Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 247, Jeremias 33-34 anuncia promessas de restauração e juízo justo. Judite 3-5 continua demonstrando coragem, fé e estratégia na proteção de seu povo contra inimigos poderosos. Provérbios 16:29-33 reforça que caminhos retos e integridade conduzem à paz, e que a fé e paciência são recompensadas pelo Senhor.

Capítulo 33

1. Pela segunda vez, enquanto Jere­mias ainda estava detido no átrio da prisão, foi-lhe dirigida a palavra do Senhor nestes termos:

2. “Eis o que diz o Senhor que criou a terra, que a modelou e consolidou e cujo nome é Javé:

3. invoca-me, e te responderei, revelando-te grandes coisas misteriosas que ignoras.

4. Portanto, eis o que diz o Senhor, Deus de Israel, a propósito das casas da cidade e dos palácios dos reis de Judá que foram demolidos para dar lugar às fortificações e às armas dos caldeus,

5. vindos para combater, e para enchê-las de cadáveres dos homens que firo em minha cólera, e por cuja malícia desviei minha face dessa cidade.

6. Vou pensar-lhes as feridas e curá-las, e proporcionar-lhes abundância de felicidade e segurança.

7. Transformarei a sorte de Judá e de Israel, e os farei voltar ao que eram outrora.

8. Eu os purificarei de todos os pecados que contra mim cometeram, e lhes perdoarei todas as iniquidades de que se tornaram culpados, revoltando-se contra mim.

9. Será para mim motivo de alegria, felicidade e glória diante de todas as nações da terra, o saberem todo o bem com que agraciei meu povo. Ficarão tomadas de receio e temor por causa desse bem e da prosperidade de que vou cumulá-lo”.

10. Eis o que diz o Senhor: “Neste lugar, do qual dizeis que não passa de um deserto sem homens nem animais; nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém devastadas, onde homem algum habita, nem um animal se encontra, se ouvirão novamente

11. gritos de alegria, cânticos de júbilo, a voz do esposo e da esposa, aclamações daqueles que cantarão: louvai o Senhor dos exércitos, pois que ele é bom e eterna a sua misericórdia, ao apresentarem no templo seus sacrifícios de ação de graças, pois que restituirei a terra tal qual era outrora – oráculo do Senhor”.

12. Eis o que diz o Senhor dos exércitos: “Neste lugar que é deserto, sem homens nem animais, e em todas as suas cidades, haverá novamente abrigos para os pastores que apascentarão seus rebanhos.

13. Nas cidades das montanhas, nas da planície e nas do Negueb, na terra de Benjamim, nos arredores de Jerusalém e nas cidades de Judá hão de passar ainda rebanhos pela mão do que os conta – oráculo do Senhor.

14. Eis que outros dias virão.

15. E nesses dias e nesses tempos farei nascer de Davi um rebento justo que exercerá o direito e a equidade na terra.*

16. Naqueles dias e naqueles tempos viverá Jerusalém em segurança e será chamada Javé-Nossa-Justiça”.

17. Porque diz o Senhor: “Não faltará jamais a Davi um sucessor para ocupar o trono da casa de Israel.

18. E, diante de mim, não faltarão jamais descendentes aos sacerdotes e aos levitas para oferecer os holocaustos, queimar as oferendas e celebrar o sacrifício cotidiano”.

19. Nestes termos foi a palavra do Senhor dirigida a Jeremias:

20. “Eis o que disse o Senhor: Se puderdes romper o meu pacto com o dia e a noite, de sorte que dia e noite não surjam no devido tempo,

21. então poderá ser rompido o pacto que fiz com Davi, meu servo, e não terá ele filho que lhe ocupe o trono, e com os sacerdotes e levitas, meus ministros.

22. À semelhança do exército celestial, que se não pode enumerar, e como a areia do mar, que se não pode medir, assim multiplicarei a posteridade de Davi, meu servo, e os levitas, meus ministros”.

23. Foi a palavra do Senhor dirigida a Jere­mias nestes termos:

24. “Não reparaste nas palavras que proferem esses homens? As duas famílias, dizem eles, que pelo Senhor haviam sido eleitas, foram por ele repelidas! É assim que desprezam meu povo, a ponto de, a seus olhos, não cons­tituir mais uma nação.

25. Eis o que diz o Senhor: Se não firmei pacto com o dia e a noite, nem regulei as leis do céu e da terra,

26. então poderei rejeitar a raça de Jacó e de Davi, meu servo, e abster-me de escolher da sua descendência os chefes para a raça de Abraão, de Isaac e de Jacó! Pois hei de lhes melhorar a sorte, e deles me apiedarei”.

