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Reparou também com todo o cuidado os muros que estavam desmantelados, sobre eles construiu torres e um outro muro por fora; restaurou o forte de Melo, na cidade de David, e mandou que se fizessem armas e escudos de todo o gênero; (II Crônicas 32, 5)
nomeou chefes, que comandassem o exército, e, jutando-os todos na praça da porta da cidade, falou-lhes ao coração, dizendo: (II Crônicas 32, 6)
Sede homens de valor e animai-vos; não temais, não tenhais receio do rei dos Assírios, nem de toda a multidão que o acompanha, porque muitos mais estão connosco do que com ele. (II Crônicas 32, 7)
Com efeito, com ele está um braço de carne, e connosco está o Senhor nosso Deus, que é nosso auxiliador, que combate por nós. O povo cobrou ânimo a estas palavras de Ezequias, rei de Judá. (II Crônicas 32, 8)
Depois que estas coisas sucederam, Senaquerib, rei dos Assírios, enviou os seus mensageiros a Jerusalém (porque ele com todo o exército estava sitiando Laquis), dizendo a Ezequias, rei de Judá, e a todo o povo que havia na cidade: (II Crônicas 32, 9)
Porventura não vos engana Ezequias, para vos fazer morrer à fome e à sede, quando afirma que o Senhor vosso Deus vos livrará da mão do rei dos Assírios? (II Crônicas 32, 11)
Porventura ignorais o que temos feito, eu e meus pais, a todos os povos da terra? Porventura tiveram poder, os deuses dessas gentes, de livrar os seus países da minha mão? (II Crônicas 32, 13)
Qual é o deus; entre todos os deuses das nações que meus antepassados devastaram, que tivesse forças para livrar o seu povo das minhas mãos, de sorte (que espereis) que possa também o vosso Deus livrar-vos das minhas mãos? (II Crônicas 32, 14)
Não vos engane, pois, Ezequias, não vos iluda com vãs persuasões, não lhe deis crédito, porque, se nenhum dos deuses de todas as nações e de todos os reinos pôde livrar o seu povo da minha mão nem da de meus pais, consequentemente também o vosso Deus vos não poderá livrar da minha mão. (II Crônicas 32, 15)
Ele escreveu também cartas cheias de blasfêmias contra o Senhor Deus de Israel, em que dizia: Assim como os deuses das outras nações não puderam livrar o seu povo da minha mão, assim também o Deus de Ezequias não poderá livrar o seu corpo desta mão. (II Crônicas 32, 17)
Além disto, em alta voz, falava em língua hebraica ao povo que estava sobre as muralhas de Jerusalém, para a atemorizar e para tomar a cidade. (II Crônicas 32, 18)
O Senhor salvou assim Ezequias e os habitantes de Jerusalém da mão de Senaquerib, rei dos Assírios, e da mão de todos (os seus inimigos), dando-lhes paz por todos os lados. (II Crônicas 32, 22)