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Depois disso, a um sinal do governador, Paulo respondeu: “Sabendo eu que há muitos anos és governador desta nação, é com confiança que farei a minha defesa. (Atos dos Apóstolos 24, 10)
Nessa ocasião, acharam-me no templo, depois de uma purificação, sem aglomeração e sem tumulto. (Atos dos Apóstolos 24, 18)
Viram-me ali uns judeus vindos da Ásia, e estes é que deviam comparecer diante de ti e me acusar, se tivessem alguma queixa contra mim. (Atos dos Apóstolos 24, 19)
Esperava outrossim, ao mesmo tempo, que Paulo lhe desse algum dinheiro, pelo que o mandava chamar com frequência e se entretinha com ele. (Atos dos Apóstolos 24, 26)
Aí os sumos sacerdotes e os judeus mais notáveis foram ter com ele, acusando Paulo, e rogaram-lhe, (Atos dos Apóstolos 25, 2)
com insistência, como um favor, que o mandasse de volta para Jerusalém. É que queriam armar-lhe uma emboscada para o assassinarem no caminho. (Atos dos Apóstolos 25, 3)
“Portanto, os que dentre vós são de prestígio desçam comigo; e se houver algum crime nesse homem, acusem-no”. (Atos dos Apóstolos 25, 5)
Paulo, porém, disse: “Estou perante o tribunal de César. É lá que devo ser julgado. Não fiz mal algum aos judeus, como bem sabes. (Atos dos Apóstolos 25, 10)
Se lhes tenho feito algum mal ou coisa digna de morte, não recuso morrer. Mas, se nada há daquilo de que estes me acusam, ninguém tem o direito de entregar-me a eles. Apelo para César!”. (Atos dos Apóstolos 25, 11)
Como se demorassem ali muitos dias, Festo expôs ao rei o caso de Paulo: “Félix deixou preso aqui um certo homem. (Atos dos Apóstolos 25, 14)
Quando estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus vieram queixar-se dele comigo pedindo a sua condenação. (Atos dos Apóstolos 25, 15)
Respondi-lhes que não era costume dos romanos condenar homem algum, antes de ter confrontado o acusado com os seus acusadores e antes de se lhes dar a liberdade de defender-se dos crimes que lhes são imputados. (Atos dos Apóstolos 25, 16)