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Regozija-te, pois, ó jovem, na tua mocidade, e viva em alegria o teu coração na flor de teus anos; segue as inclinações do teu coração e o que agrada aos teus olhos, mas sabe que Deus te chamará a dar contas de todas estas coisas. (ver nota) (Eclesiastes 11, 9)
Leva-me atrás de ti: correremos ao odor dos teus perfumes. O rei introduziu-me nos seus aposentos; nós nos regozijaremos, nos alegraremos em ti, cantaremos os teus amores, melhores do que o vinho. Quanta razão há de te amar! (Cântico dos Cânticos 1, 3)
Nós te faremos cordões de oiro, marchetados de prata. (Cântico dos Cânticos 1, 10)
Mal tinha passado por eles, encontrei aquele a quem ama a minha alma. Agarrei-me a ele, e não o larguei mais, até o introduzir em casa de minha mãe, e levar à câmara daquela que me deu à luz. (Cântico dos Cânticos 3, 4)
As suas mãos são (conto) cilindros de oiro, esmaltadas de pedras de Tharsis. O seu peito é de marfim, guarnecido de safiras. (Cântico dos Cânticos 5, 14)
As suas pernas são colunas de mármore branco, sustentadas sobre bases de oiro. O seu aspecto (majestoso) é como o do Líbano, elegante como os cedros. (Cântico dos Cânticos 5, 15)
Porém uma só é a minha pomba, a minha perfeita: ela é a única para sua mãe, a predilecta da que lhe deu o ser. As donzelas viram-na, e proclamaram-na bem-aventurada: viram-na as rainhas e as esposas da segunda ordem, e deram-lhe muitos louvores. (Cântico dos Cânticos 6, 8)
O teu pescoço é como uma torre de marfim. Os teus olhos são como as piscinas de Hesebon, que estão situadas junto da porta de Bat-Rabim. O teu nariz é como a torre do Líbano, que olha para Damasco. A tua cabeça levanta-se como o monte Carmelo; os cabelos da tua cabeça são como a púrpura; um rei ficou preso às suas madeixas. (Cântico dos Cânticos 7, 4)
Vem, amado meu, saiamos ao campo, passemos a noite nos pomares. (Cântico dos Cânticos 7, 11)
Quem me dera ter-te por irmão, amamentado aos seios de minha mãe, para que, encontrando-te fora, eu te pudesse beijar, sem que ninguém me desprezasse! Eu te tomaria e te levaria a casa de minha mãe. Dar-te-ia a beber vinho perfumado, mosto da minhas romãs. (ver nota) (Cântico dos Cânticos 8, 1)
porque o Espírito Santo, educador (dos homens), foge do engano; afasta-se dos pensamentos desatinados, e retira-se ao aproximar-se a iniquidade. (Sabedoria 1, 5)
porque uma velhice venerável não consiste numa longa vida, não se mede pelo número dos anos. A prudência do homem é (que se pode chamar) os seus cabelos brancos, (Sabedoria 4, 8)