Talált 2509 Eredmények: Mar
Tamar foi a casa de seu irmão Amnon, que estava na cama, e, tomando um pouco de farinha, misturou-a e, adelgaçando-a, cozeu à sua vista uns pastèizinhos. (II Samuel 13, 8)
Amnon disse a Tamar: Chega-me cá à alcova essa comida, para que eu a coma da tua mão. Tomou pois Tamar o que tinha cozido, e levou-o a seu irmão Amnon à alcova. (II Samuel 13, 10)
Eu não poderei sofrer o meu opróbrio, e tu passarás em Israel por um insensato; mais vale que fales ao rei (para me tomar como esposa), e ele não me negará a ti. (ver nota) (II Samuel 13, 13)
Tamar estava vestida duma túnica talar (de várias cores), porque este era o traje que costumavam trazer as donzelas, filhas do rei. O criado de Amnon deitou-a fora e fechou a porta após ela. (II Samuel 13, 18)
Tamar lançou cinza sobre a sua cabeça, rasgou a túnica talar e postas as mãos na cabeça, foi-se dali dando gritos. (II Samuel 13, 19)
Absalão, seu irmão, disse-lhe: Porventura teu irmão Amnon abusou de ti? Agora, porém, ó minha irmã, cala-te; ele é teu irmão; não se angustie o teu coração por isso. Ficou Tamar, desolada, em casa de seu irmão Absalão. (ver nota) (II Samuel 13, 20)
Absalão não falou a Amnon nem mal nem bem, mas odiava-o, por ter violado sua irmã Tamar. (II Samuel 13, 22)
Jonadab, filho de Semaa, irmão de Davide, tomando a palavra, disse: Não imagine o rei, meu senhor, que foram mortos todos os seus filhos; só morreu Amnon, porque assim o tinha resolvido fazer Absalão, desde o dia em que Amnon fez violência a sua irmã Tamar. (II Samuel 13, 32)
Acabando ele de falar, apareceram os filhos do rei, que entrando, levantaram a voz e choraram. O rei e todos os seus servos também choraram com pranto muito amargo. (II Samuel 13, 36)
O rei disse-lhe: Que tens? Ela respondeu: Ai! eu sou uma mulher viúva: morreu o meu marido. (II Samuel 14, 5)
Agora toda a parentela, levantando-se contra a tua serva, diz: Dá-nos esse que matou o seu irmão, para o matarmos em castigo do sangue do seu irmão, a quem matou, e tirarmos do mundo o herdeiro. Assim pretendem apagar a única brasa que me ficou, de modo que não se conserve o nome do meu marido, nem resto algum sobre a terra. (II Samuel 14, 7)
Ela disse: Recorde-se o rei do Senhor seu Deus, para que se não multipliquem os parentes do morto, para tomarem vingança e de modo algum matem o meu filho. Ele respondeu: Viva o Senhor! (juro) que não há-de cair no chão um único cabelo do teu filho. (II Samuel 14, 11)