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Agora, mortos para essa Lei que nos mantinha sujeitos, dela nos temos libertado, e nosso serviço realiza-se conforme a renovação do Espírito e não mais sob a autoridade envelhecida da letra. (Romanos 7, 6)
Que diremos, então? Que a Lei é pecado? De modo algum. Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei. Porque não teria ideia da concupiscência, se a Lei não dissesse: Não cobiçarás (Ex 20,17). (Romanos 7, 7)
Foi o pecado, portanto, que, aproveitando-se da ocasião que lhe foi dada pelo preceito, excitou em mim todas as concupiscências; porque, sem a Lei, o pecado estava morto. (Romanos 7, 8)
Quando eu estava sem a Lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, o pecado recobrou vida, (Romanos 7, 9)
e eu morri. Assim o mandamento, que me devia dar a vida, conduziu-me à morte. (Romanos 7, 10)
Porque o pecado, aproveitando da ocasião do mandamento, seduziu-me, e por ele me levou à morte. (Romanos 7, 11)
Por conseguinte, a Lei é santa e o mandamento é santo, e justo, e bom... (Romanos 7, 12)
Então, o que é bom tornou-se causa de morte para mim? Decerto que não. Foi o pecado que, para se mostrar realmente pecado, acarretou para mim a morte por meio do que é bom, a fim de que, pelo mandamento, o pecado se fizesse excessivamente pecaminoso. (Romanos 7, 13)
Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor! (Romanos 7, 25)
Assim, pois, de um lado, pelo meu espírito, sou submisso à Lei de Deus; de outro lado, por minha carne, sou escravo da Lei do pecado. (Romanos 7, 26)
A Lei do Espírito de Vida me libertou, em Jesus Cristo, da Lei do pecado e da morte.* (Romanos 8, 2)
a fim de que a justiça, prescrita pela Lei, fosse realizada em nós, que vivemos não segundo a carne, mas segundo o espírito. (Romanos 8, 4)