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Dias virão – oráculo do Senhor – em que a cidade será reconstruída pelo Senhor, desde a Torre de Hananeel até a Porta do Ângulo. (Jeremias 31, 38)
Todo o vale cheio de cadáveres e cinza, e todos os campos até a torrente de Cedron e o ângulo da Porta dos Cavalos, a leste, serão bens consagrados ao Senhor. Jamais serão eles devastados, nem destruídos. (Jeremias 31, 40)
A palavra do Senhor foi dirigida a Jeremias, no décimo ano do reinado de Sedecias, rei de Judá. Era, então, o décimo oitavo do reinado de Nabucodonosor. (Jeremias 32, 1)
Sedecias, rei de Judá, mandara-o encarcerar lá, dizendo-lhe: “Por profetizares desse modo: Oráculo do Senhor: Vou entregar esta cidade ao rei da Babilônia, que dela se apossará. (Jeremias 32, 3)
E ele será levado para a Babilônia, onde permanecerá até que dele eu me ocupe – oráculo do Senhor. E, se entrardes em luta com os caldeus, não tereis êxito”. (Jeremias 32, 5)
“Foi nestes termos que me falou o Senhor” – disse Jeremias –: (Jeremias 32, 6)
Hanameel, meu primo, veio, portanto, procurar-me no cárcere, como havia anunciado o Senhor. “Compra” – disse-me então –, “a minha terra de Anatot, na terra de Benjamim, porque cabe a ti, por direito de herança, resgatá-la. Compra-a, portanto.” Compreendi que nisso havia um convite do Senhor.* (Jeremias 32, 8)
“Eis o que diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Toma estes documentos, esta escritura de venda selada e aquela cópia aberta, e coloca-as num vasilhame de barro, a fim de que por muito tempo se conservem. (Jeremias 32, 14)
Porquanto, eis o que predisse o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Ainda serão compradas casas, campos e vinhas desta terra”. (Jeremias 32, 15)
Depois de ter entregue a Baruc, filho de Neerias, o contrato de venda, dirigi ao Senhor a seguinte oração: (Jeremias 32, 16)
“Ah! Senhor Javé, fostes vós que fizestes o céu e a terra com a força de vosso braço. Nada vos é impossível. (Jeremias 32, 17)
Não obstante, vós me dissestes, Senhor Javé, que comprasse o campo a peso de dinheiro, perante testemunha, quando prestes está a cidade a cair nas mãos dos caldeus!”. (Jeremias 32, 25)