Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 240, Jeremias 23 denuncia os falsos profetas e reafirma a fidelidade de Deus. Daniel 4-5 mostra a soberania de Deus sobre os reis e nações, incluindo a humilhação de Nabucodonosor e o fim do reinado de Baltazar. Provérbios 16:1-4 nos lembra que os planos do homem devem submeter-se à vontade divina e que a sabedoria verdadeira provém do Senhor, conduzindo à vida justa e bem-sucedida.

1. Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem! – oráculo do Senhor.

2. Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: “Dispersastes o meu rebanho e o afugentastes, sem dele vos ocupar. Eu, porém, vou ocupar-me à vossa custa da malícia de tal procedimento – oráculo do Senhor.

3. Reunirei o que restar das minhas ovelhas, espa­lhadas pelos países em que as exilei e as trarei para as pastagens em que se hão de multiplicar.

4. Escolherei para elas pastores que as apascentarão, de sorte que não tenham receios nem temores, e já nenhuma delas se extravie – oráculo do Senhor”.

5. Dias virão – oráculo do Senhor – em que farei brotar de Davi um rebento justo que será rei e governará com sabedoria e exercerá na terra o direito e a equidade.*

6. Sob seu reinado será salvo Judá, e viverá Israel em segurança. E eis o nome com que será chamado: Javé-Nossa-Justiça!*

7. Eis por que chegarão dias – oráculo do Senhor – em que não se dirá mais: “Viva Deus, que tirou do Egito os filhos de Israel”.

8. Mas sim: “Viva Deus, que fez voltar os israelitas do norte e de todas as terras, aonde os exilara, trazendo-os à pátria”.

9. Aos profetas. Parte-se dentro de mim o coração, e se me abalaram todos os ossos. Assemelho-me a um ébrio, qual homem prostrado pelo vinho, por causa do Senhor e de sua palavra santa.*

10. A terra está cheia de adultérios e está em luto esta terra maldita. As pastagens do deserto ressecaram e os homens correm para o mal. É a iniquidade que lhes dá forças.

11. São profanos o próprio profeta e o sacerdote. Até no meu templo encontro sua perversidade – oráculo do Senhor.

12. Por isso, o seu caminho será como um caminho escorregadio nas trevas, e lá se entrechocarão e hão de cair. Pois precipitarei a desgraça sobre eles no ano em que os castigar – oráculo do Senhor.

13. Entre os profetas samaritanos vi absurdos: profetizaram em nome de Baal e desencaminharam meu povo de Israel.

14. Mas entre os profetas de Jerusalém vejo coisas hediondas: adultério e hipocrisia. Encorajam os maus, para que nenhum se converta da maldade. A meus olhos são todos iguais a Sodoma e seus congêneres semelhantes a Gomorra.*

15. Por isso, eis o oráculo do Senhor dos exércitos, contra os profetas: vou nutri-los com absinto, e dar-lhes de beber águas contaminadas. Porquanto, é pela atitude dos profetas de Jerusalém que a impiedade invadiu a terra.

16. Eis o que diz o Senhor dos exércitos: Não escuteis os profetas que vos transmitem vãos oráculos; são visões do próprio espírito que vos divulgam, e não as palavras do Senhor.

17. Não cessam de proclamar aos que me desprezam: “Oráculo do Senhor: Tudo irá bem para vós!” e aos que seguem, obstinadamente, as tendências do coração dizem ainda: “Nada de mal vos acontecerá”.

18. Mas qual deles assistiu à deliberação do Senhor? Quem o viu, e lhe escutou a palavra? Quem a ouviu e lhe prestou atenção?

19. Ora, eis que explode a tempestade do Senhor, o seu furor, e a tormenta que redemoinha, prestes a cair sobre a cabeça dos maus.

20. Não se acalmará a cólera do Senhor, enquanto não se executarem e cumprirem seus desígnios. Somente nos dias que virão os entendereis plenamente.

