Fundar 23018 Resultados para: Or
a saber: que Cristo havia de padecer e seria o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, havia de anunciar a luz ao povo judeu e aos pagãos”. (Atos dos Apóstolos 26, 23)
Pois dessas coisas tem conhecimento o rei, em cuja presença falo com franqueza. Sei que nada disso lhe é oculto, porque nenhuma dessas coisas se fez ali ocultamente”. (Atos dos Apóstolos 26, 26)
Disse, então, Agripa a Paulo: “Por pouco não me persuades a fazer-me cristão!”.* (Atos dos Apóstolos 26, 28)
Respondeu Paulo: “Prouvera a Deus que, por pouco e por muito, não somente tu, senão também quantos me ouvem, se fizessem hoje tal qual eu sou... menos estas algemas!”. (Atos dos Apóstolos 26, 29)
Então o rei, o governador, Berenice e os que estavam sentados com eles se levantaram. (Atos dos Apóstolos 26, 30)
Retirando-se, comentavam uns com os outros: “Esse homem não fez coisa que mereça a morte ou prisão”. (Atos dos Apóstolos 26, 31)
Logo que foi determinado que embarcássemos para a Itália, Paulo foi entregue com outros presos a um centurião da coorte Augusta, chamado Júlio. (Atos dos Apóstolos 27, 1)
Embarcamos num navio de Adramito que devia costear as terras da Ásia, e levantamos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedônio de Tessalônica. (Atos dos Apóstolos 27, 2)
Dali, fazendo-nos ao mar, fomos navegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos. (Atos dos Apóstolos 27, 4)
Por muitos dias navegamos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar. (Atos dos Apóstolos 27, 7)
Fomos então costeando ao sul da ilha de Creta, junto ao cabo Salmona. Navegando com dificuldade ao longo da costa, chegamos afinal a um lugar, a que chamam Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia. (Atos dos Apóstolos 27, 8)
Passara o tempo – já havia passado a época do jejum – e a navegação se tornava perigosa. Paulo advertiu-os:* (Atos dos Apóstolos 27, 9)