Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No dia 214, somos lembrados da fidelidade de Deus e da importância da integridade. Isaías 49-50 apresenta a esperança de restauração e a força do servo do Senhor. Ezequiel 10-11 descreve a glória de Deus deixando o templo, alertando sobre a necessidade de arrependimento. Provérbios 12:17-20 nos ensina sobre o poder das palavras, a verdade e a prudência na comunicação.
1. Ilhas, ouvi-me; povos de longe, prestai atenção! O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou meu nome.*
2. Tornou minha boca semelhante a uma espada afiada, cobriu-me com a sombra de sua mão. Fez de mim uma flecha penetrante, guardou-me na sua aljava.
3. E disse-me: “Tu és meu Servo Israel, em quem me rejubilarei”.*
4. E eu dizia a mim mesmo: “Foi em vão que padeci, foi em vão que gastei minhas forças”. Todavia, meu direito estava nas mãos do Senhor, e no meu Deus estava depositada a minha recompensa.
5. E agora o Senhor fala, ele, que me formou desde meu nascimento para ser seu servo, para trazer-lhe de volta Jacó e reunir-lhe Israel porque o Senhor fez-me esta honra, e meu Deus tornou-se minha força.*
6. Disse-me: “Não basta que sejas meu servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os fugitivos de Israel; vou fazer de ti a luz das nações, para propagar minha salvação até os confins do mundo”.*
7. Eis o que diz o Senhor, o Redentor, o Santo de Israel, ao objeto de desprezo dos homens e de horror das nações, ao escravo dos tiranos: diante de ti, reis se levantarão e príncipes se prostrarão, por causa do Senhor, que é fiel, e do Santo de Israel, que te elegeu.
8. Eis o que diz o Senhor: no tempo da graça eu te atenderei, no dia da salvação eu te socorrerei, Eu te formei e designei para fazer a aliança com os povos, para restaurar o país e distribuir as heranças devastadas,*
9. para dizer aos prisioneiros: “Saí!”. E àqueles que mergulham nas trevas: “Vinde à luz!”. Ao longo de todo o trajeto terão o que comer. Sobre todas as dunas encontrarão seu alimento.
10. Não sentirão fome nem sede; o vento quente e o sol não os castigarão, porque aquele que tem piedade deles os guiará e os conduzirá às fontes.
11. Eu lhes tornarei acessíveis todas as montanhas, e caminhos atingirão as alturas.
12. Ei-los que vêm de longe, ei-los do norte e do poente, e outros da terra de Assuã.*
13. Cantai, ó céus; terra, exulta de alegria; montanhas, prorrompei em aclamações! Porque o Senhor consolou seu povo, comoveu-se e teve piedade dos seus na aflição.
14. Sião dizia: “O Senhor abandonou-me, o Senhor esqueceu-me”.
15. Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca.
16. Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.*
17. Acorrem já aqueles que vão reconstruir-te, enquanto teus destruidores e devastadores fogem.
18. Lança o olhar à volta e vê: reúnem-se todos e vêm a ti. “Por minha vida” – diz o Senhor – “de gala te revestirás, como uma noiva te cingirás.”
19. Teus bairros em ruína e devastados, teu território saqueado serão demasiado estreitos para teus habitantes, após a partida daqueles que se aproveitavam de ti.
20. Teus ouvidos ouvirão ainda de teus filhos, que julgavas perdidos: “O espaço é estreito demais para mim; dê-me espaço para que eu me instale!”.
21. Então, dirás a ti mesma: “Quem me gerou estes filhos?”. Não tinha filhos, era estéril: “Quem os criou?”. Eis que eu estava desamparada e só: “De onde vieram eles?”.*
22. Eis o que diz o Senhor Deus: “Com a mão vou fazer sinal às nações, e levantar meu estandarte para alertar os povos. Trarão teus filhos na dobra de seu manto, e em seus ombros carregarão tuas filhas.
23. Reis serão teus aios: prostrados diante de ti, a face contra a terra, lamberão a poeira de teus pés. Saberás então que eu sou o Senhor, e que não serão confundidos os que contam comigo”.*
