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porque sempre vos é possível mostrar vosso poder imenso, e quem poderá resistir à força de vosso braço? (Sabedoria 11, 21)
seus cruéis morticínios de crianças, seus festins de entranhas, carne humana e sangue, suas iniciações nos mistérios orgíacos,* (Sabedoria 12, 5)
Porque, quem ousará dizer-vos: “Que fizeste tu?”. E quem se oporá a vosso julgamento? Quem vos repreenderá de terdes aniquilado nações que criastes? Ou quem se levantará contra vós para defender os culpados? (Sabedoria 12, 12)
Por isso, também aqueles que loucamente viveram no mal, vós os torturastes por meio das suas próprias abominações: (Sabedoria 12, 23)
Este é o motivo por que também os ídolos das nações serão julgados: na criação de Deus, eles se tornaram uma abominação, objetos de escândalo para os homens, e laços para os pés dos insensatos.* (Sabedoria 14, 11)
porque eles também tiveram por deuses todos os ídolos das nações, que não podem servir-se de seus olhos para ver, que não têm nariz para aspirar o ar, nem ouvidos para ouvir, nem os dedos das mãos para apalpar, e cujos pés são incapazes de andar; (Sabedoria 15, 15)
e os ímpios, que recusaram conhecer-vos, foram fustigados pela força de vosso braço, perseguidos por chuvas extraordinárias, saraivas e implacáveis tempestades, e consumidos pelo fogo dos raios.* (Sabedoria 16, 16)
Depois de terem imaginado que, com seus secretos pecados, ficariam escondidos sob o sombrio véu do esquecimento, eles se viram dispersados, como presa de um terrível espanto, e amedrontados por alucinações.* (Sabedoria 17, 3)
Enquanto o mundo inteiro era alumiado de uma brilhante luz, e sem obstáculo se entregava às suas ocupações, (Sabedoria 17, 19)
somente sobre eles se estendia uma pesada noite, imagem das trevas que mais tarde os deviam acolher; e eram para si mesmos um peso mais insuportável que esta escuridão.* (Sabedoria 17, 20)
Por isso, os santos filhos dos justos ofereciam secretamente um sacrifício; de comum acordo estabeleciam o pacto divino: que os santos participariam dos mesmos bens e correriam os mesmos perigos; e entoavam já os hinos de seus pais,* (Sabedoria 18, 9)
quando se elevaram os gritos confusos dos inimigos e se espalharam as lamentações dos que choravam seus filhos. (Sabedoria 18, 10)