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José tinha ajuntado todo o dinheiro que se encontrava no Egito e em Canaã, como preço do trigo que compravam, e o tinha depositado no tesouro do faraó. (Gênesis 47, 14)
Por que perecermos diante de teus olhos, nós e nossas terras? Compra-nos a nós e a nossas terras em troca de pão, e nós e nossas terras seremos escravos do faraó. Dá-nos sementes, para que vivamos e não morramos, e não seja desolado o nosso solo”. (Gênesis 47, 19)
José adquiriu, assim, para o faraó, todas as terras do Egito, porque cada egípcio vendia o seu campo, obrigado pela fome; e o país tornou-se propriedade do faraó. (Gênesis 47, 20)
As terras dos sacerdotes foram as únicas que não comprou, porque estes recebiam do faraó uma ração determinada para o seu sustento. Por isso, não venderam suas propriedades. (Gênesis 47, 22)
José disse ao povo: “Eu vos comprei hoje, vós e vossas terras, para o faraó. Aqui tendes sementes: semeai vossos campos. (Gênesis 47, 23)
No tempo da colheita, dareis a quinta parte ao faraó: as outras quatro partes vos servirão para semente do campo e para vosso alimento com vossos filhos e os que moram convosco”. (Gênesis 47, 24)
Eles responderam: “Tu nos salvaste a vida. Tenhamos graça aos olhos de meu senhor e seremos de bom grado escravos do faraó”. (Gênesis 47, 25)
José instituiu assim uma lei que ainda hoje está em vigor, em virtude da qual uma quinta parte da colheita pertence ao faraó. Somente as terras dos sacerdotes não se tornaram sua propriedade. (Gênesis 47, 26)
Jacó viveu ainda dezessete anos no Egito. A duração de sua vida foi de cento e quarenta e sete anos. (Gênesis 47, 28)
Quando eu me tiver deitado com meus pais, me levarás para fora do Egito e me enterrarás junto deles em seu túmulo”. José respondeu: “Farei como dizes”. “Jura-me” – replicou Jacó. (Gênesis 47, 30)
Jacó foi avisado disso: “Eis – disseram-lhe – que o teu filho José vem te ver”. Israel, reunindo suas forças, assentou-se no seu leito. (Gênesis 48, 2)
Jacó chamou seus filhos e lhes disse: (Gênesis 49, 1)