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que meu pai me fez jurar-lhe: ‘Eu vou morrer – disse-me ele –; tu me enterrarás no túmulo que adquiri na terra de Canaã’. Permite-me, pois, subir e enterrar meu pai; depois voltarei”. (Gênesis 50, 5)
Carros e cavaleiros acompanhavam-no, de sorte que a caravana era muito grande. (Gênesis 50, 9)
Chegando à eira de Atad, além do Jordão, fizeram uma grande e solene lamentação, e José celebrou, em honra de seu pai, um pranto de sete dias. (Gênesis 50, 10)
Vendo esse pranto na eira de Atad, o povo daquela terra disse: “Grande pranto é esse dos egípcios!”. Daí o nome de Abel-Misraim dado a esse lugar, que está situado além do Jordão.* (Gênesis 50, 11)
Os filhos de Jacó fizeram, pois, o que ele lhes tinha ordenado. (Gênesis 50, 12)
Os irmãos de José, vendo que seu pai morrera, disseram entre si: “Será que José nos tomará em aversão e irá vingar-se de todo o mal que lhe fizemos?”. (Gênesis 50, 15)
Mandaram, pois, dizer-lhe: “Antes de morrer, teu pai recomendou-nos (Gênesis 50, 16)
que te pedíssemos perdão do crime que teus irmãos cometeram, de seu pecado, de todo o mal que te fizeram. Perdoa, pois, agora esse crime àqueles que servem o Deus de teu pai”. Ouvindo isso, José chorou. (Gênesis 50, 17)
José disse-lhes: “Não temais: posso eu pôr-me no lugar de Deus? (Gênesis 50, 19)
Não temais, pois: eu vos sustentarei a vós e a vossos filhos”. Essas palavras, que lhes foram direto ao coração, reconfortaram-nos. (Gênesis 50, 21)
José disse a seus irmãos: “Vou morrer; mas Deus vos visitará seguramente e vos fará subir desta terra para a terra que jurou dar a Abraão, Isaac e a Jacó”. (Gênesis 50, 24)
José morreu com a idade de cento e dez anos. Foi embalsamado e depositado num sarcófago no Egito. (Gênesis 50, 26)