Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 242, Jeremias continua suas advertências, chamando o povo ao arrependimento e à submissão à vontade de Deus. Daniel 8-9 revela visões proféticas sobre o futuro de Israel e o plano divino para a redenção. Provérbios 16:9-12 ensina sobre o caminho do justo, a importância do planejamento guiado por Deus e a justiça em nossas ações diárias.

Capítulo 26

1. No começo do reinado de Joaquin, filho de Josias, rei de Judá, foi dirigida a Jeremias a palavra do Senhor nestes termos:

2. “Eis o que disse o Se­nhor: coloca-te no átrio do templo e a toda a gente de Judá, que vier prosternar-se no Templo do Senhor, repete todas as palavras que te ordenei dizer, sem deixar nenhuma.

3. Talvez as ouçam eles e renunciem ao perverso comportamento. Eu me arrependerei, então, dos males que cogito desencadear sobre eles por motivo da perversidade de sua vida.

4. E, então, tu lhes dirás: eis o que diz o Senhor: Se não me escutardes, se não obedecerdes à Lei que vos impus,

5. e não ouvirdes as palavras dos profetas, meus servos, que não cessei de vos enviar continuamente, sem que delas vos importásseis,

6. farei deste edifício o que fiz de Silo e desta cidade um exemplo que todos os povos da terra citarão em suas maldições”.*

7. Os sacerdotes, os profetas e todo o povo ouviram Jeremias pronunciar essas palavras no templo.

8. Mal, porém, acabara de repetir o que o Senhor lhe ordenara dizer ao povo, lançaram-se sobre ele os sacerdotes, os profetas e a multidão, exclamando: “À morte!

9. Por que proferes, em nome do Senhor, este oráculo: a este templo o mesmo acontecerá que a Silo e se transformará em deserto sem habitantes esta cidade?”. Ajuntou-se então a multidão no templo em torno de Jeremias.

10. Ao saberem do que ocorria, acorreram do palácio real ao templo os oficiais de Judá e se postaram no umbral da Porta Nova do Templo do Senhor.

11. Então, os sacerdotes e os profetas clamaram aos oficiais e à multidão: “Este homem merece a morte porque profetizou contra esta cidade, como todos ouvistes com vossos próprios ouvidos”.

12. Jeremias, porém, retrucou aos oficiais e ao povo: “Foi o Senhor quem me deu o encargo de proferir contra este povo e esta cidade os oráculos que ouvistes.

13. Reformai, portanto, vossa vida e modo de agir, escutando a voz do Senhor, vosso Deus, a fim de que afaste de vós o mal de que vos ameaça.

14. Quanto a mim, entrego-me nas vossas mãos. Fazei de mim o que quiserdes e que melhor se vos afigure.

15. Sabei, porém, que se me condenardes à morte, será de sangue inocente que maculareis esta cidade e seus habitantes; pois, na verdade, foi o Senhor quem me ordenou vos transmitisse estes oráculos”.

16. Disseram, então, os oficiais e a multidão aos sacerdotes e profetas: “Este homem não merece a morte! Foi em nome do Senhor, nosso Deus, que nos falou”.

17. Ante a multidão tomaram a palavra alguns dos anciãos:

18. “Miqueias de Morasti, disseram eles, que profetizava no tempo de Ezequias, rei de Judá, assim falou ao povo: isto diz o Senhor dos exércitos: Sião será como um campo lavrado. Jerusalém será um montão de escombros, e a colina do templo, um morro cheio de mato.*

19. Ezequias, rei de Judá, e o povo de Judá condenaram-no por isso à morte! Não temeram eles o Senhor? Não lhe imploraram o favor, a ponto de se arrepender do mal com que os ameaçava? E nós poderíamos arcar com a responsabilidade de tão grande crime?”.

20. Houve também um homem que proferia oráculos em nome do Senhor: Urias, filho de Semeías, de Cariatarim. Contra a cidade e o país anunciara os mesmos flagelos que Jeremias.

21. Chegaram suas palavras aos ouvidos do rei Joaquin e de seus oficiais e chefes, tendo o rei procurado meios de condená-lo à morte. Urias, informado do que se passava, teve medo e fugiu, refugiando-se no Egito.

22. Mas Joaquin enviou ao Egito Elnatã, filho de Acobor, acompanhado de alguns homens.

23. Estes trouxeram o profeta do Egito e entregaram-no ao rei, o qual o mandou degolar, jogando seu cadáver na fossa comum.

24. Contudo, a influência de Aicam, filho de Safã, protegeu Jeremias, impedindo que fosse entregue ao povo e condenado à morte.

Capítulo 27

1. No início do reinado de Sedecias, filho de Josias, rei de Judá, foi dirigida a palavra do Senhor a Jeremias nestes termos:*

2. “Eis o que me disse o Senhor: prepara laços e barras de jugo e coloca-os ao pescoço.

