Encontrados 415 resultados para: Viagem No Deserto
O rei disse-lhe: “Que tens aí?”. “Os jumentos – respondeu Siba – devem servir à família do rei, para que os montem; os pães e frutos servirão de comida para os teus servos, o vinho será para aqueles que se fatigarem no deserto.” (II Samuel 16, 2)
Mandai, pois, imediatamente a Davi esta mensagem: ‘Não fiques esta noite nas planícies do deserto, mas atravessa-o sem demora, não suceda que sejam exterminados o rei e todo o povo que está com ele’.” (II Samuel 17, 16)
mel, manteiga, ovelhas e queijos de leite de vaca. Trouxeram tudo isso a Davi e às suas tropas, para que se alimentassem, dizendo: “Estes homens sofreram certamente fome, fadiga e sede no deserto”. (II Samuel 17, 29)
Banaías, filho de Joiada, voltou ao tabernáculo e feriu de morte a Joab. Sepultaram-no em sua casa, no deserto. (I Reis 2, 34)
Baalat e Tadmor, na terra do deserto; (I Reis 9, 18)
Sendo já meio-dia, Elias escarnecia-os, dizendo: “Gritai com mais força, pois (seguramente!) ele é deus; mas estará entretido em alguma conversa, ou ocupado, ou em viagem, ou estará dormindo... e isso o acordará”. (I Reis 18, 27)
e caminhou pelo deserto, durante um dia. Sentou-se debaixo de um junípero e desejou a morte: “Basta, Senhor – disse ele –, tirai-me a vida, porque não sou melhor do que meus pais”. (I Reis 19, 4)
O Senhor disse-lhe: “Retoma o caminho do deserto, na direção de Damasco. Ali chegando, ungirás Hazael como rei da Síria, (I Reis 19, 15)
E ajuntou: “Por onde iremos?”. “Pelo caminho do deserto de Edom.” (II Reis 3, 8)
Ao oriente, ocupava a terra até a entrada do deserto, que vai até o Eufrates, porque seus rebanhos eram numerosos na terra de Galaad. (I Crônicas 5, 9)
do outro lado do Jordão, de Jericó ao oriente, da tribo de Rúben, Bosor no deserto e seus arredores, Jasa e seus arredores, (I Crônicas 6, 63)
Homens valentes dos gaditas passaram para o lado de Davi nas cavernas do deserto. Eram guerreiros exercitados no combate, que sabiam manejar o escudo e a lança. Tinham o aspecto de leões e a agilidade das gazelas nas montanhas. (I Crônicas 12, 8)