Encontrados 307 resultados para: Jar
Amontoei prata e ouro, riquezas de reis e de províncias. (Para me deleitarem os ouvidos) escolhi cantores e cantoras, e tudo o que faz as delícias dos filhos dos homens, taças e jarros (preciosos) para o serviço do vinho. (Eclesiastes 2, 8)
Não recusei aos meus olhos coisa alguma de tudo o que eles desejaram; nem proibi ao meu coração que gozasse de todo o prazer, e se deleitasse nas coisas que eu lhe tinha preparado; e julguei que seria esta a minha sorte, o disfrutar do meu trabalho. (Eclesiastes 2, 10)
Todos aqueles, à frente dos quais ele estava, (e o encheram de aplausos) eram um povo infinito em número. Contudo os descendentes (desse povo) não se hão-de regozijar nele; até isto é vaidade e aflição de espírito. (Eclesiastes 4, 16)
Melhor é ter diante dos olhos o que se há-de desejar, do que desejar o que se ignora. Mas também isto é vaidade e aflição de espírito. (Eclesiastes 6, 9)
Leva-me atrás de ti: correremos ao odor dos teus perfumes. O rei introduziu-me nos seus aposentos; nós nos regozijaremos, nos alegraremos em ti, cantaremos os teus amores, melhores do que o vinho. Quanta razão há de te amar! (Cântico dos Cânticos 1, 3)
Jardim fechado és, irmã minha esposa, nascente fechada, fonte selada. (ver nota) (Cântico dos Cânticos 4, 12)
As tuas plantas formam um jardim de delicias, (cheio) de romãzeiras, com frutos preciosos, com cipre e nardo, (Cântico dos Cânticos 4, 13)
És fonte de jardins, poço de águas vivas, que com ímpeto correm do Líbano. (Cântico dos Cânticos 4, 15)
Levanta-te, Aquilão, e vem tu, vento do Meio-dia, sopra no meu jardim, (de sorte) que os balsameiros exalem seus perfumes. (Cântico dos Cânticos 4, 16)
Venha o meu amado para o seu jardim, e coma dos seus belos frutos! Eu vim para o meu jardim, irmã minha esposa; colhi a minha mirra e o meu bálsamo; comi o favo com o meu mel; bebi o meu vinho com o meu leite. Comei, amigos, e bebei, inebriai-vos caríssimos. (Cântico dos Cânticos 5, 1)
O meu amado desceu ao seu jardim, ao canteiro dos balsameiros para apascentar o seu rebanho nos jardins, e para colher lírios. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, ele, que apascenta o seu rebanho entre os lírios. (ver nota) (Cântico dos Cânticos 6, 1)
Eu desci ao jardim das nogueiras, para ver a vegetação do vale, para examinar se a vinha tinha lançado flor, se as romãs tinham florido. (Cântico dos Cânticos 6, 10)