Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No dia 235, Jeremias 14-15 descreve a tristeza do povo diante do castigo e a oração sincera em meio à aflição. Ezequiel 43-44 mostra a entrada da glória de Deus no templo restaurado, simbolizando presença e redenção. Provérbios 15:13-16 ensina sobre alegria, contentamento e o valor da sabedoria, mostrando que a verdadeira felicidade vem da obediência e confiança em Deus.
1. Eis o que diz o Senhor a Jeremias, a propósito da seca:*
2. Judá está coberta de luto, e às suas portas enlanguesce o povo, a cabeça pendida para a terra. De Jerusalém se levanta um clamor de angústia.
3. Os grandes da cidade enviaram os servos à procura de água. Encaminham-se estes às cisternas; água, porém, não encontram, e voltam com os recipientes vazios, envergonhados, confundidos, cobertas as cabeças.
4. Fende-se o solo todo, porque a chuva não rega a terra. Decepcionam-se os lavradores e cobrem suas cabeças.
5. Até a corça no campo abandona a cria, por falta de pastagem.
6. Mantêm-se nos montes os asnos selvagens, aspirando o ar como chacais. Seus olhos perderam o brilho, pois que não há erva.
7. Ó Senhor, se nos acusam nossas iniquidades, agi de acordo com a honra de vosso nome. São, na verdade, numerosas nossas infidelidades; pecamos contra vós.
8. Senhor, esperança de Israel, vós que sois o seu salvador no tempo da desgraça, por que sois qual estrangeiro nessa terra, viajante de uma noite apenas?
9. Por que sois como um homem desvairado, como um guerreiro que não nos pode mais defender? No entanto, Senhor, permaneceis entre nós, e é o vosso nome que trazemos. Não nos abandoneis!
10. Eis o que diz o Senhor acerca desse povo: “Compraz-se ele em vaguear, e não sabe deter os seus pés. Deles o Senhor não se agrada”. Lembrando-se de suas iniquidades, castiga-o por causa de seus pecados.*
11. Disse-me o Senhor em seguida: “Não intercedas em favor desse povo.
12. Se jejuar, não escutarei seus lamentos, e se oferecer holocaustos e oblações não os aceitarei. Quero destruí-los pela espada, pela fome e pela peste”.
13. Eu, porém, lhe respondi: “Ah, Senhor JAVÉ, olhai para o que dizem os profetas: a espada não vos atingirá e não sofrereis fome, pois que nesse lugar eu vos darei paz e segurança”.
14. Replicou, porém, o Senhor: “São mentiras que proferiram os profetas em meu nome. Não os enviei, não lhes dei ordem, e nem mesmo lhes falei. Visões de mentiras, adivinhações vãs, invenções de suas mentes, eis o que profetizam!”.
15. Por isso, eis o que diz o Senhor: “Acerca dos profetas que em meu nome proferem oráculos, quando missão alguma lhes confiei, e que proclamam não haver espadas, nem fome nesta terra, serão eles que hão de perecer pela espada e pela fome.
16. E os homens aos quais se dirigem serão lançados nas ruas de Jerusalém, vítimas da espada e da fome, sem que ninguém os venha sepultar, nem eles, nem suas mulheres, nem seus filhos e filhas; e sobre eles farei recair o mal que praticaram”.
17. E tu lhes dirás: Que se me fundam em lágrimas os olhos, noite e dia sem descanso, porquanto de um golpe horrível foi ferida a virgem, filha de meu povo, e sua chaga não tem cura!
18. Se saio pelos campos, encontro homens atravessados pela espada; e se regresso à cidade, eu vejo outros passando pelo tormento da fome. Até o profeta e o sacerdote perambulam sem rumo pela terra.
19. Repelistes Judá, de verdade, e vossa alma se desgostou de Sião? Por que nos feristes de mal incurável? Esperamos a salvação; nada, porém, existe de bom; aguardamos a era de soerguimento, mas só vemos o terror!
20. Senhor! Conhecemos nossa malícia e a iniquidade de nossos pais. Bem sabemos que pecamos contra vós.
21. Pela honra, porém, de vosso nome, não nos abandoneis, nem desonreis o vosso trono de glória. Lembrai-vos! E não rompais o pacto que conosco firmastes.
22. Haverá, entre os vãos ídolos dos pagãos, algum que provoque a chuva? Ou é o céu que proporciona os aguaceiros? Não! Sois vós, Senhor, nosso Deus, vós, em quem depositamos nossa esperança; vós, que todas essas coisas haveis criado.*
1. Disse-me, então, o Senhor: “Mesmo que Moisés e Samuel se apresentassem diante de mim, meu coração não se voltaria para esse povo. Expulsai-o para longe de minha presença! Que se afaste de mim!