21. Não enviei tais profetas: são eles que correm; nem jamais lhes falei; e, no entanto, proferiram oráculos.

22. Houvessem eles assistido à minha deliberação, e seriam minhas as palavras que haveriam de proferir, fazendo que meu povo renunciasse à perversidade de seu procedimento.

23. Porventura eu sou Deus apenas quando estou perto? – oráculo do Senhor. Não o sou também quando de longe?

24. Poderá um homem se ocultar de tal modo que eu o não veja? – oráculo do Senhor. Porventura não enche minha presença o céu e a terra? – oráculo do Senhor.

25. Ouço o que dizem os profetas que proferem em meu nome falsos oráculos. “Tive um sonho. Tive um sonho!”

26. Quanto tempo vai durar isso? Julgam esses profetas, ao proferirem mentiras e as imposturas de seus corações,

27. que irão, pelos sonhos que contam uns aos outros, tornar meu nome esquecido do povo, assim como aconteceu a seus pais, que esqueceram o meu nome por causa do de Baal?

28. Conte o profeta o sonho que tiver! Mas, a quem for dado ouvir-me a palavra, que fielmente a reproduza. Que vem fazer a palha com o grão? – oráculo do Senhor.*

29. Não se assemelha ao fogo minha palavra – oráculo do Senhor –, qual martelo que fende a rocha?

30. Eis por que – oráculo do Senhor – vou lançar-me contra os profetas que imitam minhas revelações falando a outros.

31. Vou pedir contas aos profetas, cujas línguas não vacilam em proclamar: oráculo do Senhor.

32. Irei contra os profetas de sonhos enganadores que, ao narrá-los, ludibriam com mentiras e fatuidade o meu povo, quando nem missão lhes outorguei, nem mandato algum, e de nenhuma valia são para esse povo – oráculo do Senhor.

33. Quando esse povo ou algum profeta ou sacerdote vier perguntar-te: “Qual o novo fardo do Senhor que anuncias?” tu lhe dirás: “Fardo? És tu esse fardo, e dele me alijarei – oráculo do Senhor”.*

34. E o profeta, o sacerdote ou o leigo, que ousar dizer: oráculo do Senhor, eu o castigarei, assim como a sua família.

35. Eis como entre vós deveis exprimir-vos: “Que res­pondeu o Senhor?” ou: “Que disse o Se­nhor?”

36. Não repitais, porém: oráculo do Senhor, porquanto tal palavra se tornará um fardo para cada um, já que deturpais o sentido das palavras de Deus.

37. Ao profeta dirás portanto: “Que te respondeu o Senhor? Que te disse o Senhor?”.

38. Se, porém, empregardes esta palavra: oráculo do Senhor, sendo que vos adverti de que não a deveríeis repetir,

39. por tal motivo eu vos erguerei qual um fardo e longe de mim vos lançarei, bem como a cidade que a vós e a vossos pais havia outorgado.*

40. Eu vos afligirei com um perpétuo opróbrio, uma eterna vergonha, inesquecível.

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Capítulo 4

1. Eu, Nabucodonosor, vivia tranquilo em minha casa e próspero em meu palácio.

2. Tive um sonho que me assustou; os pensamentos que perpassavam pelo meu espírito quando no meu leito, bem como minhas visões, perturbaram-me.

3. Dei ordem para que fizessem vir à minha presença todos os sábios da Babilônia, a fim de que me dessem a interpretação de meu sonho.

4. Então acudiram os magos, os mágicos, os caldeus e os astrólogos, aos quais contei esse sonho, sem que eles todavia pudessem indicar-me o sentido.

5. Finalmente, apresentou-se diante de mim Daniel, cognominado Baltazar, segundo o nome de meu deus, e em quem reside o espírito dos deuses santos. Narrei-lhe o sonho:

6. “Baltazar” – disse-lhe –, “chefe dos magos, sei que reside em ti o espírito dos deuses santos e que nenhum mistério te confunde. Dize-me então as visões que tive em sonho; dá-me a explicação.

