Mosaico decorativo

Fundar 2871 Resultados para: Aco

  • Lísias, seu tutor e ministro, acompanhava-o. Eles comandavam as tropas gregas, elevando-se a cento e dez mil infantes, cinco mil e trezentos cavaleiros, vinte e dois elefantes e trezentos carros armados de foices. (II Macabeus 13, 2)

  • Que ele não permitisse que o povo, apenas um pouco aliviado, recaís­se sob os golpes das nações perversas. (II Macabeus 13, 11)

  • Provando a audácia dos judeus, o rei tentou apoderar-se das fortificações por meio de estratagemas. (II Macabeus 13, 18)

  • Acolheu com agrado Macabeu e deixou como governador na região Hegemôni­da, desde Ptolemaida até a terra dos gerrênios.* (II Macabeus 13, 24)

  • Aconteceu também que Razias, um dos anciãos de Jerusalém, foi denunciado a Nicanor. Era um homem dedicado aos seus concidadãos, de grande reputação e cognominado “pai dos judeus”, por causa de sua benevolência. (II Macabeus 14, 37)

  • As pessoas afastaram-se com rapidez e Razias tombou no espaço deixado vazio. (II Macabeus 14, 44)

  • Que vosso braço se estenda e extermine aqueles que, blasfemando, vieram atacar vosso povo santo”. E, com essas palavras, concluiu sua prece. (II Macabeus 15, 24)

  • do outro lado, os de Judas travavam a batalha entre invocações e orações. (II Macabeus 15, 26)

  • Aquele que se consagrara de corpo e alma a serviço de seus concida­dãos e conservara para com seus compatriotas o amor de sua juventude, ordenou que degolassem a cabeça de Nicanor, como também a mão e o braço, e os levassem a Jerusalém. (II Macabeus 15, 30)

  • Depois mandou cortar a língua do ímpio para lançá-la em pedaços aos pássaros e mandou suspender diante do templo o braço decepado, como castigo de sua insensatez. (II Macabeus 15, 33)

  • De comum acordo, foi estabelecido que, doravante, não se deixaria passar esse dia sem festejá-lo e que seria celebrada no dia treze do duodécimo mês, chamado Adar em língua siríaca, a vigília do dia de Mardoqueu.* (II Macabeus 15, 36)

  • Assim se desenrolaram os acontecimentos relativos a Nicanor, e já que a partir dessa época Jerusalém permaneceu em poder dos hebreus, finalizarei aqui minha narração. (II Macabeus 15, 37)


"Onde não há obediência, não há virtude. Onde não há virtude, não há bem, não há amor; e onde não há amor, não há Deus; e sem Deus não se chega ao Paraíso." São Padre Pio de Pietrelcina