Capítulo 34

1. Eis a palavra que pelo Senhor foi dirigida a Jeremias, quando Na­bucodonosor, rei da Babilônia, com seu exército, com todos os reinos da terra que lhe eram vassalos e com todos os povos, combatia contra Jerusalém e as cidades que a cercavam.

2. “Eis o que disse o Senhor, Deus de Israel: Vai procurar Sedecias, rei de Judá, e dize-lhe: Eis o que diz o Senhor: Vou entregar esta cidade ao rei da Babilônia, que a incendiará.

3. Nem tu lhe poderás escapar. Serás capturado e entregue às suas mãos. Verás o rei da Babilônia, face a face, que de viva voz te falará, e irás para a Babilônia.

4. Escuta, contudo, Sedecias, rei de Judá, a palavra do Senhor! Eis o que ele profere a teu respeito: Não morrerás pela espada.

5. Será em paz que haverás de morrer e, assim como perfumes foram queimados em honra de teus pais, os reis antigos que te precederam, assim também por ti serão queimados. Lágrimas serão derramadas por tua causa: eu, o Senhor, sou eu quem o prediz – oráculo do Senhor.”

6. Tudo isso transmitiu Jeremias ao rei Sedecias de Judá, em Jerusalém,

7. enquanto o exército do rei da Babilônia sitiava a cidade, assim como Laquis e Azeca, últimas cidades de Judá que ainda resistiam.

8. Eis a palavra que foi dirigida a Je­remias pelo Senhor, depois que o rei Sedecias fez um pacto com o povo de Jerusalém, a fim de proclamar um decreto de alforria,

9. segundo o qual cada um deveria libertar seu escravo hebreu, homem ou mulher, não conservando na escravidão seus irmãos judeus.

10. Aceitaram todos esse acordo, chefes e povo, consentindo em emancipar seus escravos e em não mais conservá-los em servidão.

11. Mais tarde, porém, voltando atrás em tal decisão, retomaram os escravos e mulheres, que haviam li­bertado, redu­zindo-os novamente ao estado de escravidão.

12. Foi então que a palavra do Senhor assim se dirigiu a Jeremias:

13. “Eis o que disse o Senhor, Deus de Israel: No dia em que tirei vossos pais da terra do Egito, desse período de escravidão, com eles concluí uma aliança, assim concebida:*

14. ao fim de sete anos, cada um de vós emancipará seu irmão hebreu que lhe houver sido vendido. Ele te servirá durante seis anos; no sétimo, porém, o libertarás. – Não me escutaram, entretanto, vossos pais, nem prestaram atenção.

15. Agora, fizestes o que é grato a meus olhos, cada um proclamando a liberdade ao próximo pela conclusão de um acordo em minha presença, na casa em que meu nome é invocado.

16. Mudastes, porém, de parecer e profanastes meu nome, retomando cada qual vosso escravo e vossa serva que se haviam tornado livres, para de novo os reduzirdes à escravidão.

17. Eis por que diz o Senhor: Assim como não me haveis obedecido no que tange à proclamação da liberdade de vossos irmãos, vou, por minha vez, proclamar a vossa volta à espada, à peste e à fome, transformando-vos em objeto de espanto para todos os reinos da terra.

18. Os homens que violaram minha aliança, e não observaram as cláusulas do acordo celebrado em minha presença, vou tratá-los como o touro, que cortaram em dois para passar entre as duas metades.*

19. Os chefes de Judá e de Jerusalém, os eunucos, os sacerdotes e toda a gente da terra, que passaram entre as duas partes do touro,

20. eu os entregarei aos seus inimigos e àqueles que lhes procuram tirar a vida, e os seus cadáveres servirão de pasto às aves do céu e aos animais da terra.

21. Quanto a Sedecias, rei de Judá, eu o entregarei, juntamente com seus príncipes, aos inimigos e àqueles que lhe querem tirar a vida, ao exército do rei da Babilônia que de vós se apartou.

22. Vou dar ordens – oráculo do Senhor –, para que voltem a esta cidade. Eles a sitiarão tomando-a de assalto, e haverão de lhe pôr fogo. E transformarei as cidades de Judá em solidão, sem habitantes!”.

Plano Completo de Leitura

Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.

Capítulo 3

1. Então, os reis e os príncipes de todas as cidades e de todas as províncias, da Síria, da Mesopotâmia, da Síria de Sobal, da Líbia e da Cilícia, enviaram seus delegados a Holofernes para lhe dizerem:*

2. “Cessa a tua indignação contra nós. É melhor que vivamos servindo o grande rei Nabucodonosor e submetendo-nos a ti, do que morrermos, depois de havermos sofrido, além da nossa perda, os males da escravidão.

3. Eis aí todas as nossas cidades, todas as nossas possessões, todas as nossas montanhas e colinas, nossos campos, nosso gado, nossos rebanhos de cordeiros e de cabras, nossos cavalos e nossos camelos, todos os nossos bens e nossas famílias.

