Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No dia 213, meditamos sobre justiça e fidelidade. Isaías 47-48 revela o juízo de Deus sobre nações opressoras e reafirma Seu cuidado com Israel. Ezequiel 8-9 apresenta visões que mostram a gravidade do pecado e a necessidade de santidade. Provérbios 12:13-16 ensina princípios de prudência, autocontrole e honestidade, guiando-nos a viver de forma justa mesmo diante de adversidades.
1. “Desce de teu trono, agacha-te ao solo, virgem, filha de Babilônia; assenta-te no chão, sem trono, filha dos caldeus! Já não serás chamada a delicada e a voluptuosa.*
2. Toma a mó, vai moer a farinha, tira teu véu, arregaça teu vestido, descobre tuas pernas para passar os rios,
3. descobre tua nudez, que se veja teu opróbrio. Vou exercer uma implacável vingança” –
4. diz o nosso Redentor, que se intitula o Senhor dos exércitos, o Santo de Israel.
5. Senta-te em silêncio, mergulha na escuridão, filha dos caldeus, porque não mais te chamarão a soberana dos reinos.
6. Sem dúvida, eu me havia irritado contra meu povo, profanei minha herança, entreguei-o nas tuas mãos; mas tu o trataste sem piedade, fizeste pesar duramente teu jugo sobre o ancião.
7. Tu te dizias: “Eu serei sempre soberana perpétua”. Sem refletir, não consideraste o fim.
8. Agora, portanto, ouve isto, voluptuosa, que reinas em segurança, que dizes em teu coração: “Eu e nada mais que eu! Não conhecerei a viuvez, nem a perda de meus filhos”.
9. Estas duas desgraças virão sobre ti num só dia: a perda de teus filhos e a viuvez te atormentarão ao mesmo tempo, a despeito de todos os teus sortilégios e teus poderosos encantos.
10. Tu te fiavas em tua malícia e dizias a ti mesma: “Ninguém me vê!”. Mas tua habilidade e tua astúcia te desencaminharam, a tal ponto que dizias em teu coração: “Eu e nada a não ser eu!”.
11. Ora, uma calamidade virá sobre ti e não saberás conjurá-la; a catástrofe vai desabar sobre ti sem que possas impedi-la. Repentinamente, te alcançará uma ruína, que não terás sabido evitar.
12. Agarra-te, portanto, a teus feitiços e à multidão de teus sortilégios, nos quais te esmeraste desde tua juventude! Talvez acharás uma receita eficaz para criar o terror.
13. Esbanjaste teus esforços entre tantos conselheiros. Que eles então se levantem e te salvem, aqueles que preparam o mapa do céu e observam os astros, que comunicam a cada mês como irão as coisas.
14. Ei-los como argueiros de palha que o fogo consumirá; não poderão escapar às investidas da chama. Não será um braseiro onde se coze o pão, nem um fogo perto do qual se assenta.
15. Eis o que valerão teus feiticeiros que tens procurado consultar desde tua juventude. Eles fogem espavoridos, cada qual para seu lado, sem que nenhum venha em teu socorro.
1. Ouvi isto, casa de Jacó, vós, que tendes o nome de Israel, e que saístes das entranhas de Judá, vós, que jurais pelo nome do Senhor e que invocais o Deus de Israel, mas sem sinceridade nem retidão,
2. porque vós vos declarais da cidade santa, vós vos apoiais no Deus de Israel, cujo nome é o Senhor dos exércitos.
3. O que passou, eu predisse com muita antecipação; depois me pus à obra, e tudo se realizou.
4. Sabendo bem que és rígido, que tua cerviz tem músculos de ferro, e que tua fronte é de bronze,
5. eu te predisse os acontecimentos com muita antecedência, antes que acontecessem eu te preveni, para que não pudesses dizer: “Foi meu ídolo quem os fez, foi minha estátua esculpida ou fundida quem os provocou”.
