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Tomará o seu zelo como armadura, e armará (também) as criaturas para se vingar dos seus inimigos, (Sabedoria 5, 18)
Tomará por couraça a justiça, e por capacete o juízo sincero. (Sabedoria 5, 19)
Tomará a santidade como escudo impenetrável, (Sabedoria 5, 20)
Partirão bem lançados os dardos dos raios, os quais serão desferidos das nuvens como dum arco bem encurvado, e descarregarão sobre o alvo marcado; (Sabedoria 5, 22)
da ira de Deus, como duma balista, será arremessada uma grossa saraiva; embravecer-se-á contra eles a água do mar, e os rios os arrastarão com fúria. (Sabedoria 5, 23)
e que na sua amizade há um perfeito prazer, e nas obras das suas mãos riquezas inexauríveis, que no assíduo comércio com ela se adquire a prudência, e uma grande glória na participação das suas palavras, eu procurava-a por todos os lados para a tomar por minha companhia. (Sabedoria 8, 18)
Conduziu-os através do mar Vermelho, fê-los passar pelo meio de muitas águas. (Sabedoria 10, 18)
Sepultou no mar os seus inimigos, e depois lançou fora (os seus cadáveres) do profundo dos abismos. (Sabedoria 10, 19)
Foram tomados duma dupla amargura, gemeram com a lembrança das coisas passadas. (ver nota) (Sabedoria 11, 13)
Pelo contrário, tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar veloz, ou o círculo dos astros, ou a água impetuosa, ou os luzeiros dos céus, por deuses governadores do mundo. (Sabedoria 13, 2)
Ou, se eles se maravilharam do seu poder e força, entendam por elas que o que as fez é mais forte do que elas. (Sabedoria 13, 4)
São desgraçados e fundam em coisa morta as suas esperanças, aqueles que chamaram deuses às obras das mãos dos homens, ao ouro e à prata, trabalhados com arte, às figuras de animais, ou a uma pedra inútil, obra de mão antiga. (Sabedoria 13, 10)