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Noé, entretanto, encontrou graça aos olhos do Senhor. (Gênesis 6, 8)
A terra corrompia-se diante de Deus e enchia-se de violência. (Gênesis 6, 11)
Deus olhou para a terra e viu que ela estava corrompida: toda a criatura seguia na terra o caminho da corrupção. (Gênesis 6, 12)
Então Deus disse a Noé: “Eis chegado o fim de toda a criatura diante de mim, pois eles encheram a terra de violência. Vou exterminá-los juntamente com a terra. (Gênesis 6, 13)
O Senhor disse a Noé: “Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque te reconheci justo diante dos meus olhos, entre os de tua geração. (Gênesis 7, 1)
As águas inundaram tudo com violência, e cobriram toda a terra, e a arca flutuava na superfície das águas. (Gênesis 7, 18)
Soltou também uma pomba, para ver se as águas teriam já diminuído na face da terra. (Gênesis 8, 8)
A pomba, porém, não encontrando onde pousar, voltou para junto dele na arca, porque havia ainda água na face da terra. Noé estendeu a mão, e tendo-a tomado, recolheu-a na arca. (Gênesis 8, 9)
Esperou mais sete dias, e soltou de novo a pomba fora da arca. (Gênesis 8, 10)
E eis que pela tarde ela voltou, trazendo no bico uma folha verde de oliveira. Assim Noé compreendeu que as águas tinham baixado sobre a terra. (Gênesis 8, 11)
Esperou ainda sete dias, e soltou a pomba que desta vez não mais voltou. (Gênesis 8, 12)
No ano seiscentos e um, no primeiro mês, no primeiro dia do mês, as águas se tinham secado sobre a terra. Noé descobriu o teto da arca, olhou e viu que a superfície do solo estava seca. (Gênesis 8, 13)