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o meu bem-amado é para mim um cacho de uvas nas vinhas de Engadi. (Cântico dos Cânticos 1, 14)
– Como és formosa, amada minha! Como és bela! Teus olhos são como pombas.* (Cântico dos Cânticos 1, 15)
– Como és belo, meu amado! Como és encantador! O nosso leito é um leito verdejante. (Cântico dos Cânticos 1, 16)
– Como o lírio entre os espinhos, assim é minha amada entre as jovens. (Cântico dos Cânticos 2, 2)
– Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os jovens; gosto de sentar-me à sua sombra, e seu fruto é doce à minha boca. (Cântico dos Cânticos 2, 3)
– Oh, esta é a voz do meu amado! Ei-lo que aí vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.* (Cântico dos Cânticos 2, 8)
Meu amado é como a gazela ou como um cervozinho. Ei-lo que está atrás da nossa parede. Olha pela janela, espreita pelas grades. (Cântico dos Cânticos 2, 9)
Meu bem-amado disse-me: “Levanta-te, minha amada; vem, formosa minha. (Cântico dos Cânticos 2, 10)
A figueira já começa a dar os seus figos, e a vinha em flor exala o seu perfume; levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem. (Cântico dos Cânticos 2, 13)
– Meu bem-amado é para mim, e eu para ele; ele apascenta entre os lírios. (Cântico dos Cânticos 2, 16)
Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, volta, ó meu amado, como a gazela ou o cervozinho para os montes escarpados.* (Cântico dos Cânticos 2, 17)
Durante a noite, no meu leito, busquei o meu amado; procurei-o, sem encontrá-lo. (Cântico dos Cânticos 3, 1)