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E eis que um espetáculo se ofereceu aos seus olhos: lá estava o rei, de pé no estrado, segundo o costume, tendo ao seu lado os chefes e as trombetas, enquanto o povo se alegrava, tocando as trombetas. Então, ela rasgou as suas vestes, gritando: “Traição, traição!”. (II Reis 11, 14)
Mas o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam as tropas: “Levai-a para fora, entre vossas fileiras e se alguém quiser segui-la, feri-o com a espada”. Porque o pontífice proibira que a matassem no Templo do Senhor. (II Reis 11, 15)
Lançaram-lhe as mãos e, ao chegarem ao palácio real pelo caminho da entrada dos cavalos, mataram-na ali.* (II Reis 11, 16)
Tomou consigo os centuriões, os caritas, os guardas e todo o povo e, levando o rei do Templo do Senhor, entraram no palácio real pela porta das guardas e Joás sentou-se no trono dos reis. (II Reis 11, 19)
Todo o povo da terra se alegrou e a cidade ficou em paz. No palácio real, porém, Atalia era passada a fio de espada. (II Reis 11, 20)
Naquele tempo, Hazael, rei da Síria, sitiou Gat e apoderou-se dela. Depois foi atacar Jerusalém. (II Reis 12, 17)
Porém, Joás, rei de Judá, tomando os objetos sagrados oferecidos pelos seus pais, Josafá, Jorão e Ocozias, reis de Judá, e os que ele mesmo tinha oferecido, assim como todo o ouro que se achava nas reservas do Templo do Senhor e do palácio real, mandou tudo isso a Hazael, rei da Síria, o qual desistiu de sua campanha contra Jerusalém. (II Reis 12, 18)
Seus servos levantaram-se, fizeram uma conspiração e assassinaram o rei em Bet-Melo, no declive de Sela. (II Reis 12, 20)
Com efeito, o Senhor só deixou a Joacaz, como exército, cinquenta cavaleiros, dez carros e dez mil soldados de infantaria; pois o rei da Síria lhe tinha aniquilado o resto e reduzido a pó que se calça aos pés.* (II Reis 13, 7)
Eliseu fora atingido pela enfermidade de que devia morrer. Joás, rei de Israel, desceu para visitá-lo. Inclinado sobre o rosto do profeta, disse-lhe, chorando: “Meu pai! Meu pai! Carro e cavalaria de Israel!”. (II Reis 13, 14)
dizendo: “Abre a janela do lado do oriente”. Joás abriu-a. “Lança uma flecha” – disse Eliseu –. Ele lançou. “Flecha de vitória para o Senhor – disse o profeta –; flecha de vitória contra os sírios. Baterás os sírios em Afec até exterminá-los.” (II Reis 13, 17)
Mas o Senhor compadeceu-se deles e usou de misericórdia para com eles. Deu-lhes de novo a sua graça por causa de sua aliança com Abraão, Isaac e Jacó. O Senhor não os quis aniquilar, nem rejeitá-los de sua face. (II Reis 13, 23)