação alguma divina. (Baruc 6, 50)
O fogo, também enviado de cima para que consuma os montes e os bosques, faz o que lhe foi ordenado. Mas estes (deuses) não se assemelham a nenhuma coisa destas, nem em beleza nem em poder. (Baruc 6, 62)