Plano Completo de Leitura
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No dia 168, 1 Reis 21 narra a corrupção do rei Acabe e o julgamento de Deus sobre ele, enquanto 2 Crônicas 21-22 descreve a trajetória de Judá sob reis desobedientes, lembrando-nos da importância da integridade. Cânticos 7 oferece uma rica celebração do amor e da beleza, enfatizando a alegria, o desejo e a devoção nas relações humanas, refletindo o caráter divino.
1. Depois disso, aconteceu o seguinte: Nabot de Jezrael possuía uma vinha nessa cidade, ao lado do palácio de Acab, rei de Samaria.
2. Acab disse a Nabot: “Cede-me tua vinha para que eu a transforme numa horta, porque está junto de minha casa. Eu te darei em troca uma vinha melhor ou, se o preferires, te pagarei em dinheiro o seu valor”.
3. Nabot, porém, respondeu a Acab: “Deus me livre de ceder-te a herança de meus pais!”.
4. Acab voltou para a sua casa, sombrio e irritado, por ter Nabot de Jezrael recusado ceder-lhe a herança de seus pais. Estendeu-se na cama com o rosto voltado para a parede e não quis comer.
5. Jezabel, sua mulher, veio ter com ele e disse-lhe: “Por que estás de mau humor e não queres comer?”.
6. Ele respondeu: “Falei a Nabot de Jezrael, propondo-lhe que me vendesse a sua vinha ou, se o preferisse, que a trocasse comigo por outra melhor. Mas ele respondeu-me: ‘Não te cederei a minha vinha!’.”
7. Jezabel, sua mulher, disse-lhe: “Não és tu, porventura, o rei de Israel? Vamos! Come, não te incomodes. Eu te darei a vinha de Nabot de Jezrael”.
8. Escreveu ela, então, uma carta em nome do rei, selou-a com o selo real e mandou-a aos anciãos e aos notáveis da cidade, concidadãos de Nabot.
9. Eis o que dizia na carta: “Promulgai um jejum, fazei sentar Nabot num lugar de honra
10. e mandai vir diante dele dois homens inescrupulosos que o acusem, dizendo: ‘Este amaldiçoou a Deus e ao rei!’. Conduzi-o em seguida para fora da cidade e apedrejai-o até que morra!”.
11. Os homens da cidade, os anciãos e os notáveis, concidadãos de Nabot, fizeram o que ordenava Jezabel, segundo o conteúdo da carta que lhes tinha mandado.
12. Promulgaram um jejum e fizeram Nabot sentar-se num lugar de honra.
13. Vieram então os dois miseráveis, colocaram-se diante dele e fizeram publicamente a seguinte deposição contra ele: “Nabot amaldiçoou a Deus e ao rei”. Depois disso, levaram-no para fora da cidade, onde foi apedrejado e morreu.
14. E mandaram dizer a Jezabel: “Nabot foi apedrejado e morto”.
15. Quando ela soube que Nabot fora apedrejado e morto, foi dizer a Acab: “Vai e toma posse da vinha que Nabot de Jezrael te recusara vender. Ele já não vive; está morto”.
16. Acab, tendo ouvido dizer que Nabot morrera, levantou-se e dirigiu-se para a sua vinha para tomar posse dela.
17. Então, a palavra do Senhor foi dirigida a Elias, o tesbita:
18. “Vai, desce ao encontro de Acab, rei de Israel, que mora em Samaria. Ei-lo que desce a tomar posse da vinha de Nabot.
19. Diz-lhe o seguinte: Isto diz o Senhor: ‘Mataste e agora usurpas!’. E ajuntarás: ‘Eis o que diz o Senhor: No mesmo lugar em que os cães lamberam o sangue de Nabot, lamberão também o teu’.”
20. Acab exclamou: “Encontraste-me de novo, ó meu inimigo?”. “Sim – respondeu Elias –, porque te vendeste para fazer o mal aos olhos do Senhor.
21. Farei cair o mal sobre ti. Vou varrer-te e exterminarei da família de Acab em Israel todo varão, seja escravo ou livre.
22. Farei de tua casa o que fiz da de Jeroboão, filho de Nabat, e da de Baasa, filho de Aías, porque me provocaste à ira e arrastaste Israel ao pecado”.
