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Se lhes fiz algum mal ou coisa digna de morte, não recuso morrer, mas, se nada há daquilo de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles. Apelo para César." (ver nota) (Atos dos Apóstolos 25, 11)
Demorando-se ali muitos dias, Festo falou de Paulo ao rei, dizendo: "Está (aqui) um certo homem, que Félix deixou prisioneiro, (Atos dos Apóstolos 25, 14)
mas tinham só contra ele algumas questões sobre a sua religião e sobre um certo Jesus já morto, o qual Paulo afirmava viver. (Atos dos Apóstolos 25, 19)
Mas, apelando Paulo para o julgamento de Augusto, ordenei que fosse guardado, até eu o remeter a César." (Atos dos Apóstolos 25, 21)
No dia seguinte, tendo ido Agripa e Berenice com grande pompa, e entrado na sala de audiência com os tribunos e pessoas principais da cidade, foi trazido Paulo por ordem de Festo. (Atos dos Apóstolos 25, 23)
Dele não tenho coisa certa que escrever ao senhor. Por isso vo-lo apresentei, principalmente a ti, ó rei Agripa, a fim de que, feito o interrogatório, eu tenha alguma coisa para escrever. (Atos dos Apóstolos 25, 26)
Agripa disse, pois, a Paulo: "É-te permitido falar em tua defesa." Então Paulo, estendendo a mão, começou a justificar-se. (Atos dos Apóstolos 26, 1)
a qual (promessa) as nossas doze tribos, servindo a Deus de noite e de dia, esperam ver cumprida. Por causa desta esperança, ó rei, sou acusado pelos Judeus. (Atos dos Apóstolos 26, 7)
Tendo todos nós caído por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegües? Dura coisa te é recaleitrar contra o aguilhão. (Atos dos Apóstolos 26, 14)
Por esta causa os Judeus, tendo-me prendido, estando eu no templo, tentavam matar-me. (Atos dos Apóstolos 26, 21)
Dizendo ele estas coisas em sua defesa, disse Festo em alta voz: "Estás louco, Paulo; o muito saber desorienta o teu espírito." (Atos dos Apóstolos 26, 24)
Paulo respondeu: "Eu não estou louco, ó óptimo Festo, mas digo palavras de verdade e de sabedoria. (Atos dos Apóstolos 26, 25)