2. E se te perguntarem: Para onde iremos? Tu lhes dirás: oráculo do Senhor: Para a peste, os que são para a peste! Para a espada, os que são para a espada! Para a fome, os que são para a fome! Ao cativeiro, os que são para o cativeiro.
3. Eu lhes destinarei – oráculo do Senhor – quatro flagelos: a espada para degolá-los, os cães para arrastá-los, e as aves do céu e os animais da terra para devorá-los e destruí-los.
4. Farei deles objeto de horror para todos os reinos da terra, por causa de Manassés, filho de Ezequias, rei de Judá, por tudo o que ele fez em Jerusalém”.*
5. Quem de ti se apiedará, Jerusalém? Quem te lastimará? Quem se afastará de sua rota para perguntar por ti?
6. Abandonaste-me – oráculo do Senhor –, voltaste-me as costas. Por isso, sobre ti estendi a mão para perder-te, cansado como estou de perdoar.
7. Eu os joeirei com o crivo às portas da terra; privei de filhos o meu povo, e o deixei perecer. Seu proceder, porém, não mudou.
8. Mais numerosas serão as viúvas do que a areia do mar. Conduzirei contra a mãe do jovem guerreiro, em pleno meio-dia, o devastador. E sobre eles, de súbito, deixarei cair a agonia e o terror.
9. Desfalece aquela que deu à luz sete filhos, pronta a entregar a alma. Antes que findasse o dia, deitou-se-lhe o sol, e de vergonha e consternação se cobriu. O que deles restar, entregarei à espada de seus inimigos – oráculo do Senhor.
10. Ai de mim, ó minha mãe, que me geraste, para tornar-se objeto de disputa e de discórdia em toda a terra! Não sou credor nem devedor, e, no entanto, todos me maldizem.
11. Na verdade, diz o Senhor, eu te livrarei para o teu bem. O inimigo virá implorar-te no dia da desgraça e da aflição.*
12. Poderá o ferro quebrar o ferro do norte e o bronze?*
13. Entrego gratuitamente à pilhagem teus bens e tesouros, por todos os teus pecados, na terra inteira.
14. Eu os farei passar com seus inimigos para um país que não conheces, porquanto inflamou-se um fogo em minhas narinas, que arderá para vos consumir.
15. E vós que tudo sabeis, Senhor, lembrai-vos de mim, amparai-me, e vingai-me de meus perseguidores. Não deixeis que eu pereça por vossa paciência para com eles.
16. Vede: é por vós que sofro ultrajes da parte daqueles que desprezam vossas palavras. Aniquilai-os. Vossa palavra constitui minha alegria e as delícias do meu coração, porque trago o vosso nome, ó Senhor, Deus dos exércitos!*
17. Não me assentei entre os escarnecedores, para entre eles encontrar o meu prazer. Apoiado em vossa mão, assentei-me à parte, porque me havíeis enchido de indignação.
18. Por que não tem fim a minha dor, e não cicatriza a minha chaga, rebelde ao tratamento? Ai! Sereis para mim qual riacho enganador, fonte de água com que não se pode contar?
19. Eis a razão pela qual diz o Senhor: “Se voltares, farei de ti o servo que está a meu serviço. Se apartares o precioso do que é vil serás como a minha boca. Serão eles, então, que virão a ti, e não tu que irás a eles.*
20. Então, erguerei ante esse povo sólida muralha como o bronze. Será atacada, mas não conseguirão vencê-la, pois estarei a teu lado para proteger-te e te livrar – oráculo do Senhor.
21. Eu te arrebatarei da mão dos maus e te libertarei do poder dos violentos”.
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1. Fui então conduzido ao pórtico oriental,
2. e eis que a glória do Deus de Israel chegava do oriente, com ruído semelhante ao ruído das muitas águas, enquanto a terra resplandecia com seu clarão.
3. A visão que eu contemplava então recordava-me a que me havia aparecido quando eu tinha vindo para a destruição da cidade, e a que me havia aparecido nas margens do Cobar. Caí com a face em terra.*
4. A glória do Senhor penetrou no templo pela porta oriental.
5. O espírito levou-me e transportou-me ao átrio interior: eis que o templo estava cheio do resplendor do Senhor.
6. Ouvi, então, que alguém me falava do interior do templo, enquanto o homem se conservava sempre a meu lado.
7. “Filho do homem” – disse-me a voz –, “é aqui o lugar do meu trono, o lugar onde pus a planta dos meus pés, minha morada definitiva entre os israelitas. De hoje em diante, nem o povo de Israel nem seus reis profanarão mais o meu santo nome pelas suas fornicações nem pelos cadáveres de seus reis, seus lugares altos,
8. pondo seu limiar junto ao meu limiar, e sua porta junto à minha porta, não havendo entre mim e eles senão um muro. É assim que manchavam o meu santo nome pelas abominações que cometiam. Por isso, exterminei-os em minha cólera.*
9. Mas, doravante, eles afastarão de mim as suas prostituições e os cadáveres de seus reis, e eu estabelecerei definitivamente minha morada entre eles.