24. Acaso se tirará a presa ao forte? Ou o que for tomado por um robusto guerreiro lhe escapará das mãos?
25. Eis o que diz o Senhor: “Sim, a presa do bravo lhe será retirada, a presa do robusto guerreiro lhe escapará; sustentarei tua causa contra teu adversário, libertarei eu mesmo teus filhos.*
26. Farei teus opressores comerem sua própria carne, eles se embriagarão com seu próprio sangue, como se fosse vinho. E toda criatura saberá que sou eu o Senhor, teu Salvador, teu Redentor, o Poderoso de Jacó”.*
1. Eis o que diz o Senhor: “Onde está a carta de divórcio pela qual eu teria repudiado vossa mãe? Ou, então, a qual de meus credores eu vos vendi? Está bem claro que por vossos crimes fostes vendidos, e por causa de vossos pecados vossa mãe foi repudiada.*
2. Então, por que não encontrei pessoa alguma quando vim? Por que ninguém respondeu ao meu apelo? Tenho eu realmente a mão demasiado curta para libertar, ou não tenho bastante força para salvar? Contudo, com uma simples ameaça, seco o mar e transformo as ondas em terra firme, de forma tal a faltar água para seus peixes, e seus animais perecerem de sede.*
3. Visto os céus com vestimentas de luto, e os cubro como de um cilício”.
4. O Senhor Deus deu-me a língua de um discípulo para que eu saiba reconfortar pela palavra o que está abatido. Cada manhã ele desperta meus ouvidos para que escute como discípulo;*
5. o Senhor Deus abriu-me o ouvido e eu não relutei, não me esquivei.
6. Aos que me feriam, apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros.
7. Mas o Senhor Deus vem em meu auxílio: eis por que não me senti desonrado; enrijeci meu rosto como uma pedra, convicto de não ser desapontado.
8. Aquele que me fará justiça aí está. Quem ousará atacar-me? Vamos medir-nos! Quem será meu adversário? Que se apresente!
9. O Senhor Deus vem em meu auxílio: quem ousaria condenar-me? Cairão em frangalhos como um manto velho; a traça os roerá.
10. Que aqueles dentre vós que temem o Senhor ouçam a voz de seu Servo! Que aqueles que caminham no escuro, privados de luz, confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus!
11. Mas vós, que ateais um incêndio, que preparais projéteis inflamáveis, ide ao fogo do vosso incêndio, e dos projéteis que fizestes arder! É minha mão que vos imporá esse tratamento: sereis prostrados nos tormentos.*
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1. Olhei. Na abóbada estendida acima da cabeça dos querubins, havia como que uma pedra de safira, uma espécie de trono, que aparecia sobre eles.
2. O Senhor disse então ao homem vestido de linho: “Passa no meio das rodas, debaixo do querubim; enche a mão de carvões ardentes que tomarás entre os querubins, e espalha essas brasas sobre a cidade”. E ele se foi sob as minhas vistas.*
3. Quando o homem acabou de fazer isso, estavam os querubins à direita do templo, e a nuvem enchia o átrio interior.
4. A glória do Senhor elevou-se acima dos querubins até a soleira do templo, e enquanto o esplendor da glória do Senhor enchia o átrio, a nuvem invadia o templo.
5. O ruflar das asas dos querubins fazia-se ouvir até no pátio exterior, e assemelhava-se à voz do Deus onipotente quando fala.*
6. Apenas havia ordenado ao homem de linho tomar o fogo no intervalo das rodas entre os querubins, este veio postar-se junto de uma roda,
7. e um dos querubins estendeu a mão para o fogo que se encontrava em meio dos querubins. Daí ele retirou brasas, que colocou na mão do homem vestido de linho, o qual as tomou, e saiu.
8. Notei que os querubins pareciam ter mãos humanas sob as asas.
9. Eu olhei ainda. Havia ao lado dos querubins quatro rodas, uma junto a cada um deles. Possuíam o clarão da gema de Társis.
10. Todas as quatro pareciam ter a mesma forma, e cada uma parecia estar no meio da outra.
11. Deslocando-se nas quatro direções, avançavam sem se voltarem, porque iam sempre na direção tomada pela que ia à frente, sem se voltar em seu movimento.
12. Todo o seu corpo, suas costas, suas mãos e suas asas, assim como as rodas, achavam-se guarnecidas de olhos em derredor: cada um dos quatro possuía uma roda.
13. Ouvi que se dava a essas rodas o nome de turbilhão.
14. Cada um dos querubins tinha quatro faces: o primeiro, a de um querubim; o segundo, um aspecto humano; o terceiro, o de um touro e o quarto, o de uma águia.
15. Os querubins se elevaram eram os seres vivos que eu tinha visto às margens do Cobar.
16. Quando os querubins se deslocavam, as rodas se deslocavam com eles; quando desdobravam as asas para elevar-se da terra, as rodas não se desprendiam deles.
17. Quando paravam, as rodas paravam; se se elevavam no espaço, elas de igual modo se elevavam, porque o espírito desses seres vivos estava também nelas.
18. De repente, a glória do Senhor deixou a soleira do templo e pousou sobre os querubins.
19. Estes desdobraram as asas, e eu os vi alçarem-se da terra com as rodas ao lado, para partirem. Eles pararam à entrada da porta oriental do templo, dominados pela glória do Senhor.
