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Enquanto ensinava no templo, Jesus exclamou: “Ah! Vós me conheceis e sabeis de onde eu sou!... Entretanto, não vim de mim mesmo, mas é verdadeiro aquele que me enviou, e vós não o conheceis. (São João 7, 28)
Procuraram prendê-lo, mas ninguém lhe deitou as mãos, porque ainda não era chegada a sua hora. (São João 7, 30)
Os fariseus ouviram esse murmúrio que circulava entre o povo a respeito de Jesus. Então, de acordo com eles, os príncipes dos sacerdotes enviaram guardas para prendê-lo. (São João 7, 32)
Disse Jesus: “Ainda por um pouco de tempo estou convosco e então vou para aquele que me enviou. (São João 7, 33)
Dizia isso, referindo-se ao Espírito que haviam de receber os que cressem nele, pois ainda não fora dado o Espírito, visto que Jesus ainda não tinha sido glorificado. (São João 7, 39)
Ouvindo essas palavras, alguns daquela multidão diziam: “Este é realmente o profeta”. (São João 7, 40)
Outros diziam: “Este é o Cristo”. Mas outros protestavam: “É acaso da Galileia que há de vir o Cristo? (São João 7, 41)
Não diz a Escritura: O Cristo há de vir da família de Davi, e da aldeia de Belém, onde vivia Davi?”.* (São João 7, 42)
Voltaram os guardas para junto dos príncipes dos sacerdotes e fariseus, que lhes perguntaram: “Por que não o trouxestes?”. (São João 7, 45)
Os guardas responderam: “Jamais homem algum falou como este homem!...” (São João 7, 46)
Há, acaso, alguém dentre as autoridades ou fariseus que acreditou nele? (São João 7, 48)
Responderam-lhe: “Porventura és também tu galileu? Informa-te bem e verás que da Galileia não saiu profeta”.* (São João 7, 52)