3. Em seguida, tu os enviarás ao rei de Edom, ao rei de Moab, ao rei dos filhos de Amon, ao rei de Tiro e ao rei de Sidônia, por intermédio dos embaixadores que vieram a Jerusalém apresentar-se a Sedecias, rei de Judá.

4. E tu os encarregarás de levar a seus senhores esta mensagem: eis o que disse o Senhor, Deus de Israel: dizei a vossos senhores:

5. eu sou aquele que, por soberana ação da força do meu braço, criei a terra, e os homens e os animais que nela se encontram, e a dou a quem melhor me aprouver;

6. todos estes países agora eu os entreguei ao meu servo, Nabucodonosor, rei da Babilônia, a quem confiei mesmo os animais dos campos para lhe serem sujeitos.

7. Todas estas nações lhe ficarão submissas, assim como a seu filho e neto, até que chegue também a vez de sua terra, a qual será dominada por numerosas nações e grandes reis.

8. A nação ou o reino que se recusar a servir Nabucodonosor, rei da Babilônia, e a inclinar-se ante o seu jugo, eu castigarei – oráculo do Senhor – pela espada, pela fome ou pela peste até que se aniquile em suas mãos.

9. Não escuteis, portanto, vossos profetas e adivinhos, nem vossos vaticinadores, astrólogos e feiticeiros que vos disseram que não sereis sujeitos ao rei da Babilônia.

10. Porque são mentiras que vos profetizam, a fim de que sejais banidos de vossa terra, dispersados por mim e levados a perecer.

11. Ao contrário, o povo que se inclinar ante o jugo do rei da Babilônia e a ele submeter-se, eu o deixarei tranquilo em sua terra – oráculo do Senhor –, a fim de cultivá-la e nela morar”.

12. Dirigi-me, em seguida, a Sedecias com quem mantive a mesma linguagem: “Curvai vossas cabeças sob o jugo do rei da Babilônia. Servi-o a ele e a seu povo, e tereis a vida.

13. Por que expor-te, tu e teu povo, à morte pela espada, pela fome e pela peste, como o Senhor anunciou a todo povo que recusar servidão ao rei da Babilônia?

14. Não escuteis, portanto, a voz dos profetas que dizem que não sereis submetidos ao rei da Babilônia, pois são mentiras o que vos anunciam.

15. Não fui eu quem os enviou – oráculo do Senhor – e eles mentem proferindo oráculos em meu nome. Assim eu vos repelirei, e vós e vossos profetas perecereis”.

16. Dirigi-me, em seguida, aos sacerdotes e ao povo: “Eis o que diz o Senhor: Não escuteis a voz dos profetas ao dizer-vos que os objetos do templo em breve voltarão da Babilônia. É falsidade o que proferem.*

17. Não os escuteis. Submetei-vos ao rei da Babilônia, a fim de que possais viver. Por que seria esta cidade transformada em deserto?

18. Se na verdade são profetas ins­pirados pelo Senhor, que intercedam junto ao Senhor dos exércitos, a fim de que os objetos que ficaram no templo, no palácio do rei de Judá e em Jerusalém não sejam levados para Babilônia!

19. Porquanto, eis o que disse o Senhor dos exércitos a respeito das colunas, do mar, dos pedestais e dos demais objetos que ficaram na cidade,

20. e que Nabucodonosor, rei da Babilônia, não retirou, ao deportar de Jerusalém para Babilônia Jeconias, filho de Joaquin, rei de Judá, juntamente com todos os notáveis de Judá e Jerusalém...

21. Eis o que disse o Senhor dos exércitos, Deus de Israel, com referência aos objetos que ficaram no templo, no palácio do rei e em Jerusalém:

22. Serão eles carregados para Babilônia – oráculo do Senhor – e lá permanecerão até o dia em que eu for buscá-los e os trouxer para recolocá-los neste lugar”.

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Capítulo 8

1. No terceiro ano do reinado de Baltazar, eu, Daniel, tive uma visão, continuação daquela que eu tinha tido anteriormente.

2. Nessa visão, eu me achava na fortaleza de Susa, na província de Elam, e eu me vi, sempre em visão, às margens do Ulai.

3. Erguendo os olhos, eis que vi um carneiro, o qual se achava em frente ao rio. Tinha dois chifres, dois longos chifres, um dos quais era mais alto do que o outro. Esse chifre mais alto apareceu por último.

4. Vi o carneiro dar chifradas em direção do oeste, do norte e do sul. Nenhum animal resistia diante dele, e ninguém conseguia escapar de seu poder. Fazia o que queria, e crescia.*

5. Enquanto observava com atenção, eis que um bode robusto veio do Ocidente e percorreu a terra inteira sem tocar o solo; tinha entre os dois olhos um chifre muito saliente.

