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Ela ajuntou: “Queira o rei lembrar-se do Senhor, seu Deus, para que o vingador do sangue não agrave a desgraça, matando o meu filho!”. “Pela vida de Deus – disse ele –, não cairá um só cabelo da cabeça de teu filho!” (II Samuel 14, 11)
A mulher então disse: “Permite que a tua serva diga uma palavra ao rei, meu senhor?”. “Fala.” (II Samuel 14, 12)
“Por que, pois, pensas fazer o mesmo contra o povo do Senhor? Pronunciando essa sentença, o rei se confessa culpado, pelo fato de não se lembrar daquele que desterrou. (II Samuel 14, 13)
Sim, o rei me ouvirá e me livrará da mão do homem que procura excluir-nos, a mim e ao meu filho, da herança do Senhor. (II Samuel 14, 16)
Que o rei – ajuntou ela – se digne pronunciar uma palavra de paz, porque o rei, meu senhor, é como um anjo de Deus para discernir o bem do mal. Que o Senhor, teu Deus, seja contigo!” (II Samuel 14, 17)
O rei disse à mulher: “Não me escondas nada do que te vou perguntar”. A mulher respondeu: “Que o rei, meu senhor, fale”. (II Samuel 14, 18)
Foi para dar a esse assunto uma nova feição que Joab fez isso. Porém tu, ó rei, meu senhor, és tão sábio como um anjo de Deus, para saber tudo o que se passa na terra!” (II Samuel 14, 20)
Joab prostrou-se com o rosto por terra e abençoou o rei, dizendo: “Agora o teu servo reconhece que ganhou o teu favor, ó rei, meu senhor, pois que o rei cumpriu o desejo de seu servo!”. (II Samuel 14, 22)
Colocava-se desde cedo à beira do caminho, junto à grande porta e interpelava todos os que vinham procurar o rei para um julgamento, dizendo: “De que cidade és tu?”. O outro respondia: “Teu servo é de tal tribo de Israel”. (II Samuel 15, 2)
Quatro anos se passaram. Absalão disse ao rei: “Deixa-me ir a Hebron para cumprir ali uma promessa que fiz ao Senhor. (II Samuel 15, 7)
Quando o teu servo estava em Gessur, fez este voto: Se o Senhor me reconduzir a Jerusalém, irei prestar-lhe culto em Hebron”. (II Samuel 15, 8)
Enquanto oferecia os sacrifícios, Absalão mandou chamar também Aquitofel, gilonita, conselheiro de Davi, à sua cidade de Gilo. E assim a conjuração se fortificava e se tornava cada vez mais numerosa em torno de Absalão. (II Samuel 15, 12)