6. Do que ouviste, vês a realização: não deves atestá-lo? Pois bem, vou revelar-te agora novos acontecimentos, ainda mantidos em segredo, e que tu não conheces.
7. Foram criados agora, e não antigamente; nunca até aqui ouviste falar disso, de maneira que não poderás dizer: “Já o sabia”.
8. Não, tu nada sabias, tu não o suspeitavas, eu não te havia feito ainda a confidência, porque sabia que eras desleal, chamado rebelde desde teu nascimento.*
9. Eu continha minha cólera por minha honra, dominava-a, sem te ferir, por causa de minha glória.*
10. Passei-te no cadinho como a prata, provei-te ao crisol da tribulação;*
11. ajo unicamente preocupado com minha honra: como tolerar que se profane meu nome? A ninguém posso ceder minha glória.
12. Ouve-me, Jacó, e tu, Israel, que eu chamei! Sou sempre o mesmo, o primeiro, e sou também o último.
13. Foi minha mão que fundou a terra, e minha destra que estendeu os céus; quando os convoco, todos se apresentam.*
14. Reuni-vos todos e escutai: quem dentre vós predisse esses acontecimentos? Aquele que o Senhor ama fará sua vontade contra Babilônia e a raça dos caldeus.*
15. Eu mesmo falei e o chamei, eu o fiz vir e lhe dei feliz êxito.
16. Aproximai-vos de mim para ouvir isto: desde o início, nunca falei às escondidas, desde que a coisa existe, estou eu aí. E agora o Senhor Deus com seu Espírito me envia.*
17. Eis o que diz o Senhor, teu Redentor, o Santo de Israel: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te dá lições salutares, que te conduz pelo caminho que deves seguir.
18. Ah! Se tivesses sido atento às minhas ordens! Teu bem-estar se assemelharia a um rio, e tua felicidade às ondas do mar;
19. tua posteridade seria como a areia, e teus descendentes, como os grãos de areia; nada poderia apagar nem abolir teu nome de diante de mim.
20. Saí de Babilônia, fugi da Caldeia! Proclamai a notícia com gritos de alegria, publicai-a até as extremidades do mundo. Dizei: o Senhor resgatou seu servo Jacó!
21. Não há sede para eles no deserto para onde os leva, porque faz brotar para eles água de um rochedo, fende as rochas para que as águas jorrem”.*
22. Mas não há paz para os maus, diz o Senhor.*
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
1. No sexto ano, no quinto dia do sexto mês, estava eu sentado em minha casa, com os anciãos de Judá, quando a mão do Senhor baixou sobre mim.*
2. Olhei: enxerguei algo como uma silhueta humana. Abaixo do que parecia serem seus rins, era fogo e, desde os rins até o alto, havia um clarão vermelho.*
3. Estendeu uma espécie de mão, e agarrou-me pelos cachos dos cabelos. O espírito levantou-me entre o céu e a terra, e levou-me a Jerusalém, em visões divinas, à entrada da porta interior que olha para o norte, lá onde se erige o ídolo que provoca o ciúme do Senhor.
4. Lá se me manifestou a glória do Deus de Israel, tal como a visão que tive no vale.
5. E ele me disse: “Filho do homem, ergue os olhos para o norte”. Levantei os olhos para o norte, e vi ao norte da porta do altar, à entrada, o ídolo que provoca o ciúme do Senhor.
6. “Filho do homem” – disse-me –, “vês tu a abominação que praticam, como eles procedem na casa de Israel, para que eu me afaste do meu santuário? Verás, todavia, coisas muito mais graves.”
7. Conduziu-me até a entrada do adro e, reparando, vi que havia um rombo no muro.
8. “Filho do homem” – disse-me ele –, “fura a muralha.” Quando a furei, divisei uma porta.
9. “Aproxima-te” – diz ele – “e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui.”
10. Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e de animais imundos e, pintados em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel.
11. Setenta anciãos da casa de Israel, entre os quais Jazanias, filho de Safã, se achavam de pé diante deles, segurando cada qual o seu turíbulo, do qual se elevava espessa nuvem de fumaça.