7. Tais eram as visões do meu espírito, quando no meu leito: eu via, no meio da região, uma árvore de alto porte.

8. Essa árvore cresceu, era vigorosa. O cimo tocava o céu, era avistada até nos confins da terra.

9. Sua folhagem era bela, e seus abundantes frutos forneciam a todos o que comer. À sua sombra abrigavam-se os animais terrestres, nos seus ramos permaneciam os pássaros do céu e toda criatura tirava dela seu sustento!

10. Nas visões de meu espírito, quando no meu leito, vi (também) um santo vigilante que descia do céu,*

11. e começou a gritar com voz possante; derrubai a árvore, desgalhai-a; fazei cair as fo­lhas e dispersai seus frutos. Que os animais fujam de debaixo dela, que os pássaros abandonem seus ramos.

12. Entretanto, deixai permanecer na terra o tronco e as raízes, mas atados por correntes de ferro e de bronze. Que seja molhado pelo orvalho do céu e tenha seu quinhão de erva com os animais terrestres.*

13. Que se mude seu espírito; que em lugar de um espírito humano lhe seja dado um espírito animal e sete tempos passem sobre ele!*

14. Esta sentença é um decreto dos vigilantes, esta resolução é uma ordem dos santos, a fim de que os vivos saibam que o Altíssimo domina sobre a realeza humana, e a confere a quem lhe apraz e pode a ela elevar o mais abjeto dos mortais.*

15. Eis o sonho que tive, eu, o rei Nabucodonosor. Portanto tu, Baltazar, dá-me a interpretação dele, porque nenhum dos sábios de meu reino foi capaz de fazê-lo. Tu o podes, porque em ti habita o espírito dos deuses santos.”

16. Então, Daniel (cognominado Baltazar) permaneceu alguns instantes perdido no tumulto de seus pensamentos, e o rei prosseguiu: “Baltazar, este sonho e sua significação não devem perturbar-te!”. “Meu senhor” – replicou Daniel –, “possa o sonho ser para teus inimigos, e sua significação para teus adversários!*

17. A árvore que viste crescer e tornar-se bela, cujo cimo tocava o céu e era avistada dos confins da terra,

18. esta árvore de bela folhagem, de frutos abundantes que a todos dava o que comer, sob a qual viviam os animais terrestres, e em cujos ramos abrigavam-se os pássaros do céu,

19. esta árvore, és tu senhor, que te tornaste grande e poderoso, cuja altura crescente atingiu os astros, cuja dominação estende-se até os confins da terra.*

20. Por outro lado, o rei viu um santo vigilante descer do céu e exclamar: derrubai a árvore, desgalhai-a; mas deixai na terra o tronco e as raízes, se bem que atadas por correntes de ferro e de bronze no meio da erva do campo. Que seja molhado pelo orvalho do céu e viva com os animais terrestres até que sete tempos hajam passado sobre ele. Eis o que isto significa:

21. trata-se aí, ó rei, de um decreto do Altíssimo concernente ao rei, meu senhor:

22. eles te expulsarão de entre os homens para te fazer habitar com os animais do campo; pastarás ervas como os bois e serás molhado pelo orvalho do céu. Sete tempos passarão sobre ti, até que reconheças o domínio do Altíssimo sobre a realeza humana o qual a confere a quem lhe apraz.

23. Se foi ordenado deixar intatos o tronco da árvore e suas raízes, é que tua realeza te será restituída logo que reconheças a soberania do céu.

24. Queiras então, ó rei, aceitar meu conselho: resgata teu pecado pela justiça, e tuas iniquidades pela piedade para com os infelizes; talvez com isso haja um prolongamento de tua prosperidade”.

