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com tudo o que ocorreu no seu reinado, o seu poder e as vicissitudes por que passou, assim como Israel e todos os reinos da terra. (I Crônicas 29, 30)
Agora, pois, Senhor Deus, cumpra-se a tu a palavra, que disseste a meu pai Davide, pois que tu me estabeleceste rei sobre o teu grande povo, que é tão inumerável como o pó da terra. (II Crônicas 1, 9)
E acrescentava: Bem-dito seja o Senhor Deus de Israel, que fez o céu e a terra, que deu ao rei Davide um filho sábio, entendido, judicioso e prudente, para edificar um templo ao Senhor, e um palácio para si. (II Crônicas 2, 12)
Salomão, pois, mandou tomar nota de todos os estrangeiros, que havia na terra, de Israel, depois do recenseamento que tinha mandado fazer Davide, seu pai, e achou-se que eram cento e cinquenta e três mil e seiscentos. (II Crônicas 2, 16)
O rei mandou-os fundir na região do Jordão, numa terra argilosa, entre Socot e Saredata; (II Crônicas 4, 17)
Desde o dia em que eu fiz sair o meu povo da terra do Egito, não escolhi cidade alguma entre todos as tribos de Israel, para nela se levantar uma casa ao meu nome, nem escolhi homem algum para ser chefe do meu povo de Israel; (II Crônicas 6, 5)
disse: Senhor, Deus de Israel, não há Deus semelhante a ti, nem no céu, nem na terra, a ti, que observas o pacto e a misericórdia com os teus servos, que andam diante de ti de todo o seu coração, (II Crônicas 6, 14)
Porém, como é crível que Deus habite com os homens sobre a terra? Se o céu e os céus dos céus te não podem conter, quanto menos esta casa, que eu edifiquei! (II Crônicas 6, 18)
ouve-o do céu, perdoa o pecado ao teu povo de Israel, e restitui-o à terra que lhe deste a ele e a seus pais. (II Crônicas 6, 25)
ouve-os lá do céu, Senhor, perdoa os pecados dos teus servos e do teu povo de Israel, ensina-lhes o bom caminho, por onde andem, e derrama a chuva sobre a terra que tu deste ao povo para possuir. (II Crônicas 6, 27)
Quando sobrevier à terra fome, ou peste, mela ou corrupção do ar, ou gafanhotos, ou pulgão; quando os inimigos, depois de destruídos os campos, sitiarem os portas da cidade, ou qualquer outro flagelo ou doença oprimir (o teu povo), (II Crônicas 6, 28)
a fim de que eles te temam e andem pelos teus caminhos, todos os dias que viverem sobre a face da terra, que deste a nossos pais. (II Crônicas 6, 31)