10. Filho do homem, dá aos israelitas uma descrição deste templo, a fim de que eles se envergonhem de suas iniquidades. Que eles meçam o seu plano.
11. Se estão confusos por causa dos seus atos, tu lhes descreverás a forma deste templo, sua disposição, suas saídas e entradas, suas formas, suas ordens e todas as suas leis. Meterás tudo isso por escrito diante de seus olhos, a fim de que observem todas as leis e todas as regras que a eles digam respeito e as ponham em prática.*
12. Eis a lei do templo: no cume da montanha, todo o espaço que o rodeia é área sagrada. Tal é a lei relativa ao templo.”
13. Eis as dimensões do altar em côvados cada côvado medindo um côvado ordinário mais um palmo. A base tem um côvado de altura por outro de largura; a orla, que constitui a borda, e por todo o circuito, um palmo. Isso para o lado do altar.
14. Desde a base, que se acha no nível do solo, até a base inferior, tem dois côvados de altura por um côvado de largura; da pequena base até a maior, quatro côvados de altura por um de largura.
15. O altar tem quatro côvados; acima do altar elevam-se quatro pontas.
16. O altar forma um quadrado perfeito, medindo doze côvados de lado.
17. A grande base tem seus quatro lados iguais, cada um de catorze côvados. A orla que faz a volta mede meio côvado; a base mede um côvado ao redor. Os degraus do altar ficam voltados para o oriente.
18. Meu guia me disse: “Filho do homem, eis o que diz o Senhor Javé: eis as prescrições relativas ao altar que entrarão em vigor no dia em que ele tiver sido construído para aí oferecer-se o holocausto e fazer-se aspersão do sangue.
19. Darás aos sacerdotes levitas, que são da linhagem de Sadoc, aqueles que se aproximam de mim – oráculo do Senhor –, um touro novo, que imolarão pelo pecado.
20. Tomarás de seu sangue para pô-lo sobre as quatro pontas do altar, sobre os quatro ângulos da base e sobre a orla que o cerca; isso será a purificação do altar e a expiação.
21. Tomarás a seguir o touro sacrificado pelo pecado, o qual será consumido no lugar reservado ao templo, fora do santuário.
22. No segundo dia, ofertarás pelo pecado um bode sem defeito, que servirá para fazer a expiação do altar, como se fez com o touro.
23. Quando tiveres terminado essa expiação, oferecerás um touro novo e um cordeiro sem defeito, escolhido no rebanho,
24. que apresentarás ao Senhor. Os sacerdotes lançarão sal sobre eles e os oferecerão ao Senhor em holocausto.
25. Durante sete dias consecutivos, sacrificarás um bode em sacrifício pelo pecado; sacrificará também um novilho e um cordeiro sem defeito.
26. Assim se fará, durante sete dias, a expiação pelo altar: ele será purificado e inaugurado.
27. Decorridos esses sete dias, no oitavo dia e nos seguintes, os sacerdotes oferecerão sobre o altar vossos holocaustos e vossos sacrifícios pacíficos. E eu vos testemunharei a meu favor – oráculo do Senhor Javé”.
1. Ele reconduziu-me ao pórtico exterior do santuário, que fica fronteiro ao oriente, o qual se achava fechado.
2. O Senhor disse-me: “Este pórtico ficará fechado. Ninguém o abrirá, ninguém aí passará, porque o Senhor, Deus de Israel, aí passou; ele permanecerá fechado.
3. O príncipe, entretanto, enquanto tal, poderá aí assentar-se para tomar sua refeição diante do Senhor. Ele entrará pelo vestíbulo do pórtico e sairá pelo mesmo caminho”.*
4. Ele conduziu-me em seguida pelo pórtico norte, diante do templo. Lá, pude contemplar a glória do Senhor que enchia o Templo do Senhor; a essa vista, caí com a face em terra.
5. O Senhor disse-me: “Filho do homem, presta bem atenção; olha bem com teus olhos. Fica com o ouvido atento ao que te vou dizer: são as leis e as ordens concernentes ao Templo do Senhor. Vela com cuidado a admissão no templo, assim como a exclusão do santuário.
6. Dirás a esses rebeldes israelitas: eis o que diz o Senhor Javé: israelitas, basta! Chega de abominações!
7. Quando fazíeis a oferenda do meu pão, da gordura e do sangue, introduzistes no meu santuário para profaná-lo estrangeiros cujo coração não é menos incircunciso que a carne; violastes, dessa forma, a minha aliança com todas as vossas abominações.