25. Tudo isso aconteceu ao rei Nabucodonosor.

26. Doze meses mais tarde, o rei, passeando nos terraços do palácio real, 27 fazia esta reflexão: “Eis aí verdadeiramente a grande Babilônia, que cons­truí para fazer dela uma mansão real por meu poder soberano, e para servir à glória de minha majestade!”.

28. Falava ainda, quando uma voz baixou do céu: “Anunciam a ti, rei Nabucodonosor, que teu reino te foi arrebatado.

29. Vão expulsar-te dentre os homens para te fazer viver entre os animais dos campos; pastarás ervas como os bois. Sete tempos passarão sobre ti, até que reconheças que o Altíssimo domina sobre a realeza humana e que a confere a quem lhe apraz’’.

30. No mesmo momento, o oráculo pronunciado sobre Nabucodonosor cumpriu-se; ele foi expulso dentre os homens e pastou ervas como os bois; seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu. Seu pêlo cresceu como penas de águia e suas unhas, como unhas de pássaro.

31. Ao terminar os dias marcados, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos para o céu. A razão voltou-me e eu bendisse o Altíssimo; louvei e glorifiquei aquele que vive eternamente, cuja dominação é perpétua, cujo reino subsiste de idade em idade.

32. Diante dele nenhum habitante da terra tem importância; age como quer tanto em se tratando do exército celestial quanto em relação aos habitantes terrenos. Ninguém pode bater-lhe na mão e perguntar-lhe: “Que fazeis aí?”.*

33. Nesse mesmo instante a razão me foi restituída, com o brilho de minha rea­leza, minha majestade e meu esplendor. Meus conselheiros e meus nobres vieram procurar-me; fui reintegrado à frente do meu reino e meu poder achou-se aumentado.*

34. Agora, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o rei do céu, cujas obras são todas justas e cujos caminhos são retos, e que tem o poder de humilhar aqueles que procedem com orgulho.

Capítulo 5

1. O rei Baltazar deu uma festa para seus mil nobres, em presença dos quais pôs-se a beber vinho.*

2. Excitado pela bebida, mandou trazer os vasos de ouro e de prata que seu pai Nabucodonosor tinha arrebatado ao templo de Jerusalém, a fim de que o rei, seus nobres, suas mulheres e suas concubinas deles se servissem para beber.

3. Trouxeram então os vasos de ouro que tinham sido arrebatados ao Templo de Deus em Jerusalém. O rei, seus nobres, suas mulheres e suas concubinas beberam neles

4. e, depois de terem bebido vinho, entoaram o louvor aos deuses de ouro e prata, bronze, ferro, madeira e pedra.

5. Ora, nesse momento, eis que surgiram dedos de mão humana a escrever, defronte do candelabro, no revestimento da parede do palácio real. O rei, à vista dessa mão que escrevia,

6. mudou de cor; pensamentos tétricos assaltaram-no; os músculos de seus rins relaxaram-se e seus joelhos entrechocaram-se.

7. Gritou violentamente que mandassem vir os magos, os caldeus e os astrólogos. Mandou-lhes dizer: “Aquele que decifrar essa inscrição e me der o sentido dela será revestido de púrpura, usará ao pescoço um colar de ouro e tomará o terceiro lugar no governo do reino”.

8. Todos os sábios do rei entraram na sala, mas foram incapazes de ler a inscrição e dar seu significado ao rei.

9. Baltazar ficou muito assustado, seu rosto mudou de cor; seus nobres sentiam-se constrangidos.

10. Mas a rainha, (atraída pelo) barulho das palavras do rei e dos nobres, entrou na sala do festim: “Ó rei” – disse –, “vive para sempre! Não te deixes atemorizar pelas tuas ideias; não mudes assim de cor.