4. Tudo o que nos pertence depende de ti, de ora em diante.

5. Somos teus escravos, nós e nossos filhos.

6. Vem a nós como um senhor pacífico e emprega os nossos serviços como te parecer melhor”.

7. Holofernes desceu então das montanhas com suas poderosas forças de cavalaria e apoderou-se de todas as cidades e de todos os habitantes do país.

8. Levou de todas as cidades, para suas tropas auxiliares, homens valentes e escolhidos para a guerra.

9. Era tão grande o terror daquelas províncias, que os principais e os magistrados de todas as cidades saíam com o povo ao seu encontro

10. e o acolhiam com coroas e archotes, dançando ao som dos tamborins e das flautas.

11. Mas não conseguiram, apesar disso, abrandar a ferocidade daquele coração.

12. Ele destruiu as suas cidades e cortou os seus troncos sagrados.

13. Pois Nabucodo­nosor havia-lhe ordenado que exterminasse todos os deuses da terra, para que só ele fosse chamado deus por todas as nações que lhe conquistasse o poder de Holofernes.

14. Ele, atravessando a Síria de Sobal, toda a Apameia e toda a Mesopotâmia, chegou aos idumeus, na terra de Gabaá.

15. Depois de haver conquistado suas cidades, fez ali uma parada de trinta dias, durante os quais juntou todas as forças de seu exército.

Capítulo 4

1. Ouvindo isso, os israelitas de Judá ficaram alarmados com a aproximação de Holofernes.

2. O medo e o terror apoderaram-se deles, temendo que ele fizesse a Jerusalém e ao Templo do Senhor o mesmo que ele fizera às outras cidades e aos seus templos.

3. Mandaram mensageiros por toda a Samaria e seus arredores até Jericó e ocuparam todos os cumes dos montes.

4. Cercaram de muros todas as suas cidades e armazenaram trigo para poderem sustentar o combate.

5. De seu lado, o sumo sacerdote Eliacim escreveu a todos os que habitavam defronte de Esdrelão, que está fronteira à grande planície vizinha de Dotaia e a todos os das terras pelas quais havia passagens,

6. pedindo-lhes que ocupassem as vertentes montanhosas que davam acesso a Jerusalém e que pusessem guarnições nos desfiladeiros por onde se pudesse passar.

7. Os israelitas executaram todas as ordens de Eliacim, sacerdote do Senhor.

8. Todo o povo orou fervorosamente ao Senhor. Humilharam suas almas com jejuns e orações, eles e suas mulheres.

9. Os sacerdotes vestiram-se de cilício, as crianças prostraram-se diante do Templo do Senhor e cobriu-se o altar do Senhor com um cilício.

10. Unidos de coração e de alma, clamaram ao Senhor que não entregasse seus filhos à rapina do vencedor, suas mulheres à devassidão, suas cidades ao extermínio, seu templo à profanação e não permitisse que eles próprios se tornassem o opróbrio das nações pagãs.

11. Eliacim, sumo sacerdote do Senhor, percorreu então todo o país de Israel e falou ao povo*

12. nestes termos: “Estai certos de que o Senhor vos ouvirá, se perseverardes jejuando e orando em sua presença.

13. Lembrai-vos de Moisés, servo do Senhor: Amalec, que confiava em sua força, em seu poder, em seu exército, em seus escudos, em seus carros e cavaleiros, foi derrotado por ele, não com a força das armas, mas com o poder da santa oração.

14. Isso mesmo acontecerá a todos os inimigos de Israel, se perseverardes na obra que começastes”.

15. Com tais exortações, os israelitas puseram-se a orar diante do Senhor.

16. Mesmo aqueles que ofereciam holocaustos ao Senhor, faziam-no revestidos de sacos e com a cabeça coberta de cinzas.

17. E todos rogavam a Deus, de todo o seu coração, que visitasse o seu povo de Israel.

Capítulo 5

1. Holofernes, marechal do exército assírio, foi avisado de que os israelitas se preparavam para a guerra e que haviam bloqueado as passagens dos montes.

2. Ouvindo isso, Holofernes foi tomado de grande cólera. Convocou, então, todos os chefes de Moab e os generais dos amonitas e disse-lhes:

3. “Dizei-me quem é esse povo que ocupa as montanhas, quais as cidades em que habitam e qual o efetivo do seu exército? Em que consistem o seu poder e a sua força, e quem é o seu chefe?

4. E por que motivo foi ele o único dentre todos os povos do oriente que nos desprezou, recusando-se a sair ao nosso encontro para receber-nos pacificamente?”.

