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Em Jerusalém houve grande júbilo, tanto que nada de semelhante se tinha visto na cidade desde o tempo de Salomão, filho de Davi, rei de Israel. (II Crônicas 30, 26)
Acabadas essas festas, os israelitas presentes foram às cidades de Judá e despedaçaram as estelas, derrubaram as asserás, destruíram os lugares altos e demoliram os altares de todo o Judá, Benjamim, Efraim e Manassés. Foi uma destruição radical. Feito isso, os israelitas retornaram cada qual para sua cidade, cada qual para sua terra. (II Crônicas 31, 1)
Vieram então Ezequias e seus chefes e, vendo esses montões, louvaram o Senhor e seu povo de Israel. (II Crônicas 31, 8)
Foram essas as medidas tomadas por Ezequias em toda a terra de Judá. Praticou o bem, leal e fielmente diante do Senhor, seu Deus. (II Crônicas 31, 20)
Juntou muita gente que se pôs a obstruir todas as fontes como também o riacho que corria no meio da terra. “Por que – diziam eles – os reis da Assíria haveriam de encontrar, chegando aqui, água em abundância?” (II Crônicas 32, 4)
Ele escreveu também uma carta cheia de ultrajes contra o Senhor, Deus de Israel, na qual o atacava dizendo: “Assim como os deuses das nações não puderam subtraí-las de minha mão, assim também o Deus de Ezequias não poderá livrar seu povo da minha”. (II Crônicas 32, 17)
E o Senhor enviou um anjo que exterminou todo o exército do rei da Assíria, no próprio acampamento, com os chefes e os generais. E o rei voltou para a sua terra inteiramente confuso. Quando ele entrava no templo de seu deus, seus filhos, saídos de sua própria carne, assassinaram-no com um golpe de espada. (II Crônicas 32, 21)
Todavia, quando os chefes da Babilônia lhe enviaram mensageiros para se informar do prodígio que tinha acontecido na terra, Deus o abandonou para provar e conhecer o âmago de seu coração. (II Crônicas 32, 31)
Os outros atos de Ezequias, suas obras piedosas, tudo isso se acha relatado na visão do profeta Isaías, filho de Amós, e no Livro dos Reis de Judá e de Israel. (II Crônicas 32, 32)
Erigiu no templo o ídolo que mandou fazer, do qual Deus tinha dito a Davi e a seu filho Salomão: “Neste templo e na cidade de Jerusalém, que escolhi dentre todas as tribos de Israel, farei residir meu nome para sempre. (II Crônicas 33, 7)
Jamais removerei o pé de Israel do solo que dei a seus pais, contanto que ponham todo o cuidado em praticar meus mandamentos e a lei que lhes prescreveu Moisés, meu servo”. (II Crônicas 33, 8)
Reconstruiu o altar do Senhor, e ofereceu sacrifícios de ação de graças e louvor. Ordenou a Judá servir ao Senhor, Deus de Israel. (II Crônicas 33, 16)