23. E eis agora o que diz o Senhor contra Jezabel: “Os cães devorarão Jezabel na terra de Jezrael.
24. Todo membro da família de Acab que morrer na cidade será devorado pelos cães e o que morrer no campo será comido pelas aves do céu”.
25. Com efeito, não houve ninguém que praticasse tanto o mal aos olhos do Senhor como Acab, excitado como era por sua mulher Jezabel.
26. Levou a abominação ao extremo, seguindo os ídolos dos amorreus, que o Senhor tinha expulsado de diante dos israelitas.
27. Ouvindo essas palavras, Acab rasgou suas vestes, cobriu-se com um saco e jejuou. Dormia, envolto no saco e andava a passos lentos.
28. Então, a palavra do Senhor foi dirigida a Elias, o tesbita, nestes termos:
29. “Viste como Acab se humilhou diante de mim? Como ele assim procedeu, não mandarei o castigo durante a sua vida, mas nos dias de seu filho farei vir a catástrofe sobre a sua casa”.
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1. Josafá adormeceu com seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Jorão lhe sucedeu no trono.
2. Jorão tinha irmãos, filhos de Josafá: Azarias, Jaiel, Zacarias, Azarias, Miguel e Safatias, todos filhos de Josafá, rei de Judá.
3. O pai deles tinha-os dotado consideravelmente de prata, ouro, objetos preciosos e lhes tinha dado fortalezas em Judá, mas deu o reino a Jorão, porque era o primogênito.
4. Uma vez consolidado na posse do reino de seu pai, Jorão fez perecer pela espada todos os seus irmãos, assim como alguns chefes de Israel.
5. Tinha ele trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém.
6. Seguiu o exemplo dos reis de Israel, como tinha feito a casa de Acab, cuja filha desposara. Praticou o mal aos olhos do Senhor.
7. Contudo, não quis o Senhor destruir a casa de Davi, em vista da aliança feita com Davi e porque lhe tinha prometido deixar uma lâmpada, assim como a seus descendentes.
8. No tempo de Jorão, Edom libertou-se da dominação de Judá e constituiu um rei para si.
9. Jorão se pôs a caminho com seus chefes e seus carros. Durante a noite, derrotou os edomitas que cercavam a ele e aos chefes dos carros.
10. Contudo, os edomitas ficaram livres da dominação de Judá até o dia de hoje. Pela mesma época, Lebna revoltou-se igualmente, porque Jorão tinha abandonado o Senhor, o Deus de seus pais.
11. Jorão estabeleceu também lugares altos nas montanhas de Judá e assim induziu os habitantes de Jerusalém à idolatria e levou Judá à perversão.*
12. Foi então que lhe trouxeram da parte do profeta Elias uma mensagem concebida nos seguintes termos: “Eis o que diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: Porque não andaste no exemplo de teu pai Josafá, nem no de Asa, rei de Judá,
13. mas imitaste os reis de Israel, induziste à idolatria os habitantes de Judá e Jerusalém, como o fez a casa de Acab e assassinaste teus irmãos, a família de teu pai, que eram melhores do que tu,
14. o Senhor há de ferir com uma grande praga teu povo, teus filhos, tuas mulheres e todos os teus bens.
15. Quanto a ti, hás de contrair no ventre uma grave doença, enfermidade que fará sair de teu corpo as entranhas durante longos dias”.
16. O Senhor despertou contra Jorão o ânimo dos filisteus e dos árabes, vizinhos dos etíopes.
17. Eles subiram a Judá, irromperam por toda a parte, pilharam todas as riquezas que estavam amontoadas no palácio real e levaram seus filhos com suas mulheres, de modo que só lhe ficou Joacaz, o filho mais novo.*
18. Depois disso, o Senhor feriu-o no ventre com um mal incurável.
19. Isso durou certo tempo e, pelo fim do segundo ano, a violência do mal fez-lhe sair as entranhas. Morreu no meio de violentas dores. Seu povo não queimou perfumes em sua honra como o tinham feito para seu pai.
20. Sua idade era de trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. Morreu sem ser chorado. Sepultaram-no na Cidade de Davi, mas não nos sepulcros reais.
1. Em seu lugar, os habitantes de Jerusalém proclamaram rei Ocozias, seu filho mais jovem, pois o bando de árabes, que havia invadido o acampamento, tinha assassinado os mais velhos. Assim se tornou rei Ocozias, filho de Jorão, rei de Judá.
