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Senhor, Deus de Israel, vós sois justo, porque presentemente nada mais somos que um resto de sobreviventes. Eis-nos aqui diante de vós com nossa falta, porque não poderíamos subsistir em vossa presença depois do pecado”. (Esdras 9, 15)
Enquanto Esdras, prostrado diante da casa de Deus, fazia chorando esta prece e esta confissão, foi se reunindo em torno dele uma multidão numerosa de israelitas. Eram homens, mulheres e crianças, todos chorando. (Esdras 10, 1)
Então, Sequenias, filho de Jaiel, dos filhos de Elam, tomou a palavra e disse a Esdras: “Nós pecamos contra o nosso Deus, tomando por mulheres as estrangeiras pertencentes ao povo da terra. Entretanto, resta ainda uma esperança para Israel. (Esdras 10, 2)
Façamos, agora, uma aliança com nosso Deus: proponhamo-nos a mandar de volta todas essas mulheres e seus filhos, de conformidade com o teu conselho e o daqueles que têm respeito pelos mandamentos de nosso Deus. E que seja feito segundo manda a Lei. (Esdras 10, 3)
Depois, deixando a casa de Deus, foi ao quarto de Joanã, filho de Eliasib. Tendo entrado ali, permaneceu sem comer nem beber, porque chorava o pecado dos filhos do cativeiro. (Esdras 10, 6)
Todos os homens de Judá e de Benjamim reuniram-se em Jerusalém nos três dias. Era o vigésimo dia do nono mês. Todo o povo que se encontrava na praça do Templo de Deus tremia, não só pela gravidade da circunstância, mas também porque estava chovendo. (Esdras 10, 9)
Agora, compenetrai-vos de vossa falta diante do Senhor, o Deus de nossos pais, e fazei a sua vontade. Separai-vos dos povos desta terra e das mulheres estrangeiras”. (Esdras 10, 11)
Que nossos chefes fiquem aqui para representar a assembleia inteira e todos aqueles que, em nossas cidades, receberam em suas casas uma ou mais mulheres estrangeiras, se apresentem nas datas fixadas, com os anciãos de cada cidade e os seus juízes, até que consigamos apartar de nós o fogo da cólera de nosso Deus por causa dessa questão”. (Esdras 10, 14)
Ouvindo tais palavras, sentei-me para chorar e fiquei vários dias desconsolado; jejuei e orei diante do Deus do céu,* (Neemias 1, 4)
dizendo: “Ah, Senhor, Deus do céu, Deus grande e temível, vós que permaneceis fiel à vossa aliança e exerceis a misericórdia para com aqueles que vos amam e observam os vossos mandamentos, (Neemias 1, 5)
Então, fazendo uma prece ao Deus do céu eu disse ao rei: “Se aprouver ao rei e se o teu servo te é agradável, permite-me ir para a terra de Judá, à cidade onde se encontram os túmulos de meus pais, para reconstruí-la”. (Neemias 2, 5)
e outra carta para Asaf, o intendente da floresta real, para que ele me forneça a madeira para a viga das portas da fortaleza vizinha ao templo, para as muralhas da cidade e para a casa em que eu habitar”. O rei concordou com o meu pedido, porque a mão favorável de meu Deus estava comigo. (Neemias 2, 8)