Mosaico decorativo

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  • mas maldito é o ídolo, ele e o que o fez; este porque o formou, aquele porque, sendo corruptível, leva o nome de deus. (Sabedoria 14, 8)

  • Este é o motivo por que também os ídolos das nações serão julgados: na criação de Deus, eles se tornaram uma abominação, objetos de escândalo para os homens, e laços para os pés dos insensatos.* (Sabedoria 14, 11)

  • Foi pela idealização dos ídolos que começou a apostasia, e sua invenção foi a perda dos humanos.* (Sabedoria 14, 12)

  • Tudo está numa confusão completa – sangue, homicídio, furto, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, (Sabedoria 14, 25)

  • porque o culto de inomináveis ídolos é o começo, a causa e o fim de todo o mal. (Sabedoria 14, 27)

  • porque, confiando em ídolos inanimados, esperam não ser punidos por má-fé. (Sabedoria 14, 29)

  • Contudo, o castigo os atingirá por duplo motivo: porque eles desconheceram a Deus, afeiçoando-se aos ídolos, e porque são culpados, por desprezo à santidade da religião, de ter feito juramentos enganadores. (Sabedoria 14, 30)

  • Pois não é o poder dos ídolos invocados, mas o castigo reservado ao pecador, que sempre persegue as faltas dos maus. (Sabedoria 14, 31)

  • Eis, portanto, um oleiro que amassa laboriosamente a terra mole, e forma diversos objetos para nosso uso, mas da mesma argila faz vasos destinados a fins nobres e outros, indiferentemente, para usos opostos. Para qual destes usos cada vaso será aplicado? O oleiro será o juiz. (Sabedoria 15, 7)

  • Do mesmo barro, forma também, como obreiro perverso, uma vã divindade, ele que, ainda há pouco, nasceu da terra, e em breve voltará a ela, de onde foi tirado, quando lhe serão pedidas as contas de sua vida. (Sabedoria 15, 8)

  • Mais que qualquer outro, esse homem sabe que peca, fazendo do mesmo barro vasos frágeis e ídolos.* (Sabedoria 15, 13)

  • porque eles também tiveram por deuses todos os ídolos das nações, que não podem servir-se de seus olhos para ver, que não têm nariz para aspirar o ar, nem ouvidos para ouvir, nem os dedos das mãos para apalpar, e cujos pés são incapazes de andar; (Sabedoria 15, 15)


"O Anjo de Deus não nos abandona jamais." São Padre Pio de Pietrelcina