12. “Filho do homem” – disse-me ele –, “vês tu o que fazem os anciãos de Israel na obscuridade, cada um deles em sua câmara, guarnecida de ídolos, pensando que o Senhor não os vê, e que ele abandonou a terra?
13. E ajuntou: Verás ainda abominações mais graves que eles estão cometendo.”
14. Conduziu-me, então, para a entrada da porta setentrional da casa do Senhor: mulheres estavam assentadas, chorando Tamuz.*
15. “Filho do homem” – falou-me –, “tu viste? Verás ainda abominações piores do que estas.”
16. Levou-me então ao interior do templo. À entrada do santuário do Senhor, entre o vestíbulo e o altar, avistei cerca de vinte e cinco homens, que, de costas para o santuário do Senhor, com a face voltada para o oriente, se prosternavam diante do sol.
17. “Filho do homem” – disse-me ele –, “vês isto? Não basta à casa de Judá entregar-se a esses ritos abomináveis que aqui se praticam? Haverá ainda ela de encher a terra de violência, e não cessará de me irritar? Ei-los que trazem o ramo ao nariz.*
18. Está bem! Eu, de minha parte, procederei com furor, não terei condescendência, serei impiedoso. Inutilmente clamarão a meus ouvidos, não os ouvirei.”
1. Depois ouvi gritar com voz forte: “Aproximai-vos, vós, os guardas da cidade, trazendo cada um de vós o instrumento de destruição”.
2. Surgiram então, do pórtico superior que olha para o norte, seis homens trazendo cada um na mão o instrumento de destruição. Encontrava-se no meio deles um personagem vestido de linho, trazendo à cintura um tinteiro de escriba. Entraram para se colocar de pé ao lado do altar de bronze.*
3. Então, a glória do Deus de Israel se elevou de cima do querubim, onde repousava, até a soleira do templo. Chamou o Senhor o homem vestido de linho, que trazia à cintura os instrumentos de escriba,*
4. e lhe disse: “Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem”.*
5. Depois, dirigindo-se aos outros em minha presença, disse-lhes: “Percorrei a cidade, logo em seguida, e feri! Não tenhais consideração, nem piedade.
6. Velhos, jovens, moços, moças, crianças e mulheres, matai todos até o total extermínio; precavei-vos, todavia, de tocar em quem estiver assinalado por uma cruz. Começai por meu santuário”. Começaram pelos anciãos que encontraram defronte ao templo.
7. “Manchai o templo” – disse-lhes – “e enchei de cadáveres os adros; em seguida, saí!” E foram-se eles para prosseguir o morticínio na cidade.
8. Permanecendo só durante esse massacre, prostrei-me de face contra a terra, e gritei: “Ah! Senhor Javé, ides exterminar o que resta de Israel, desencadeando vosso furor contra Jerusalém”.*
9. “A falta de Israel e de Judá é grande, muito grande” – respondeu-me –: “A terra transborda de sangue e a cidade extravasa de perversão, porque dizem entre eles: o Senhor abandonou a terra! O Senhor não enxerga mais nada!
10. Está bem! Eu, de minha parte, não terei complacência, eu me mostrarei impiedoso, farei recair sobre a sua cabeça o peso de seu proceder”.
11. Depois disso, reapareceu o personagem vestido de linho, que trazia à cintura os instrumentos de escriba. Vinha prestar contas. “Fiz o que me ordenastes.”
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
13. No pecado dos lábios há uma cilada funesta, mas o justo livra-se da angústia.
14. O homem se farta com o fruto de sua boca; cada qual recebe a recompensa da obra de suas mãos.
15. Ao insensato parece reto seu caminho, enquanto o sábio ouve os conselhos.
16. O louco mostra logo a sua irritação; o circunspecto dissimula o ultraje.
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
"Amar significa dar aos outros – especialmente a quem precisa e a quem sofre – o que de melhor temos em nós mesmos." São Padre Pio de Pietrelcina