Encontrados 461 resultados para: Nações
À voz da tomada de Babilônia, a terra foi abalada, e gritos foram ouvidos entre as nações. (Jeremias 50, 46)
Babilônia era na mão do Senhor um copo de ouro que embriagava toda a terra; beberam as nações do seu vinho, e ficaram por isso enlouquecidas. (Jeremias 51, 7)
Tu serves-me de martelo, de instrumento de guerra; por meio de ti arruino nações, por ti destruo reinos; (Jeremias 51, 20)
Levantai o estandarte na terra; tocai a trombeta entre as nações; convocai contra ela as nações, convocai os reinos de Ararat, de Minni e Ascenez; alistai contra ela escribas de recrutamento, lançai cavalos como gafanhotos eriçados. (Jeremias 51, 27)
Preparai contra ela as nações, o rei da Média, os seus governadores e chefes, e toda a terra dos seus domínios. (Jeremias 51, 28)
Como foi tomada, vencida a (cidade mais) ilustre de toda a terra? Como é que Babilônia se tornou um objecto de espanto entre as nações? (Jeremias 51, 41)
Castigarei Bel em Babilônia, far-lhe-ei lançar da sua boca o que tinha absorvido. Não mais concorrerão a ele as nações. Até o muro de Babilônia foi a terra! (Jeremias 51, 44)
Assim fala o Senhor dos exércitos: Aquele muro larguíssimo de Babilônia será arruinado de alto a baixo; as suas portas excelsas serão abrasadas pelo fogo. Assim os povos trabalham para o nada, as nações esgotam-se para o fogo. (Jeremias 51, 58)
ALEF. Como assim está sentada solitária, a cidade (antes) cheia de povo! Tornou-se como uma viúva grande entre as nações; a princesa (outrora) das províncias ficou sujeita ao tributo. (ver nota) (Lamentações 1, 1)
CHIMEL. Judá sofreu a deportação com grande miséria e pesada escravidão. Habita entre as nações, e não acha repouso; todos os seus perseguidores a põem em aperto, numa pungente angústia. (Lamentações 1, 3)
TET. As suas portas estão sepultadas na terra; (o Senhor) destruiu, fez em pedaços as suas trancas; o seu rei e os seus príncipes estão entre as nações; já não há lei; os seus profetas já não conseguem visões do Senhor. (Lamentações 2, 9)
RES. O sopro das nossas narinas, o ungido do Senhor, foi apanhado nas suas armadilhas, esse de quem dizíamos: À sua sombra viveremos entre as nações. (ver nota) (Lamentações 4, 20)