Mosaico decorativo

1. h sofia wkodomhsen eauth oikon kai uphreisen stulouV epta

1. A Sabedoria edificou sua casa, talhou sete colunas.*

2. esfaxen ta eauthV qumata ekerasen eiV krathra ton eauthV oinon kai htoimasato thn eauthV trapezan

2. Matou seus animais, preparou seu vinho e dispôs a mesa.

3. apesteilen touV eauthV doulouV sugkalousa meta uyhlou khrugmatoV epi krathra legousa

3. Enviou servas, para que anunciassem nos pontos mais elevados da cidade:

4. oV estin afrwn ekklinatw proV me kai toiV endeesi frenwn eipen

4. “Quem for simples apresente-se!”. Aos insensatos ela disse:

5. elqate fagete twn emwn artwn kai piete oinon on ekerasa umin

5. “Vinde comer o meu pão e beber o vinho que preparei.

6. apoleipete afrosunhn kai zhsesqe kai zhthsate fronhsin ina biwshte kai katorqwsate en gnwsei sunesin

6. Deixai a insensatez e vivereis; andai direito no caminho da inteligência!”.

7. o paideuwn kakouV lhmyetai eautw atimian elegcwn de ton asebh mwmhsetai eauton

7. Quem censura um mofador, atrai sobre si a zombaria; o que repreende o ímpio, arrisca-se a uma afronta.*

8. mh elegce kakouV ina mh miswsin se elegce sofon kai agaphsei se

8. Não repreendas o mofador, pois ele te odiará. Repreende o sábio e ele te amará.

9. didou sofw aformhn kai sofwteroV estai gnwrize dikaiw kai prosqhsei tou decesqai

9. Dá ao sábio: ele se tornará mais sábio ainda, ensina ao justo e seu saber aumentará.

10. arch sofiaV foboV kuriou kai boulh agiwn sunesiV [10a] to gar gnwnai nomon dianoiaV estin agaqhV

10. O temor do Senhor é o princípio da Sabedoria, e o conhecimento do Santo é a inteligência,*

11. toutw gar tw tropw polun zhseiV cronon kai prosteqhsetai soi eth zwhV sou

11. porque por mim se multiplicarão teus dias e anos de vida te serão acrescentados.

12. uie ean sofoV genh seautw sofoV esh kai toiV plhsion ean de kakoV apobhV monoV anantlhseiV kaka [12a] oV ereidetai epi yeudesin outoV poimanei anemouV o d' autoV diwxetai ornea petomena [12b] apelipen gar odouV tou eautou ampelwnoV touV de axonaV tou idiou gewrgiou peplanhtai [12c] diaporeuetai de di' anudrou erhmou kai ghn diatetagmenhn en diywdesin sunagei de cersin akarpian

12. Se tu és sábio, é para teu bem que o és, mas se tu és um “soberbo”, só tu sofrerás as consequências.

13. gunh afrwn kai qraseia endehV ywmou ginetai h ouk epistatai aiscunhn

13. A senhora Loucura é irrequieta, uma tola que não sabe nada.

14. ekaqisen epi quraiV tou eauthV oikou epi difrou emfanwV en plateiaiV

14. Ela se assenta à porta de sua casa, numa cadeira, nos pontos mais altos da cidade,

15. proskaloumenh touV pariontaV kai kateuqunontaV en taiV odoiV autwn

15. para convidar os viandantes que seguem direito seu caminho.

16. oV estin umwn afronestatoV ekklinatw proV me endeesi de fronhsewV parakeleuomai legousa

16. “Quem for simples venha para cá!” Aos insensatos, ela diz:

17. artwn krufiwn hdewV ayasqe kai udatoV klophV glukerou

17. “As águas furtivas são mais doces e o pão tomado às escondidas é mais delicioso”.*

18. o de ouk oiden oti ghgeneiV par' auth olluntai kai epi peteuron adou sunanta [18a] alla apophdhson mh egcronishV en tw topw mhde episthshV to son omma proV authn [18b] outwV gar diabhsh udwr allotrion kai uperbhsh potamon allotrion [18c] apo de udatoV allotriou aposcou kai apo phghV allotriaV mh pihV [18d] ina polun zhshV cronon prosteqh de soi eth zwhV

18. Ignora ele que ali há sombras e que os convidados da senhora Loucura jazem nas profundezas da região dos mortos.*



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