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Como podeis dizer: “Somos bravos, valentes guerreiros?”. (Jeremias 48, 14)
Chorai-a vós, seus vizinhos, e dizei vós, que lhe conheceis o nome: “Como se partiu esse cetro poderoso, esse cetro cheio de glórias?”.* (Jeremias 48, 17)
Mais que sobre Jázer, choro sobre ti, vinha de Sabama; tuas vides se alongavam até o mar, atingindo o mar de Jázer; sobre tuas searas de vindimas lançou-se o devastador. (Jeremias 48, 32)
Por que orgulhar-te da fertilidade de teus vales? Filha esquiva que tanto confias em teus tesouros, dizendo: ‘Quem ousaria atacar-me?’. (Jeremias 49, 4)
De todos os cantos, lançai contra ela o grito de guerra! Ela estende a mão; suas torres e muralhas são desmoronadas, pois assim é o castigo do Senhor. Vingai-vos dela, fazendo o mesmo que ela fez.* (Jeremias 50, 15)
Abriu o Senhor seu arsenal para dele tirar as armas de sua indignação, porque o Senhor dos exércitos tem algo a fazer contra a terra dos caldeus. (Jeremias 50, 25)
Por isso, as feras aí farão sua morada com os chacais, e os avestruzes aí fixarão sua habitação. Jamais será ela habitada e para sempre ficará deserta. (Jeremias 50, 39)
armados de arcos e de setas. São cruéis e sem piedade; o barulho que fazem assemelha-se ao rugido do mar. Montados em cavalos alinham-se em ordem de batalha contra ti, filha da Babilônia. (Jeremias 50, 42)
Mas à Babilônia e aos caldeus retribuirei, ante vossos olhos, todo o mal que fizeram a Sião – oráculo do Senhor. (Jeremias 51, 24)
É contra ti que me lanço, monte destruidor – oráculo do Senhor –, tu que destróis toda a terra; contra ti vou estender a mão, para precipitar-te do alto dos rochedos, e fazer de ti montanha em chamas. (Jeremias 51, 25)
“Recaia sobre a Babilônia a nossa carne dilacerada!”, dizem os habitantes de Sião. “E sobre a Caldeia o meu sangue derramado!”, diz Jerusalém. (Jeremias 51, 35)
É o Senhor quem devasta a Babilônia, fazendo-lhe calar o ruído das vozes. Bramem como torrentes de água as suas ondas e ressoam os seus gritos, (Jeremias 51, 55)