6. Foi até o carneiro de dois chifres, que eu tinha visto em frente ao rio, e avançou contra ele em um excesso de fúria.

7. Eu o vi aproximar-se do carneiro e atirando-se com fúria sobre ele, espancá-lo e quebrar-lhe os dois chifres, sem que o carneiro tivesse força para sustentar o assalto. O bode jogou por terra o carneiro e o calcou aos pés, sem que alguém interviesse para subtraí-lo ao ataque de seu adversário.

8. Então, o bode tornou-se muito grande. Mas, assim que se tornou poderoso, seu grande chifre quebrou-se e foi substituído por quatro chifres que cresciam em direção dos quatro ventos do céu.

9. De um deles saiu um pequeno chifre que se desenvolveu consideravelmente para o Sul, para o Oriente e para a joia dos países.*

10. Cresceu até alcançar os astros do céu, do qual fez cair por terra diversas estrelas e as calcou aos pés.*

11. Cresceu até o chefe desse exército de astros, cujo holocausto perpétuo aboliu e cujo santuário destruiu.*

12. Por causa da infidelidade, além do holocausto perpétuo, foi-lhe entregue um exército! A verdade foi jogada por terra. O pequeno chifre teve êxito na sua empreitada.

13. Ouvi um santo que falava, a quem outro santo respondeu: “Quanto tempo durará o anunciado pela visão a respeito do holocausto perpétuo, da infidelidade destruidora e do abandono do santuário e do exército calcado aos pés?”.

14. Res­pondeu: “Duas mil e trezentas noites e manhãs. Depois disso, o santuário será restabelecido”.*

15. Ora, enquanto eu contemplava essa visão e procurava o significado, vi, de pé diante de mim, um ser em forma humana,

16. e ouvi uma voz humana vinda do meio do Ulai: “Gabriel” – gritava –, “explica-lhe a visão”.*

17. Dirigiu-se então em direção ao lugar onde eu me achava. À sua aproximação, fiquei apavorado e caí com a face em terra. “Filho do homem” – disse-me ele –, “compreende bem que essa visão simboliza o tempo final.”

18. Enquanto falava comigo, desmaiei, com o rosto em terra. Mas, ele tocou-me e me fez ficar de pé.

19. “Eis” – disse –, “vou revelar-te o que acontecerá nos últimos tempos da cólera, porque isso diz respeito ao tempo final.

20. O carneiro de dois chifres, que viste, simboliza os reis da Média e da Pérsia.

21. O bode valente é o rei de Javã; o grande chifre que ele tem entre os olhos é o primeiro rei.*

22. Sua ruptura e o nascimento de quatro chifres em seu lugar significam quatro reinos saindo dessa nação, mas sem terem o mesmo poder.*

23. No fim do reinado deles, quando estiver cheia a medida dos infiéis, um rei surgirá, cheio de crueldade e fingimento.

24. Seu poder aumentará, nunca porém por si mesmo. Fará monstruosas devastações, terá êxito nas suas empresas, exterminará os poderosos e o povo dos santos.

25. Graças à sua habilidade, fará triunfar sua perfídia, seu coração se inchará de orgulho; mandará matar muita gente que não espera por isso, se levantará contra o príncipe dos príncipes, mas será aniquilado sem a intervenção de mão humana.*

26. A visão que te foi apresentada sobre as noites e as manhãs é perfeitamente verídica. Mas tu, guarda esta visão em segredo, pois ela se refere a dias longínquos.”

27. Então, eu, Daniel, desfaleci. Estive doente durante muitos dias. Depois disso, recomecei a trabalhar nos serviços do rei. Fiquei atônito com a visão que tive, completamente incompreensível para mim.

Capítulo 9

1. No primeiro ano do reinado de Dario, filho de Assuero, da estirpe dos medos, que havia sido elevado ao trono do império dos caldeus,

2. no primeiro ano do reinado, eu, Daniel, lendo as Escrituras, tive minha atenção despertada para o fato de que o número de anos a passar-se, segundo a palavra do Senhor ao profeta Jeremias, sobre a desolação de Jerusalém, seria de setenta anos.*

3. Volvi-me para o Senhor Deus, a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza.

4. Supliquei ao Senhor, meu Deus, e fiz-lhe minha confissão nestes termos: “Ah! Senhor, Deus grande e temível, que sois fiel à aliança e que conservais vossa misericórdia àqueles que vos amam e guardam vossos mandamentos:

5. nós pecamos, prevaricamos, cometemos maldade, fomos recalcitrantes, desviamo-nos de vossos mandamentos e de vossas leis.

6. Não escutamos vossos servos, os profetas, que falaram em vosso nome a nossos reis, a nossos chefes, a nossos antepassados e a todo o povo da terra.