11. Há no teu reino um homem no qual habita o espírito dos deuses santos. Quando teu pai era vivo, encontrava-se nele uma luz, uma inteligência e uma sabedoria comparáveis à sabedoria dos deuses. Por isso, o rei Nabucodonosor, teu pai, tinha-o nomeado chefe dos escribas, dos magos, dos caldeus e dos astrólogos;

12. havia-se descoberto nesse Daniel (cognominado Baltazar pelo rei) um espírito superior, uma ciência e uma penetração particular para interpretar os sonhos, explicar os enigmas e resolver as dificuldades. Que se chame logo Daniel, e ele dará o significado da inscrição”.

13. Daniel foi então introduzido diante do rei, o qual lhe disse: “És realmente Daniel, o deportado de Judá, que meu pai trouxe aqui da Judeia?

14. Ouvi dizer a teu respeito que o espírito dos deuses habita em ti e que se encontram em ti uma luz, uma inteligência e uma sabedoria singulares.

15. Acabam de introduzir diante de mim os sábios e os magos para ler esta inscrição e descobrir o seu significado. Não puderam dar-me a significação dessas palavras.

16. Ora, asseguraram-me que tu és mestre na arte das interpretações e das soluções de enigmas. Portanto, se puderes ler esse texto e me dar o seu significado, serás revestido de púrpura, usarás ao pescoço um colar de ouro e ocuparás o terceiro lugar no governo do reino”.

17. Respondeu Daniel ao rei: “Guarda teus presentes; concede-os a outros! Lerei, todavia, este texto ao rei e lhe darei o significado.

18. Ó rei, o Deus Altíssimo havia outorgado a Nabucodonosor, teu pai, realeza, grandeza, glória e majestade.

19. Em razão dessa grandeza que lhe era conferida, todos os povos, todas as nações e pessoas de todas as línguas tremiam de medo diante dele. Mandava matar quem queria; deixava viver quem desejava; elevava e rebaixava quem lhe aprazia.

20. Mas, seu coração tendo-se engrandecido e seu espírito, tendo-se endurecido na presunção, foi deposto de seu trono e despojado de sua glória.

21. Foi expulso do meio dos homens e, tornando-se seu coração semelhante ao dos animais, ficou em companhia dos animais selvagens, pastando ervas como os bois; e seu corpo foi molhado pelo orva­lho do céu, até que ele reconhecesse que o Deus Altíssimo domina sobre a realeza humana, e aí eleva a quem bem lhe apraz.

22. Tu, Baltazar, seu filho, também sabias tudo isso e não humilhaste teu coração.

23. Tu te ergueste contra o Senhor do céu. Trouxeram-te os vasos de seu templo, nos quais bebestes o vinho, tu, teus nobres, tuas mulheres e tuas concubinas. Deste louvor aos deuses de prata e ouro, bronze, ferro, madeira e pedra, cegos, surdos e impassíveis, em lugar de dar glória ao Deus de quem depende o teu sopro vital e todo teu destino.

24. Assim, por ordem sua, essa mão foi enviada e essas palavras foram traçadas.

25. O texto aqui escrito (se lê): MENÊ, Tequêl e PERÊS.*

26. Eis o significado dessas palavras: MENÊ – Deus contou os anos de teu reinado e nele põe um fim;

27. Tequêl – foste pesado na balan­ça e considerado leve demais;

28. PERÊS – teu reino vai ser dividido e entre­gue aos medos e persas”.

29. Então, por ordem de Baltazar, Da­niel foi revestido de púrpura; colocaram-lhe ao pescoço um colar de ouro e publicou-se que ele ocuparia o terceiro lugar no governo do reino.

30. Mas nessa mesma noite, Baltazar, rei dos caldeus, foi morto.

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1. Cabe ao homem formular projetos em seu coração, mas do Senhor vem a resposta da língua.*

2. Todos os caminhos parecem puros ao homem, mas o Senhor é quem pesa os corações.

3. Confia teus negócios ao Senhor e teus planos terão bom êxito.

4. Tudo fez o Senhor para seu fim, até o ímpio para o dia da desgraça.*

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"Não nos preocupemos quando Deus põe à prova a nossa fidelidade." São Padre Pio de Pietrelcina