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Por volta do meio-dia, quando o povo se tinha retirado, Susana entrava e passeava no jardim do seu marido. (Daniel 13, 7)
Estes velhos viam-na entrar e passear, todos os dias, e conceberam uma paixão por ela. (Daniel 13, 8)
Estavam ambos feridos de paixão por Susana, mas não declararam um ao outro a sua paixão, (Daniel 13, 10)
porque se envergonhavam de descobrir um ao outro o desejo de a possuir. (Daniel 13, 11)
Observavam todos os dias com grande cuidado o tempo em que a poderiam ver. (Um, dia) disseram entre si: (Daniel 13, 12)
Vamos para casa, porque são horas de comer. (Realmente), tendo saído separaram-se um do outro. (Daniel 13, 13)
Mas, tornando logo (cada um) a vir, encontraram-se de novo num mesmo lugar. Depois de se terem perguntado mutuamente a causa, confessaram a sua paixão, e, então, de comum acordo, fixaram o tempo em que a poderiam encontrar só. (Daniel 13, 14)
Aconteceu, pois, que, aguardando eles uma ocasião oportuna, entrou ela, como de costume, acompanhada somente de duas donzelas, e quis banhar-se no jardim, acusam porque fazia (muito) calor. (Daniel 13, 15)
Aconteceu, pois, que, aguardando eles uma ocasião oportuna, entrou ela, como de costume, acompanhada somente de duas donzelas, e quis banhar-se no jardim, acusam porque fazia (muito) calor. (Daniel 13, 15)
Disse Susana às donzelas: Trazei-me os óleos e os perfumes, e fechai as portas do jardim, para eu tomar banho. (Daniel 13, 17)
Elas fizeram o que lhes tinha mandado; fecharam as portas do jardim e saíram por uma porta escusa, para trazerem o que lhes havia ordenado, ignorando que os velhos estavam dentro escondidos. (Daniel 13, 18)
Estão fechadas as portas do jardim ; ninguém nos vê, e nós ardemos em paixão por ti ; rende-te, pois, ao nosso desejo, entrega-te a nós. (Daniel 13, 20)