Plano Completo de Leitura
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No dia 241, acompanhamos Jeremias alertando sobre a situação de Israel no exílio e proclamando juízo e esperança. Daniel 6-7 apresenta a fé inabalável de Daniel diante da adversidade e visões proféticas sobre os reinos futuros. Provérbios 16:5-8 nos lembra da importância da retidão e da confiança em Deus, mesmo em tempos de incerteza.
1. Fez-me o Senhor contemplar esta visão: colocadas diante do Templo do Senhor estavam duas cestas de figos. Isso foi depois que Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia deportado de Jerusalém Jeconias, filho de Joaquin, rei de Judá, juntamente com os chefes de Judá, e seus carpinteiros e serralheiros.*
2. Uma das cestas continha ótimos figos, como o são os prematuros; a outra, porém, tão maus que nem mesmo se podiam comer.
3. Disse-me o Senhor: “Que vês, Jeremias?”. “Figos” – respondi; “excelentes uns, péssimos outros, que nem mesmo servem para comer”.
4. Foi-me então dirigida pelo Senhor a palavra, nestes termos:
5. “Eis o que disse o Senhor, Deus de Israel. Assim como contemplas com prazer os figos bons, assim também olharei favoravelmente os desterrados de Judá que destes lugares exilei para a terra dos caldeus.
6. A eles lançarei olhar benévolo e os reconduzirei a esta terra, onde os restabelecerei para não mais arruiná-los, e de novo os plantarei sem que os torne a arrancar.
7. Eu lhes darei um coração capaz de conhecer-me e de saber que sou eu o Senhor. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus porque de todo o coração se voltarão a mim.
8. E, à semelhança do que acontece aos maus figos, que por demais estragados já não são comíveis, assim também farei, diz o Senhor, de Sedecias, rei de Judá, dos seus chefes e do resto da população de Jerusalém que permanece nesta terra ou que no Egito se haja refugiado.
9. Farei deles objeto de pavor, de desgraça para todos os reinos da terra, de vergonha e zombaria, escárnio e maldição em toda parte por onde os dispersar.
10. Contra eles enviarei a espada, a fome e a peste até que sejam exterminados do solo que a eles e a seus pais havia concedido”.
1. Eis o que foi dito a Jeremias, a respeito de todo o povo de Judá, no quarto ano do reinado de Joaquin, filho de Josias, rei de Judá era no primeiro ano de Nabucodonosor, rei da Babilônia*
2. e que o profeta Jeremias tornou conhecido de todo o povo de Judá e dos habitantes de Jerusalém:
3. “Desde o décimo terceiro ano de Josias, filho de Amon, rei de Judá, até este dia, eis que vinte e três anos são decorridos desde que a palavra do Senhor me foi dirigida e que vo-la transmiti com assiduidade, sem a terdes, entretanto, escutado.
4. Continuamente, o Senhor enviou-vos os profetas, seus servos, mas nenhuma atenção lhes prestastes, e não destes ouvidos às suas mensagens.
5. Assim falava ele: renuncie cada um de vós à vida perversa e à maldade do procedimento, e ficareis para sempre na terra que o Senhor vos havia concedido, assim como a vossos pais desde sempre.
6. Não andeis à procura de outros deuses, para ante eles vos prostrardes e lhes renderdes culto. Não me provoqueis à cólera, para vossa própria desgraça, com esses ídolos que vossas mãos fabricaram.
7. Mas não me escutastes – oráculo do Senhor –, o que provocou minha cólera, para a vossa desgraça, por causa dos ídolos feitos por vossas mãos.
8. Por isso, assim disse o Senhor dos exércitos: Porque não me escutastes as palavras,
9. vou conclamar todas as tribos do norte – oráculo do Senhor –, assim como o meu servo, Nabucodonosor, rei da Babilônia, a fim de lançá-los contra esta terra e seus habitantes, e todas essas nações que a cercam. Eu os votarei ao interdito e deles farei objeto de assombro, de assobio e de eterna ruína.
10. Abafarei seus gritos de alegria e os cânticos de júbilo, a voz do esposo e da esposa, e amortecerei o ruído da mó e o brilho da lâmpada.
11. Esta terra se converterá em angústia e solidão, e por setenta anos lhe há de perdurar a servidão ao rei da Babilônia.*
12. Decorridos esses setenta anos, castigarei o rei da Babilônia e seu povo por causa de seus pecados – oráculo do Senhor –, assim como a terra dos caldeus, que transformarei definitivamente num deserto.
13. Contra essa terra executarei todas as ameaças que proferi contra ela, e que neste livro se acham consignadas. O que Jeremias profetizou contra todas as nações pagãs.*
14. Porquanto, eles serão, por sua vez, subjugados por numerosas nações e grandes reis, e lhes retribuirei segundo os atos e feitos de suas mãos!
