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de manhã, cheio de pavor, mandou chamar todos os adivinhos do Egito e todos os sábios; estando reunidos, contou-lhes o sonho e não havia quem lho esplicasse. (Gênesis 41, 8)
Tendo-se o rei irado contra os seus servos, mandou que eu e o padeiro-mór fôssemos metidos no cárcere do chefe da guarda; (Gênesis 41, 10)
ai, uma noite, ambos nós tivemos um sonho que presagiava o futuro. (Gênesis 41, 11)
Achava-se lá um jovem hebreu, servo do mesmo chefe da guarda. Tendo-lhe nós referidos os sonhos, (Gênesis 41, 12)
ouvimos tudo o que depois os factos comprovaram: Eu fui restituído ao meu ofício e o outro foi pendurado em uma forca. (Gênesis 41, 13)
Imediatamente José foi tirado do cárcere por mandado do rei. Barbeou-se, mudou de roupa e foi ter com Faraó. (Gênesis 41, 14)
Este disse-lhe; Tive uns sonhos, e não há quem os interprete; ouvi dizer que tu sabes explicar os sonhos que te contam. (Gênesis 41, 15)
José respondeu: Não sou eu, é Deus quem dará uma resposta favorável a Faraó, (Gênesis 41, 16)
Faraó, pois, contou o que tinha visto: Parecia-me estar sobre a margem do rio, (Gênesis 41, 17)
e que saíam do rio sete vacas, em extremo formosas, e muito gordas, as quais pastavam a erva verde nos lugares palustres; (Gênesis 41, 18)
Sem que parecessem tê-las engolido, pois ficaram tão macilentas e feias como antes. Acordei, fui novamente oprimido pelo sono, (Gênesis 41, 21)
as quais devoravam as primeiras, que eram tão belas. Referi aos adivinhos o sonho, e não há quem o explique. (Gênesis 41, 24)