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Suas pernas são colunas de alabastro erguidas sobre pedestais de ouro puro. Seu aspecto é como o do Líbano, imponente como os cedros. (Cântico dos Cânticos 5, 15)
– O meu bem-amado desceu ao seu jardim, aos canteiros perfumados; para apascentar em meu jardim, e colher lírios. (Cântico dos Cânticos 6, 2)
Desvia de mim os teus olhos, porque eles me fascinam. Teus cabelos são como um rebanho de cabras descendo impetuosamente pelas encostas de Galaad.* (Cântico dos Cânticos 6, 5)
Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha? (Cântico dos Cânticos 6, 10)
Eu não o sabia; minha alma colocou-me nos carros de Aminadab.* (Cântico dos Cânticos 6, 12)
– Volta, volta, ó Sulamita; volta, volta, para que nós te vejamos. – Por que olhais a Sulamita, quando ela entra na dança de Maanaim?* (Cântico dos Cânticos 7, 1)
– Como são graciosos os teus pés nas tuas sandálias, filha de príncipe! A curva de teus quadris assemelha-se a um colar, obra de mãos de artista;* (Cântico dos Cânticos 7, 2)
teu pescoço é uma torre de marfim; teus olhos são as fontes de Hesebon junto à porta de Bat-Rabim. Teu nariz é como a torre do Líbano, que olha para os lados de Damasco; (Cântico dos Cânticos 7, 5)
“Vou subir à palmeira – disse eu comigo mesmo – e colherei os seus frutos.” Sejam-me os teus seios como cachos da vinha. (Cântico dos Cânticos 7, 9)
– Põe-me como um selo sobre o teu coração, como um selo sobre os teus braços; porque o amor é forte como a morte, a paixão é violenta como o Sheol.* Suas centelhas são centelhas de fogo, uma chama divina. (Cântico dos Cânticos 8, 6)
– Ora, eu sou um muro, e meus seios são como torres; por isso, sou aos seus olhos uma fonte de alegria. (Cântico dos Cânticos 8, 10)
Salomão tinha uma videira em Baal-Hamon. Confiou-a aos guardas: cada um dos quais devia dar mil siclos de prata pelos frutos colhidos. (Cântico dos Cânticos 8, 11)