20. Estavam lá os seres vivos que eu tinha visto debaixo do Deus de Israel, às margens do Cobar, e reconheci os querubins:*
21. cada um tinha quatro figuras e quatro asas, e sob as asas algo parecido com mãos humanas.
22. Suas figuras assemelhavam-se àquelas que eu tinha visto às margens do Cobar. Cada um deles ia para a frente diante de si.*
1. O espírito arrebatou-me e transportou-me à porta oriental do Templo do Senhor, a que olha para o Levante. Havia à entrada dessa porta vinte e cinco homens, entre os quais distingui Jezonias, filho de Azur, e Feltias, filho de Banaías, chefes do povo.
2. “Filho do homem” – falou-me o Senhor –, “são estes os maquinadores de perversidades, os difusores de maus conselhos nesta cidade
3. que dizem: Não é agora o momento de reconstruir as nossas casas? Eis a panela e nós somos a carne.*
4. Por causa disso, filho do homem, profetiza contra eles!”
5. Então, o Espírito do Senhor apoderou-se de mim e disse-me: “Fala – oráculo do Senhor – eis como falais, casa de Israel; mas eu conheço os pensamentos que vos sobem ao espírito.
6. Tendes feito crime sobre crime nesta cidade, tendes juncado suas ruas de cadáveres.
7. Eis por que diz o Senhor Javé: os mortos, cujos cadáveres tendes ocultado na cidade, são a carne e a cidade é a panela. Mas a vós eu vos farei sair.*
8. Receais a espada; farei com que a espada venha sobre vós – oráculo do Senhor Javé.
9. Eu vos farei sair da cidade, eu vos atirarei às mãos dos estrangeiros, e com rigor procederei contra vós.
10. Tombareis sob a espada, procederei com rigor contra vós, até os confins de Israel, e sabereis que sou eu, o Senhor.
11. Esta cidade não será para vós a panela, e dentro dela não estareis como carne: até os confins de Israel vos hei de julgar.
12. E conhecereis que sou eu o Senhor, cujas leis não observais, nem praticais as minhas ordens, pois imitais os costumes dos povos que vos cercam”.
13. Ora, enquanto eu profetizava, Feltias, filho de Banaías, caiu morto. Então, prostrado com a face em terra, clamei: “Ah! Senhor Javé, ides aniquilar o que resta de Israel?”.
14. A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos:
15. “Filho do homem, é dos teus irmãos, dos teus parentes, da casa de Israel toda que os habitantes de Jerusalém dizem: ‘Ei-los longe do Senhor! É a nós efetivamente que pertence esta terra’.*
16. Dize-lhes, então: eis o que diz o Senhor Javé: eu os tenho lançado para longe entre as nações, e os dispersei em diversos países, e lhes tenho sido, por pouco tempo, um santuário nos países para onde foram.
17. Por isso lhes digo: eis o que diz o Senhor Javé: eu vos reunirei dentre as nações e vos recolherei dos países onde vos achais dispersos, para vos fazer retornar à terra de Israel.
18. Quando houverem reentrado e extirpado os ídolos e objetos abomináveis,
19. eu lhes darei um só coração e os animarei com um espírito novo: extrairei do seu corpo o coração de pedra, para substituí-lo por um coração de carne,
20. a fim de que observem as minhas leis, guardem e pratiquem os meus mandamentos, sejam o meu povo e eu o seu Deus.
21. Quanto àqueles que têm o coração apegado aos ídolos e às suas práticas abomináveis, farei pesar sobre suas cabeças o peso de seu proceder – oráculo do Senhor Javé”.
22. Nesse momento, os querubins desdobraram as asas, e as rodas se puseram em movimento com eles, enquanto a glória do Deus de Israel sobre eles repousava.
23. A glória do Senhor, elevando-se então no interior da cidade, foi parar sobre a montanha que está do lado oriental da cidade.*
24. Em seguida, o espírito arrebatou-me e conduziu-me à Caldeia, em visão, pelo Espírito de Deus, junto dos exilados. Então, se esvaiu a visão que eu havia contemplado;
25. e eu contei aos exilados tudo quanto o Senhor me tinha feito ver.
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17. O homem sincero anuncia a justiça; a testemunha falsa profere mentira.
18. O falador fere com golpes de espada; a língua dos sábios, porém, cura.
19. Os lábios sinceros permanecem sempre constantes; a língua mentirosa dura como um abrir e fechar de olhos.*
20. No coração dos que tramam males há engano; a alegria está naqueles que dão conselhos de paz.
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"Reze pelos infiéis, pelo Papa e por todas as necessidades espirituais da Santa Igreja." São Padre Pio de Pietrelcina