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João andava vestido de pêlo de camelo e trazia um cinto de couro em volta dos rins, e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. (São Marcos 1, 6)
E ouviu-se dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição”. (São Marcos 1, 11)
Uns poucos passos mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam numa barca, consertando as redes. E chamou-os logo. (São Marcos 1, 19)
Dirigiram-se para Cafarnaum. E já no dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e pôs-se a ensinar. (São Marcos 1, 21)
Ora, na sinagoga deles achava-se um homem possesso de um espírito imundo, que gritou: (São Marcos 1, 23)
O espírito imundo agitou-o violentamente e, dando um grande grito, saiu. (São Marcos 1, 26)
Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: “Que é isto? Eis um ensinamento novo, e feito com autoridade; além disso, ele manda até nos espíritos imundos e lhe obedecem!”. (São Marcos 1, 27)
De manhã, tendo-se levantado muito antes do amanhecer, ele saiu e foi para um lugar deserto, e ali se pôs em oração. (São Marcos 1, 35)
Aproximou-se dele um leproso, suplicando-lhe de joelhos: “Se queres, podes limpar-me”. (São Marcos 1, 40)
Este homem, porém, logo que se foi, começou a propagar e divulgar o acontecido, de modo que Jesus não podia entrar publicamente em uma cidade. Conservava-se fora, nos lugares despovoados; e de toda parte vinham ter com ele. (= Mt 9,1-8 = Lc 5,17-26) (São Marcos 1, 45)
Alguns dias depois, Jesus entrou novamente em Cafarnaum e souberam que ele estava em casa.* (São Marcos 2, 1)
Reuniu-se uma tal multidão, que não podiam encontrar lugar nem mesmo junto à porta. E ele os instruía. (São Marcos 2, 2)