5. Aquior, chefe dos amonitas, respondeu-lhe: “Meu senhor, se te dignas ouvir-me, eu te direi a verdade acerca desse povo que habita nos montes e nenhuma mentira sairá de minha boca.*

6. Esse povo é da raça dos caldeus;

7. habitaram primeiramente na Mesopotâmia, porque recusavam seguir os deuses de seus pais que estavam na Caldeia.

8. Abandonaram os ritos de seus ancestrais que honravam múltiplas divindades

9. e passaram a adorar o Deus único do céu, o qual lhes ordenou que saíssem daquele país e fossem estabelecer-se na terra de Canaã. Depois disso, sobreveio a toda a terra uma grande fome e desceram ao Egito onde, durante quatrocentos anos, multiplicaram-se de tal forma que se tornaram uma multidão inumerável.

10. Oprimidos pelo rei do Egito e obrigados a trabalhar na fabricação de tijolos e de argamassa para a construção de suas cidades, clamaram ao seu Senhor e este feriu toda a terra do Egito com vários fla­gelos.

11. A praga cessou quando os egípcios os expulsaram de sua terra; mas quiseram retomá-los para sujeitá-los de novo à escravidão.

12. Eles fugiram. O Deus do céu abriu-lhes o mar de tal modo que as águas tornaram-se de cada lado sólidas como um muro e eles atravessaram a pé enxuto pelo fundo do mar.

13. Entretanto, vindo em sua perseguição o inumerável exército dos egípcios, foi de tal maneira envolvido pelas águas que não escapou um sequer que pudesse contar à posteridade o acontecimento.

14. Ao sair do mar Vermelho, ocuparam os desertos do monte Sinai, onde nunca homem algum pôde habitar, nem um ser humano se fixar.

15. Ali, tornaram as fontes de águas amargas, em águas doces e potáveis, e por um espaço de quarenta anos receberam um alimento vindo do céu.

16. Por toda a parte onde entraram sem arco e sem flecha, sem escudos e sem espada, Deus combateu por eles e venceu.

17. Ninguém jamais pôde insultar esse povo a não ser quando ele se afastou do culto do Senhor, seu Deus.

18. Mas sempre que, ao lado de seu Deus, eles adoravam outro, logo eram entregues à pilhagem, à espada e à vergonha.

19. E todas as vezes que se arrependiam de ter abandonado o culto do seu Deus, o Deus do céu, dava-lhes força para resistir.

20. Finalmente, derrotaram os reis ca­naneus, jebuseus, ferezeus, hiteus, he­­veus, amorreus e todos os valentes de Hesebon e tomaram posse de suas terras e de suas cidades.

21. Enquanto não pecavam na presença de seu Deus, eram bem-sucedidos, porque o seu Deus odeia a iniquidade.

22. Há alguns anos, com efeito, tendo-se desviado do caminho em que Deus lhes tinha ordenado trilhar, foram derrotados nos combates contra várias nações e muitos dentre eles levados para o cativeiro.

23. Mas converteram-se de novo ao Senhor, seu Deus, e depois dessa dispersão acham-se reunidos desde há pouco: retomaram a posse de suas montanhas e de Jerusalém onde está seu santuário.

24. Agora, pois, meu senhor, informa-te se esse povo cometeu alguma iniquidade na presença de seu Deus e então subamos e o ataquemos, porque o seu Deus os entregará nas tuas mãos e ficarão sujeitos ao teu poder.

25. Mas se esse povo não está manchado de nenhuma ofensa para com o seu Deus, não o poderemos enfrentar, porque o seu Deus o defenderá e seremos o opróbrio de toda a terra”.

26. Calando-se Aquior, todos os grandes de Holofernes se indignaram e queriam matá-lo.

27. E diziam entre si: “Quem é esse homem que pretende que os israe­litas possam resistir ao rei Nabuco­do­nosor e ao seu exército, sendo eles homens sem armas, sem força e ignorantes da estratégia?

28. Para mostrarmos a Aquior que ele nos engana, vamos às montanhas e, quando tivermos capturado seus príncipes, o cortaremos em pedaços.

29. É preciso que toda a nação saiba que Nabucodonosor é o deus da terra e que não há outro fora dele”.

Plano Completo de Leitura

Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.

29. O violento seduz seu próximo e o arrasta pelo mau caminho.

30. Quem fecha os olhos e planeja intriga, ao morder os lábios, já praticou o mal.*

31. Os cabelos brancos são uma coroa de glória a quem se encontra no caminho da justiça.

32. Mais vale a paciência que o heroísmo, mais vale quem domina o coração do que aquele que conquista uma cidade.*

33. As sortes lançam-se nas dobras do manto, mas do Senhor depende toda a decisão.*

Plano Completo de Leitura

Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.






"O trabalho é tão sagrado como a oração". São Padre Pio de Pietrelcina