15. Eis o que me disse o Senhor, Deus de Israel: “Toma de minhas mãos esta taça cheia do vinho de minha ira, e faze com que dele bebam todos os povos, aos quais te enviarei.
16. Quando o tiverem bebido, ficarão e enlouquecerão à vista da espada que contra eles enviarei”.
17. Tomei, então, a taça das mãos do Senhor e dela fiz beber todos os povos aos quais me enviou o Senhor:
18. Jerusalém e as cidades de Judá, seus reis e chefes, para transformar tudo em um deserto, em uma desolação ante a qual se há de escarnecer, exemplo que será citado entre as maldições, como hoje se vê;
19. ao faraó, rei do Egito, aos seus servos, oficiais e povo,
20. assim como à mistura das populações, a todos os reis de terra de Us, a todos os reis da terra dos filisteus e a Ascalon, Gaza, Acaron, ao que resta de Azoto,
21. à Edom, a Moab e aos filhos de Amon;
22. a todos os reis de Tiro, aos de Sidônia e aos das ilhas que estão além do mar,
23. e a Dadã, Temã e Buz; a todos os que se fazem cortar os cabelos nas têmporas;
24. aos reis da Arábia e aos da mistura de populações que habita o deserto;
25. a todos os reis de Zambri, aos de Elam e aos reis da Média;
26. a todos os reis do norte, próximos ou longínquos, uns após outros; a todos os reinos do mundo que habitam na superfície da terra. E depois deles beberá o rei de Ainolibab.
27. “Tu lhes dirás, então: assim disse o Senhor, Deus de Israel: Bebei, embriagai-vos, vomitai e caí para não mais vos levantardes sob o gládio que envio contra vós. –
28. Se se recusarem a tomar a taça de tuas mãos para beber, isto lhes dirás: eis o que me disse o Senhor dos exércitos: Haveis de bebê-la.
29. É pela cidade, onde meu nome foi invocado, que começo a punir; e vós, estaríeis isentos do meu castigo? Não, não sereis poupados, pois que farei vir a espada sobre todos os habitantes da terra – oráculo do Senhor dos exércitos.
30. E assim profetizarás: Ruge o Senhor do alto do céu, e de sua morada santa faz ouvir a sua voz. Ruge contra o seu rebanho, e lança o grito do pisador contra todos os habitantes da terra.
31. Estende-se o tumulto até os confins do mundo, pois que o Senhor está em litígio com as nações. Entra em processo contra toda carne, entregando à espada os maus – oráculo do Senhor.
32. Eis o que diz o Senhor dos exércitos: eis que o flagelo vai estender-se de nação em nação. E dos confins da terra vai desencadear-se violenta tempestade.
33. Aqueles que o Senhor nesse dia tiver atingido, de uma a outra extremidade da terra, não serão chorados, nem recolhidos e sepultados, jazendo no solo qual esterco.
34. Brami, pastores, gritai! Rolai na poeira, chefes do rebanho! Pois que chegou o dia de vossa destruição, e caireis como carneiros escolhidos.*
35. Não haverá mais refúgio para os pastores, nem salvação para os chefes do rebanho!
36. Ouvi os gritos dos pastores, e os bramidos dos chefes do rebanho, porque o Senhor lhes devasta os pastos.
37. A placidez dos campos é devastada pela cólera fervente do Senhor.
38. Partiu qual leão ao safar-se da rede; a terra vai transformar-se em deserto, sob os golpes do gládio destruidor, e da ardente cólera do Senhor.”
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1. Dario, o medo, recebeu a realeza mais ou menos com a idade de sessenta e dois anos.*
2. Aprouve a Dario, o medo, constituir e espalhar por todo o seu reino cento e vinte sátrapas,
3. submetidos a três ministros, um dos quais era Daniel, a quem eles teriam de prestar contas, a fim de que os interesses do rei nunca fossem lesados.
4. Ora, Daniel, devido à superioridade de seu espírito, levava vantagem sobre os ministros e sátrapas e, com isso, o rei sonhava em pô-lo à frente de todo o reino.
5. Por isso, ministros e sátrapas procuravam um meio de acusar Daniel em relação à sua administração. Mas não puderam descobrir pretexto algum, nem falta, porque ele era íntegro e nada de faltoso e repreensível se encontrava nele.
6. Esses homens disseram, então: “Não acharemos motivo algum de acusação contra esse Daniel, a não ser naquilo que diz respeito à Lei de seu Deus”.
