Fundar 453 Resultados para: Fontes De água Viva
Cavarei e beberei água estrangeira. Com a planta de meus pés ressecarei todos os canais do Egito’. (II Reis 19, 24)
O restante da história de Ezequias, seus atos e grandes feitos, a construção do reservatório e do aqueduto pelo qual proveu de água a cidade, tudo isso se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Judá. (II Reis 20, 20)
Davi exprimiu um desejo: “Quem me dará de beber – disse ele – da água da cisterna que está às portas de Belém?”. (I Crônicas 11, 17)
Os três homens atravessaram o acampamento dos filisteus e tiraram água da cisterna que está à porta de Belém. Eles a levaram a Davi, mas Davi não quis bebê-la e fez dela uma libação ao Senhor: (I Crônicas 11, 18)
“Deus me livre – disse ele – de beber semelhante coisa! Haveria eu de beber o sangue destes homens? Pois foi arriscando a própria vida que eles me trouxeram esta água.” Por isso, recusou-se a beber. Eis o que fizeram esses três bravos. (I Crônicas 11, 19)
Em seguida, trouxeram o filho do rei e o cingiram com o diadema e lhe entregaram a Lei. Ele foi proclamado rei. Joiada e seus filhos o ungiram e gritavam: “Viva o rei!”. (II Crônicas 23, 11)
Amasias licenciou, pois e enviou de volta para sua terra a tropa de efraimitas que tinha vindo a ele. Mas apoderou-se deles uma viva irritação contra Judá e eles retornaram furiosos para suas casas. (II Crônicas 25, 10)
Juntou muita gente que se pôs a obstruir todas as fontes como também o riacho que corria no meio da terra. “Por que – diziam eles – os reis da Assíria haveriam de encontrar, chegando aqui, água em abundância?” (II Crônicas 32, 4)
No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, a fim de que se cumprisse a profecia do Senhor, posta na boca de Jeremias, o Senhor excitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, e este mandou fazer em todo o seu reino, à viva voz e também por escrito, a seguinte proclamação: (II Crônicas 36, 22)
No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a profecia posta pelo Senhor na boca de Jeremias, o Senhor suscitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual mandou fazer em todo o seu reino, de viva voz e por escrito, a seguinte proclamação: (Esdras 1, 1)
Muito conturbado, respondi ao rei: “Viva o rei para sempre! Como não haveria eu de estar pesaroso, desde que a cidade onde se encontram os túmulos de meus pais está devastada e suas portas consumidas pelo fogo?”. (Neemias 2, 3)
Depois dele trabalhava Fadaías, filho de Faros. Os natineus habitavam Ofel, até defronte da porta da Água, ao oriente e da torre que se salientava. (Neemias 3, 26)