Talált 17687 Eredmények: Pó
Tu és, ó Deus, que me vingas e que me sujeitas os povos. (II Samuel 22, 48)
Por isso, Senhor, louvar-te-ei no meio das nações, e entoarei cânticos em honra do teu nome; (II Samuel 22, 50)
Estas são as últimas palavras de Davide: Oráculo de Davide, filho de Isaí, oráculo do homem posto nas alturas, do ungido do Deus de Jacob, do doce cantor de Israel. (II Samuel 23, 1)
O espírito do Senhor falou por mim e a sua palavra (fez-se ouvir) pela minha língua. (II Samuel 23, 2)
é como a luz da aurora que resplandece ao sair do sol, numa manhã sem nuvens. Pelos seus raios a erva brota da terra, depois das chuvas. (II Samuel 23, 4)
Depois deste, Eliazar Aoita, filho de Dodo, um dos três valentes, que se acharam com Davide em Efes-Dammin, quando desafiaram os Filisteus que se juntaram ali para a batalha. (II Samuel 23, 9)
Tendo fugido os Israelitas, Eliazar permaneceu firme e bateu os Filisteus até lhe cansar a mão, e ficar pegada à espada. Concedeu o Senhor naquele dia uma assinalada vitória, e o povo, que tinha fugido, voltou ao lugar onde estava Eleázaro, mas apenas teve que recolher os despojos dos mortos. (II Samuel 23, 10)
Depois deste, Sema, filho de Age, de Arari. Os Filisteus juntaram-se (um dia) num sítio, onde havia um campo cheio de lentilhas; fugindo o povo diante dos Filisteus, (II Samuel 23, 11)
ele pôs-se firme no meio do campo, defendeu-o, e derrotou os Filisteus, operando assim, o Senhor, por meio dele, uma grande vitória. (II Samuel 23, 12)
E já antes tinham descido estes três, que eram os principais dos trinta, a encontrar-se no tempo das messes com Davide, na cova de Odolão, quando os Filisteus haviam assentado o seu arraial no vale dos Gigantes. (II Samuel 23, 13)
Davide estava num lugar forte. Nesse mesmo tempo havia em Belém uma guarnição de Filisteus. (II Samuel 23, 14)
Ora Davide teve um desejo; disse: Oh! se alguém me desse a beber água da cisterna que há em Belém, junto à porta! (II Samuel 23, 15)