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Quando passarem ao átrio exterior, lá onde o povo se encontra, despirão suas vestimentas litúrgicas e as deporão nas câmaras do santuário, e se revestirão de outros hábitos, a fim de que não toquem os leigos com suas vestimentas consagradas.* (Ezequiel 44, 19)
Ensinarão meu povo a distinguir o sagrado do profano, a discernir o que é imundo do que é puro. (Ezequiel 44, 23)
Será lá a sua terra, a sua propriedade em Israel. Assim, meus príncipes não mais oprimirão meu povo, mas deixarão o resto da terra às tribos da casa de Israel.” (Ezequiel 45, 8)
Eis o que diz o Senhor Javé: “Príncipes de Israel, basta! Renunciai à violência e à opressão; praticai a equidade e a justiça; cessai vossas exações contra o meu povo – oráculo do Senhor Javé. (Ezequiel 45, 9)
O povo se prostrará diante do Senhor, à entrada desse pórtico, nos dias de sábado e de lua nova. (Ezequiel 46, 3)
Quando o povo vier apresentar-se diante do Senhor, por ocasião das solenidades, aquele que tiver entrado pela porta norte, para se prosternar, sairá pela porta sul; o que vier pela porta sul sairá pela porta norte; não voltará pela porta que tiver tomado à entrada, mas sairá pela porta que tiver diante de si. (Ezequiel 46, 9)
O príncipe nada usurpará do patrimônio do povo, despojando-o de alguma de suas propriedades; ele constituirá um patrimônio a seus filhos unicamente de sua propriedade, a fim de que ninguém dentre o meu povo seja privado de suas posses”. (Ezequiel 46, 18)
“É ali” – disse-me – “o lugar onde os sacerdotes cozem as carnes oferecidas em sacrifício pelo pecado e pelo delito, e onde cozem as oferendas, a fim de não levá-las ao átrio exterior e não tocar o povo com as coisas santas.”* (Ezequiel 46, 20)
“São” – disse-me ele – “as cozinhas, onde os servidores do templo cozem as carnes das vítimas oferecidas pelo povo.” (Ezequiel 46, 24)
No tempo desses reis, o Deus dos céus suscitará um reino que jamais será destruído e cuja soberania jamais passará a outro povo: destruirá e aniquilará todos os outros, enquanto que ele subsistirá eternamente.* (Daniel 2, 44)
Em consequência dou ordem, que todo homem, pertencente a qualquer povo, nação ou língua, que ousar falar mal, seja o que for, contra o Deus de Sidrac, Misac e Abdênago, seja despedaçado e sua casa reduzida a um montão de imundícies; porque não há outro deus capaz de realizar uma libertação assim!”. (Daniel 3, 96)
A realeza, o império e a suserania de todos os reinos situados sob os céus serão devolvidos ao povo dos santos do Altíssimo, cujo reino é eterno e a quem todas as soberanias renderão seu tributo de obediência”. (Daniel 7, 27)