Mosaico decorativo

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  • Depois dessas palavras, Jesus saiu com os seus discípulos para além da torrente de Cedron, onde havia um jardim, no qual entrou com os seus discípulos. (São João 18, 1)

  • Judas, o traidor, conhecia também aquele lugar, porque Jesus ia frequentemente para lá com os seus discípulos. (São João 18, 2)

  • Tomou então Judas a coorte e os guardas de serviço dos pontífices e dos fariseus, e chegaram ali com lanternas, tochas e armas. (São João 18, 3)

  • Responderam: “A Jesus de Nazaré.” – “Sou eu” – disse-lhes. (Também Judas, o traidor, estava com eles.) (São João 18, 5)

  • Quando lhes disse “Sou eu”, recuaram e caíram por terra. (São João 18, 6)

  • Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, decepando-lhe a orelha direita. (O servo chamava-se Malco.) (São João 18, 10)

  • Então a coorte, o tribuno e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o ataram. (São João 18, 12)

  • Conduziram-no primeiro a Anás, por ser sogro de Caifás, que era o sumo sacerdote daquele ano. (= Mt 26,57-75 = Mc 14,53-72 = Lc 22,54-71) (São João 18, 13)

  • Caifás fora quem dera aos judeus o conselho: “Convém que um só homem morra em lugar do povo”. (São João 18, 14)

  • porém Pedro ficou de fora, à porta. Mas o outro discípulo (que era conhecido do sumo sacerdote) saiu e falou à porteira, e esta deixou Pedro entrar. (São João 18, 16)

  • A porteira perguntou a Pedro: “Não és acaso também tu dos discípulos desse homem?”. – “Não o sou” – respondeu ele. (São João 18, 17)

  • Os servos e os guardas acenderam um fogo, porque fazia frio, e se aqueciam. Com eles estava também Pedro, de pé, aquecendo-se. (São João 18, 18)


"Deve-se caminhar em nuvens cada vez que se termina uma confissão!" São Padre Pio de Pietrelcina