2. Tinha vinte e dois anos quando começou a reinar e reinou um ano em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Atalia, filha de Amri.*
3. Também ele trilhou os caminhos da família de Acab, pois era impelido ao mal por sua mãe, que era sua conselheira.
4. Fez o mal aos olhos do Senhor, como tinham feito os da casa de Acab que, depois da morte de seu pai, o arrastaram à perda, por influência deles.
5. Foi segundo o conselho destes que se dirigiu a Ramot de Galaad com Jorão, filho de Acab, rei de Israel, para fazer a guerra contra Hazael, rei da Síria. Ferido pelos sírios,
6. Jorão retornou a Jezrael para cuidar das feridas recebidas em Ramot, na batalha contra Hazael, rei da Síria. Ocozias, filho de Jorão, rei de Judá, desceu a Jezrael para fazer uma visita a Jorão, filho de Acab, durante a enfermidade.
7. Foi da vontade de Deus que, para sua perda, Ocozias fosse visitar Jorão. Com efeito, tendo chegado lá, saiu com Jorão para combater Jeú, filho de Namsi, que o Senhor tinha ungido para exterminar a casa de Acab.
8. E como Jeú exercia a vingança divina) contra a casa de Acab, encontrou os chefes de Judá e os sobrinhos de Ocozias que estavam a serviço de seu tio e os matou.
9. Agarraram então o próprio Ocozias e o prenderam em Samaria, estava escondido. Levaram-no a Jeú e este o mandou matar. Foi-lhe dada uma sepultura, porque os homens diziam: “É um filho daquele Josafá, que buscara o Senhor de todo o seu coração”. Assim, não havia ninguém da família de Ocozias que estivesse em condições de reinar.
10. Quando Atalia, mãe de Ocozias, viu seu filho morto, resolveu exterminar toda a estirpe real da casa de Judá.
11. Mas Josaba, filha do rei, raptou Joás, filho de Ocozias, dentre os jovens príncipes que estavam sendo massacrados e o escondeu com sua ama de leite no dormitório. Josaba, filha de Jorão, irmã de Ocozias e mulher do sacerdote Joiada, escondeu-o assim das vistas de Atalia e ela não conseguiu matá-lo.
12. A criança esteve escondida junto delas, no templo, durante seis anos, enquanto Atalia reinava sobre a terra.
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1. – Volta, volta, ó Sulamita; volta, volta, para que nós te vejamos. – Por que olhais a Sulamita, quando ela entra na dança de Maanaim?*
2. – Como são graciosos os teus pés nas tuas sandálias, filha de príncipe! A curva de teus quadris assemelha-se a um colar, obra de mãos de artista;*
3. teu umbigo é uma taça redonda, cheia de vinho perfumado; teu corpo é um monte de trigo cercado de lírios;
4. teus dois seios são como dois filhotes gêmeos de uma gazela;
5. teu pescoço é uma torre de marfim; teus olhos são as fontes de Hesebon junto à porta de Bat-Rabim. Teu nariz é como a torre do Líbano, que olha para os lados de Damasco;
6. tua cabeça ergue-se sobre ti como o Carmelo; tua cabeleira é como a púrpura, e um rei se acha preso aos seus cachos.
7. – Como és bela e graciosa, ó meu amor, ó minhas delícias!*
8. Teu porte assemelha-se ao da palmeira, de que teus dois seios são os cachos.
9. “Vou subir à palmeira – disse eu comigo mesmo – e colherei os seus frutos.” Sejam-me os teus seios como cachos da vinha.
10. E o perfume de tua boca como o odor das maçãs; teus beijos são como um vinho delicioso que corre para o bem-amado, umedecendo-lhe os lábios na hora do sono.
11. – Eu sou para o meu amado o objeto de seus desejos.
12. Vem, meu bem-amado, saiamos ao campo, passemos a noite nos pomares;
13. pela manhã iremos às vinhas, para ver se a vinha lançou rebentos, se as suas flores se abrem, se as romãzeiras estão em flor. Ali te darei as minhas carícias.
14. As mandrágoras exalam o seu perfume; temos à nossa porta frutos excelentes, novos e velhos que guardei para ti, meu bem-amado.
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"Que Maria seja toda a razão da sua existência e o guie ao porto seguro da eterna salvação." São Padre Pio de Pietrelcina