7. Então, ministros e sátrapas vieram tumultuosamente procurar o rei e lhe disseram: “Rei Dario, longa vida ao rei!
8. Os ministros do reino, os prefeitos, os sátrapas, os conselheiros e os governadores estão todos de acordo em que seja publicado um edito real com uma interdição, estabelecendo que aquele que nesses trinta dias dirigir preces a um deus ou homem qualquer que seja, além de ti, ó rei, seja jogado na cova dos leões.
9. Promulga pois, ó rei, esta interdição, e manda fazer um documento, a fim de que, conforme o estabelecido na lei definitiva dos medos e dos persas, não possa ser revogada”.
10. Em consequência, o rei Dario fez redigir o documento contendo a referida interdição.
11. Ouvindo essa notícia, Daniel entrou em sua casa, a qual tinha no quarto de cima janelas que davam para o lado de Jerusalém. Três vezes ao dia, ajoelhado, como antes, continuou a orar e a louvar a Deus.
12. Então, esses homens acorreram amotinados e encontraram Daniel em oração, invocando seu Deus.
13. Foram imediatamente ao palácio do rei e disseram-lhe, a respeito do edito real de interdição: “Não promulgaste, ó rei, uma proibição estabelecendo que quem nesses trinta dias invocasse algum deus ou homem qualquer que fosse, à exceção tua, seria jogado na cova dos leões?”. “Certamente” – respondeu o rei –, “(assim foi feito) segundo a lei dos medos e dos persas, que não pode ser modificada.”
14. “Pois bem” – continuaram –, “Daniel, o deportado de Judá, não tem consideração nem por tua pessoa nem por teu decreto: três vezes ao dia ele faz sua oração.”
15. Ouvindo essas palavras, o rei, bastante contrariado, tomou contudo a resolução de salvar Daniel, e nisso esforçou-se até o pôr do sol.
16. Mas os mesmos homens novamente o vieram procurar em tumulto: “Saibas, ó rei” – disseram-lhe – “que a lei dos medos e dos persas não permite derrogação alguma a uma proibição ou a uma medida publicada em edito pelo rei”.
17. Então, o rei deu ordem para trazerem Daniel e o jogarem na cova dos leões. “Que o Deus, que tu adoras com tanta fidelidade” – disse-lhe – “queira ele mesmo salvar-te!”
18. Trouxeram uma pedra, que foi rolada sobre a abertura da cova; o rei lacrou-a com seu sinete e com o dos grandes, a fim de que nada fosse modificado em relação a Daniel.
19. De volta a seu palácio, o rei passou a noite sem nada tomar, e sem mandar vir concubina alguma para junto de si. Não conseguiu adormecer.
20. Logo ao amanhecer, levantou-se e dirigiu-se a toda pressa à cova dos leões.
21. Quando se aproximou, chamou Daniel com voz cheia de tristeza: “Daniel” – disse-lhe –, “servo de Deus vivo, teu Deus que tu adoras com tanta fidelidade terá podido salvar-te dos leões?!”.
22. Daniel respondeu-lhe: “Senhor, vida longa ao rei!
23. Meu Deus enviou seu anjo e fechou a boca dos leões; eles não me fizeram mal algum, porque a seus olhos eu era inocente e porque contra ti também, ó rei, não cometi falta alguma”.
24. Então o rei, todo feliz, ordenou que se retirasse Daniel da cova. Foi ele assim retirado sem traço algum de ferimento, porque tinha tido fé em seu Deus.
25. Por ordem do rei, mandaram vir então os acusadores de Daniel, que foram jogados na cova dos leões com suas mulheres e seus filhos. Não haviam tocado o fundo da cova, e já os leões os agarraram e lhes trituraram os ossos!
26. Então, o rei Dario escreveu: “A todos os povos, a todas as nações e aos povos de todas as línguas que habitam sobre a terra, felicidade e prosperidade!
27. Por mim é ordenado que em toda a extensão de meu reino se mantenha perante o Deus de Daniel temor e tremor. É o Deus vivo, que subsiste eternamente; seu reino é indestrutível e seu domínio é perpétuo.
28. Ele salva e livra, faz milagres e prodígios no céu e sobre a terra: foi ele quem livrou Daniel das garras dos leões”.
29. Foi assim que Daniel prosperou durante o reinado de Dario e durante o de Ciro, o persa.*
1. No primeiro ano do reinado de Baltazar, rei da Babilônia, Daniel, estando em seu leito, teve um sonho e visões surgiram em seu espírito. Consignou por escrito esse sonho e a substância dos fatos.