8. Em vez de vos ocupardes vós mesmos com o serviço do meu santuário, encarregastes esses estrangeiros de fazê-lo em vosso lugar.*
9. Eis o que diz o Senhor Javé: nenhum estrangeiro, cujo coração é incircunciso tanto quanto a carne, penetrará em meu santuário; não, nenhum dos estrangeiros que residem entre os israelitas.*
10. Os levitas, que me deixaram desde o tempo em que Israel se desviava, abandonando-me para seguir os ídolos, esses levitas levarão a pena de sua falta.*
11. Servirão em meu santuário na qualidade de porteiros e farão o serviço da casa; degolarão para o povo as vítimas destinadas aos holocaustos ou aos sacrifícios, e ficarão à disposição do povo para todo o serviço.
12. Porque se puseram a seu serviço diante dos seus infames ídolos, e arrastaram os israelitas ao pecado, por causa disso – oráculo do Senhor Javé – ergo a mão contra eles, e sofrerão a pena de sua falta.
13. Não poderão mais aproximar-se de mim para exercer diante de mim as funções sacerdotais, nem para tocar em minhas coisas santas, nem para entrar no lugar santíssimo: mas carregarão a vergonha que lhes mereceram suas práticas abomináveis.
14. Eu os encarregarei da guarda do templo, de seu serviço e de todos os trabalhos que devem ser feitos aí.
15. Os sacerdotes levíticos, descendentes de Sadoc, que asseguraram a guarda do meu santuário no tempo em que os israelitas se afastavam para longe de mim, são eles que se aproximarão de mim para me servir, são eles que ficarão em minha presença para me oferecerem a gordura e o sangue – oráculo do Senhor Javé.
16. São eles que penetrarão em meu santuário, eles que se aproximarão da minha mesa para o meu serviço, que o cumprirão com fidelidade.
17. Ao passarem as portas do átrio interior, deverão estar vestidos de linho; não terão lã sobre si, quando oficiarem nos pórticos do átrio interior e no templo.
18. Trarão na cabeça turbantes de linho, e sobre os rins calções de linho; não trarão cinto que possa provocar a transpiração,
19. Quando passarem ao átrio exterior, lá onde o povo se encontra, despirão suas vestimentas litúrgicas e as deporão nas câmaras do santuário, e se revestirão de outros hábitos, a fim de que não toquem os leigos com suas vestimentas consagradas.*
20. Não rasparão a cabeça, não deixarão crescer livremente sua cabeleira; apararão porém os cabelos.*
21. Nenhum sacerdote beberá vinho quando tiver de penetrar no átrio interior.
22. Eles não desposarão viúvas nem mulheres repudiadas, mas somente virgens de descendência israelita; poderão, entretanto, casar com a viúva de um sacerdote.
23. Ensinarão meu povo a distinguir o sagrado do profano, a discernir o que é imundo do que é puro.
24. Nos debates, terão de julgar; e o farão de acordo com meu direito. Em todas as solenidades observarão as minhas leis e ordenações e santificarão os meus sábados.
25. Não tocarão em cadáver, para não se contaminarem; entretanto, essa mancha será tolerável para um pai ou uma mãe, um filho ou uma filha, um irmão ou uma irmã não casada.
26. Após sua purificação, serão contados sete dias;
27. depois, no dia em que entrar de novo para o seu serviço no santuário ou no átrio interior, oferecerá um sacrifício de expiação – oráculo do Senhor Javé.
28. Quanto ao seu patrimônio, sou eu que serei o seu patrimônio: não lhes assinalareis propriedade em Israel; sou eu que serei a sua propriedade.*
29. Eles se nutrirão das oferendas e das vítimas oferecidas pelos pecados e pelo delito: será para eles tudo o que tiver sido votado a interdito em Israel.
30. O melhor de todas as primícias e de todas as espécies de oferendas será dos sacerdotes. Vós lhes dareis também as primícias de vossa farinha, para que possais merecer a bênção sobre a vossa casa.
31. Os sacerdotes não comerão carne de nenhum animal morto ou despedaçado, quer seja de um pássaro quer de outro qualquer animal”.
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13. O coração contente alegra o semblante; o coração triste deprime o espírito.
14. O coração do inteligente procura a ciência; a boca dos tolos sacia-se de loucuras.
15. Para o aflito todos os dias são maus; para um coração contente, são um perpétuo festim.
16. Vale mais o pouco com o temor do Senhor que um grande tesouro com a inquietação.
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"Todas as graças que pedimos no nome de Jesus são concedidas pelo Pai eterno." São Padre Pio de Pietrelcina