7. A vós, Senhor, a justiça, e para nós a vergonha, como hoje acontece ao povo de Judá e de Jerusalém, a todo o Israel, àqueles que estão perto e àqueles que estão longe, em todos os países aonde os haveis dispersado por causa das iniquidades que cometeram contra vós.

8. Sim, Senhor, para nós a vergonha, para nosso rei, nossos chefes e nossos antepassados, porque pecamos contra vós.

9. Ao Senhor, nosso Deus, as misericórdias e o perdão, porque nós nos rebelamos contra ele.

10. Recusamos ouvir a voz do Senhor, nosso Deus; não seguimos as leis que ele nos oferecia pela boca de seus servos, os profetas.

11. Todo o Israel transgrediu vossa Lei e se desviou, a fim de não obedecer à vossa voz. Por isso, a maldição e a imprecação que figuram na Lei de Moisés, o servo de Deus, caíram sobre nós, porque pecamos contra ele.

12. Pôs em execução as ameaças proferidas contra nós e contra nossos governantes: descarregou sobre nós tais calamidades, como jamais sob o céu aconteceu, coisa seme­lhante àquela que fulminou Jerusalém.

13. Foi de acordo com a Lei de Moisés que nos sucederam essas desgraças. E nós nunca procuramos abrandar o Senhor, nosso Deus, renunciando às nossas iniquidades e dando atenção à vossa verdade.

14. O Senhor não se descuidou do castigo, e o descarregou sobre nós, porque o Senhor, nosso Deus, é justo em tudo o que faz. Mas nós não escutamos a sua voz.

15. Mas agora, Senhor, nosso Deus, que tirastes vosso povo do Egito por um desígnio de vosso poder, e do qual vós fizestes uma glória que perdura ainda hoje, nós pecamos, nós prevaricamos.

16. Se­nhor, dignai-vos, pela vossa misericórdia, afastar de vossa cidade santa, Jerusalém, vossa cólera e vossa exasperação, porque é devido às nossas iniquidades e aos pecados de nossos antepassados que Jerusalém e vosso povo são alvo dos insultos de todos os nossos vizinhos.

17. Ouvi, pois, Senhor, a prece suplicante de vosso servo. Por amor a vós mesmo, Se­nhor, fazei irradiar vossa face sobre vosso santuário deserto.

18. Ó meu Deus, ficai atento para ouvir-nos; abri os olhos para ver nossa ruína e a cidade que ostenta um nome vindo de vós. Não é em nome dos nossos atos de justiça que depositamos a vossos pés nossas súplicas, mas em nome de vossa grande misericórdia.

19. Senhor, escutai! Senhor, perdoai! Senhor, ficai atento! Agi! Por vosso próprio amor, ó meu Deus, não demoreis, pois vosso nome foi dado à vossa cidade e a vosso povo!”

20. Eu falava ainda, pedindo, confessando meu pecado e o de meu povo de Israel, depositando aos pés do Senhor, meu Deus, minha súplica pelo seu monte santo;

21. não havia terminado essa prece, quando se aproximou de mim, em um relance era a hora da oblação da noite, Gabriel, o ser que eu havia visto antes em visão.

22. Deu-me, para meu conhecimento, as seguintes explicações: “Daniel, vim aqui agora para te informar

23. Apenas havias iniciado a tua oração e uma palavra foi pronunciada; eu venho desvendá-la a ti, porque és um homem de predileção. Presta pois atenção a este oráculo e compreende bem a sua revelação:*

24. Setenta semanas foram fixadas a teu povo e à tua cidade santa para dar fim à prevaricação, selar os pecados e expiar a iniquidade, para instaurar uma justiça eterna, encerrar a visão e a profecia e ungir o Santo dos Santos.*

25. Sabe, pois, e compreende isto: desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido, haverá sete semanas; depois, durante sessenta e duas semanas, ressurgirá, será reconstruída com praças e muralhas. Nos tempos de aflição,*

26. depois dessas sessenta e duas semanas, um ungido será suprimido, e ninguém será a favor dele. A cidade e o santuário serão destruídos pelo povo de um chefe que virá. Seu fim chegará com uma invasão, e até o fim haverá guerra e devastação decretada.*

27. Concluirá com muitos uma sólida aliança por uma semana e no meio da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; sobre a asa das abominações virá o devastador, até que a ruína decretada caia sobre o devastado”.*

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9. O coração do homem dispõe o seu caminho, mas é o Senhor que dirige seus passos.

10. As palavras do rei são como oráculos: quando ele julga, sua boca não erra.

11. Balança e peso justos são do Senhor, e são obra sua todos os pesos da bolsa.

12. Fazer o mal, para um rei, é coisa abominável, porque pela justiça firma-se o trono.

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"Desapegue-se daquilo que não é de Deus e não leva a Deus". São Padre Pio de Pietrelcina