2. Assim se manifestou: Via, no transcurso de minha visão noturna, os quatro ventos do céu precipitarem-se sobre o Grande Mar.*
3. Surgiram das águas quatro grandes animais, diferentes uns dos outros.*
4. O primeiro parecia-se com um leão, mas tinha asas de águia. Enquanto o olhava, suas asas foram-lhe arrancadas, foi levantado da terra e erguido sobre seus pés como um homem, e um coração humano lhe foi dado.*
5. Apareceu em seguida outro animal semelhante a um urso; erguia-se sobre um lado e tinha à boca, entre seus dentes, três costelas. Diziam-lhe: “Vamos! Devora bastante carne!”.*
6. Depois disso, vi um terceiro animal, idêntico a uma pantera, que tinha nas costas quatro asas de pássaro; tinha ele também quatro cabeças. O império lhe foi atribuído.*
7. Finalmente, como eu contemplasse essas visões noturnas, vi um quarto animal, medonho, pavoroso e de uma força excepcional. Possuía enormes dentes de ferro; devorava, depois triturava e pisava aos pés o que sobrava. Ao contrário dos animais precedentes, ostentava dez chifres.
8. Como estivesse ocupado em observar esses chifres, eis que surgiu, entre eles outro chifre menor, e três dos primeiros foram arrancados para dar-lhe lugar. Este chifre tinha olhos idênticos aos olhos humanos e uma boca que proferia palavras arrogantes.*
9. Continuei a olhar, até o momento em que foram colocados os tronos e um ancião chegou e se sentou. Brancas como a neve eram suas vestes, e tal como a pura lã era sua cabeleira; seu trono era feito de chamas, com rodas de fogo ardente.*
10. Saído de diante dele, corria um rio de fogo. Milhares e milhares o serviam, dezenas de milhares o assistiam! O tribunal deu audiência e os livros foram abertos.*
11. Olhei então, devido à balbúrdia causada pelos discursos arrogantes do chifre, olhei até o momento em que o animal foi morto, seu corpo subjugado e a fera jogada ao fogo.
12. Quanto aos outros animais, o domínio lhes foi igualmente retirado, mas a duração de sua vida foi fixada até um tempo e uma data.
13. Olhando sempre a visão noturna, vi um ser, semelhante ao filho do homem, vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião, diante de quem foi conduzido.*
14. A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído.
15. Quanto a mim, Daniel, senti minha alma desfalecer dentro de mim, e fiquei perturbado por essas visões de meu espírito.
16. Aproximando-me de um dos assistentes, perguntei-lhe sobre a realidade de tudo isso. Respondeu-me dando a explicação seguinte:*
17. “Esses grandes animais” – disse –, “em número de quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.
18. Mas os santos do Altíssimo receberão a realeza e a conservarão por toda a eternidade”.
19. Quis então saber exatamente o que representava o quarto animal, diferente dos demais, pavoroso em extremo, cujos dentes eram de ferro e as garras de bronze, que devorava, depois triturava e calcava aos pés o que sobrava.
20. Quis ser informado sobre os dez chifres que tinha na cabeça, bem como a respeito desse outro chifre que havia surgido e diante do qual três chifres haviam caído, esse chifre que tinha olhos e uma boca que proferia palavras arrogantes, e parecia maior do que os outros.
21. Tinha visto esse chifre fazer guerra aos santos e levar-lhes vantagem, até o momento em que veio o ancião,
22. quando foi feita justiça aos santos do Altíssimo e quando lhes chegou a hora de obterem a realeza.
23. Ele me respondeu: “O quarto animal é um quarto reino terrestre, diferente de todos os demais, que devorará, calcará e aniquilará o mundo.
24. Os dez chifres indicam dez reis levantando-se nesse reino. Mas depois deles surgirá outro, diferente, que destronará três.*
25. Proferirá insultos contra o Altíssimo, e formará o projeto de mudar os tempos e a Lei; e os santos serão entregues ao seu poder durante um tempo, tempos e metade de um tempo.*
26. Mas o julgamento se realizará e lhe será arrancado seu domínio, para destruí-lo e suprimi-lo definitivamente.
27. A realeza, o império e a suserania de todos os reinos situados sob os céus serão devolvidos ao povo dos santos do Altíssimo, cujo reino é eterno e a quem todas as soberanias renderão seu tributo de obediência”.
28. Aqui terminou o discurso a mim dirigido. Quanto a mim, Daniel, meus pensamentos transtornaram-me a ponto de me mudar de cor. Mas conservei tudo isso em meu coração.
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5. Todo coração altivo é abominação ao Senhor: certamente não ficará impune.
6. É pela bondade e pela verdade que se expia a iniquidade; pelo temor do Senhor evita-se o mal.
7. Quando agradam ao Senhor os caminhos de um homem, reconcilia com ele seus próprios inimigos.
8. Mais vale o pouco com justiça do que grandes lucros com iniquidade.
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"A mansidão reprime a ira." São Padre Pio de Pietrelcina